EP 09 · 26/03/2026 · 58:23

Como Transformar Audiência em Receita | EP 09 | Stoix Podcast

Anderson Souza (Grupo Massa, executivo de mídia) · assistir no YouTube

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Stoix e o convidado

Leitura comercial interna: onde o negócio do convidado encosta no da Stoix, onde disputa, e o que dá para propor. Material de preparação, não vai para o convidado.

Grupo MassaMídia (rádio, TV e projetos de live marketing)

Anderson Souza é executivo de mídia com mais de 20 anos em rádio e TV, hoje na área de projetos e live marketing do Grupo Massa, que reúne emissoras de TV no Paraná e a rede Massa FM com dezenas de afiliadas. Já montou uma plataforma própria de marketplace de patrocínios (Sponsors) que ficou pronta mas dependia de venda presencial, e toca o grupo Homens e Mulheres de Negócios, com 80 associados em remodelagem.

Sinergia

Onde o negócio dele encosta no que a Stoix faz.

  • Em 12:20 ele descreve exatamente o mecanismo que quer e não tem: merchandising ao vivo com QR code que gera fluxo para o site, cai no CRM e "vira um BI". É especificação de produto dita em voz alta por quem seria o comprador.
  • Ele afirma que a maior dor de todo empresário é investir e não conseguir medir. Uma rede de rádio e TV com afiliadas gera dado de veiculação, audiência e resposta que ninguém consolida, o que é o mesmo problema de atribuição do EP 02 visto do lado do veículo.
  • Ele já construiu e viu morrer uma plataforma por falta de canal de venda, então entende ciclo de software e não confunde site com produto. Isso encurta a conversa técnica e evita expectativa irreal de prazo.
  • O grupo Homens e Mulheres de Negócios, com 80 associados e pauta declarada de IA aplicada, é uma lista de empresários já reunida e com interesse manifesto no tema que a Stoix vende.

Atrito e competição

Onde disputam orçamento, papel ou têm visões conflitantes.

  • Grupo Massa é grupo de mídia com estrutura corporativa e TI própria, e a decisão de tecnologia dificilmente está com o diretor de vendas e projetos. O caminho realista começa por um projeto de anunciante, não pelo core do grupo.
  • Veículo e software house disputam a mesma linha do anunciante: ele define que "marketing engloba tudo, é o CRM, é o treinamento, é o cuidado da base". Sem posicionamento claro, a Stoix aparece como concorrente da verba de mídia.
  • Ele mesmo vende solução ao anunciante (projeto, experiência, live marketing) e pode ler a Stoix como competidor na mesma conta se a abordagem for direta ao cliente dele.

Oportunidades comerciais

O que dá para vender, construir junto ou indicar.

  • Kit de conversão para merchandising ao vivo

    Produto empacotado que o grupo revende ao anunciante: QR dinâmico por inserção, landing rastreada, integração com CRM e painel de atribuição por programa e horário. Ele já desenhou a solução no episódio, falta a engenharia e o empacotamento comercial.

    Co-criação
  • Retomada do Sponsors

    O marketplace de patrocínio ficou pronto e não escalou porque exigia venda presencial e faltava confiança na transação entre clube e patrocinador. Revisão de produto com pagamento, contrato digital e onboarding self-service ataca exatamente o que travou.

    Co-criação
  • Prestação de contas como diferencial do veículo

    Unificar veiculação, audiência e resposta em painel entregue ao anunciante, transformando o que hoje é relatório de checking em argumento de renovação. Responde à objeção que ele mesmo diz ser a maior do mercado.

    Venda direta
  • Grupo de negócios como palco de originação

    Curadoria de conteúdo de IA aplicada para os 80 associados, com a Stoix como parceira técnica do grupo em remodelagem. Originação qualificada dentro de um público que já se reuniu por conta própria.

    Parceria de canal

Perguntas em aberto

O que precisa de resposta antes de montar proposta.

  1. Quem é o dono do orçamento de tecnologia no Grupo Massa e existe TI corporativa própria? Define se a venda é ao grupo ou via anunciante.
  2. O Sponsors ainda existe, de quem é o código e como está a sociedade? Sem isso não dá para propor retomada.
  3. As afiliadas da rede são operações independentes; quem teria autoridade para padronizar um mecanismo de conversão em toda a malha?
  4. Existe hoje algum dado de conversão de merchandising entregue ao anunciante, ou a prestação de contas é apenas de veiculação?
  5. O grupo Homens e Mulheres de Negócios é pessoa jurídica dele ou projeto pessoal, e qual o modelo de receita?
  6. Qual o ticket médio de um anunciante do grupo? É o que diz se o custo de um projeto de tecnologia cabe dentro da campanha.

Levantamento a partir do que foi dito no episódio, complementado por pesquisa pública. Onde está escrito "a confirmar" ou "provável", é hipótese, não fato verificado. Uso interno Stoix.

Trecho falado no ponto de abandono médio Objeção levantada ou rebatida Momento-chave

00:11Bem-vindo, amigos e amigas, ao Stoiccast. Hoje, nosso nono episódio especial com Anderson Souza, profissional que transforma estratégia de marketing e mídia em dinheiro e sem rodeios, né? eh, compartilhando com o

00:27nosso público esses mais de 20 anos em rádio, TV, mídia tradicional, mídia digital. E a gente vinha conversando um pouquinho antes dessa revolução das mudanças e de como que isso tudo tá afetando empresas, negócios e da mesma

00:42maneira as oportunidades que existem.

00:44Anderson, bem-vindo. Obrigado pela sua participação, pela sua presença e vamos ao que importa. [risadas] Como que eu transformo mídia em dinheiro? Bom, primeiramente agradecer, Rodolfo, o seu convite. Tô uma uma honra estar aqui. Eu adoro ter essas

01:01oportunidades de a gente poder discutir e contar um pouco desse mundo que as pessoas muitas vezes eh se iludem, né?

01:09Todo mundo olha a TV, olha o rádio, olha o digital. Poxa, é tudo muito. E no fim, como nós falamos um pouco, é muito trabalho. 99% de suor, né? [risadas] inspiração, eh, como transformar mídia em resultado, né, mídia em dinheiro. Eh,

01:29a gente precisa trabalhar muito a base e aí a gente entra num universo do empreendedor brasileiro que, infelizmente, negligencia bastante pontos importantíssimos do seu negócio, desde a concepção do seu negócio. Aí eu vou entrar um pouquinho no nosso negócio

01:46que desde da criação da marca, né, as pessoas precisam entender os negócios, né, os empreendedores precisam entender que a marca é literalmente a alma do negócio. Da marca vai derivar eh aspectos mercadológicos,

02:03características do seu produto, do seu serviço, como é que ele vai se posicionar, pensar daqui a médio longo prazo, como que essa marca vai se comportar. eh, médio e longo prazo falando, né, antigamente, porque hoje tá tudo mudando, a cada mês tá mudando, né?

02:20Os algoritmos mudam semanalmente, mensalmente, as pessoas estão sendo impactadas de tudo que é tipo. Então, como minha marca se comporta? Então, se a gente não olha pra base, paraa minha marca, quando eu tô na concepção do

02:34negócio, quando eu cresci, quando eu estabilizei o meu negócio, seja produto ou serviço, eh eu vou ter que fazer algum remendo. E aí às vezes esse rebranding que tá na moda da gente falar » tão bonito, né, » cara? Não adianta só mudar uma

02:48logomarca, mudar uma fonte, mudar uma cor, não. É mais profundo, né? E aí a marca tem que entrar antes dessa concepção e olhar o todo do negócio, porque dela deriva todas as outras ações que você vai fazendo, né? Então dali a

03:03gente vai começar a entender um pouquinho como é que eu vou transformar a minha parte de mídia, como é que eu vou comunicar o meu serviço com a minha marca para o mercado. Se eu comunicar bem, se eu tiver preparado, isso vai

Objeção: «Publicidade não dá resultado»: falta de preparo, não do canal03:16naturalmente seguir o o crescimento. Se eu estiver comunicando mal, se eu não estiver preparado, vou ter dificuldade, vou investir, não vou ter retorno, vou pensar que investir em comunicação » não dá resultado.

03:29» Já [risadas] vem lá, né? despesas, custos, que não é verdade, né?

03:33» E esse é um ponto que a gente vinha falando um pouco antes, né? O reforço negativo dessa falsa percepção tá justamente na falta de preparo, né? Eh, você trouxe exemplos práticos de grandes marcas que têm investimentos eh

03:47substanciais, percentuais, eh, relevantes. Não sei se são públicos os dados, se você pode compartilhar, mas eh é interessante isso porque eh a estratégia de crescimento passa por uma necessidade óbvia de investimento

04:01prévio. E daí a gente vinha, né, o que que vem antes? É o ovo ou a galinha?

04:04» Galinha. Isso tá ali na no sé, né, no início, né, no orçamento, né, fala, tá fazendo o seu planejamento, o seu orçamento do outro ano, como é que você está vendo ali a tua a tua a tua coluna de marketing? O que que você tá prevendo

04:16para você crescer? X% que você quer crescer, você tá investindo um percentual interessante na sua área de marketing e aí o marketing engloba tudo, né, Rodolfo? Eh, é realmente a divulgação, é o cuidado da sua marca, é o cuidado da sua loja, é o treinamento

04:31com suas equipes de vendas, é o cuidado com o seu colaborador, é o cuidado com a sua base de clientes, né? É o seu CRM, está redondo, tudo isso tá dentro do marketing. Então, se eu não pegar uma parcela, se eu não pensar, não prever

Objeção: «Apertou o calo, corta marketing»: cortar mata a empresa por inanição04:44uma parcela importante do meu faturamento em marketing e crescer isso condicionalmente também, o meu faturamento, vai faltar receita. E aí eu vou fazer o quê? O que muitas empresas, infelizmente, fazem, apertou o calo, corta o marketing.

Ponto de abandono médio · 5:20 · retenção 8,5%

04:58» E daí tá fadado ao final, porque se o que puxa o carro é justamente essa e essa orientação ao mercado, né, e tudo que engloba, se eu corto isso, eu vou matar a minha empresa por na lição.

05:12» Exatamente. E aí do marketing, lógico, tem empresas que têm uma característica mais eh as as empresas de varejo tem uma característica mais forte, né, na comunicação, na mídia, na publicidade, né, tem isso, eu preciso fazer

05:25alguma coisa. Aí começa, né, a gente eh eh entender um pouquinho dos erros também, né? Às vezes e o material não tá adequado, aquela promoção está bem definida, não tem, né, o não é só o vender. Se você não tem um posicionamento de marca, você não tá

05:40fazendo, né, um CTA correto, você não tem produto para entregar aquilo, você não viu como é que o mercado tá comprando, como é que o concorrente tá fazendo. Os supermercados e hipermercados fazem muito bem isso.

05:50Vocês acompanhem muito a questão de preço, às vezes vê uma diferença de oferta muito parecida, mas vira uma guerrilha, né? você acaba vendo às vezes no intervalo comercial um leite tendo uma diferença de 2, 3 centavos que lá na

No abandono, Anderson lista erros de comunicação no varejo em termos genéricos (material, CTA, posicionamento). Os exemplos concretos (leite de 2 centavos, carro de luxo em programa popular) e o playbook do CMO chegam só a partir de 5:50 e 7:23.

06:02ponta do caixa vai fazer muita diferença porque é escala, né? Mas outros tipos de produtos você vê que às vezes o preço não está sendo levado em conta e nem tá sendo pesquisado corretamente se aquela oferta com disco aquele momento ou não.

Momento-chave: Carro de luxo em programa popular não conecta06:16Eh, às vezes eu vejo, né, em algumas alguns momentos anunciando também, por exemplo, um veículo de R$ 350, R$ 400.000 R$ 1000 num logo após um produto 400.000 R$ 1000 num logo após um produto popular não vai conectar, as pessoas não vão

06:31entender, não é para aquele público aquele tipo de oferta e vice-versa. Às vezes tem uma oferta de varejo que está num horário nobre, né, que não tá num ou tá num programa muito específico, que é um público mais nichado, que aquela

06:46pessoa não tá vendo, aquele público não está sendo impactado com aquele anúncio e não vai dar resultado.

06:50» E e quem que faz essa decisão daqui é pergunta de Leigo, né? Como que nesses 20 anos é um papel do de do estrategista? Você no caso que tá em contato com as marcas, é o cliente que pede e às vezes pede errado. Como que

07:05que é montado esse quadro indo pra televisão e e para essa composição de que a gente vê, né? Às vezes, você falou aqui, me vê alguns casos emblemáticos, o cara falou: "Cara, essa propaganda aí tá no meio de um programa popular e é um

07:21carro de 300 e tantos mil, né? Vamos lá.

07:23Se se a empresa tá estruturada, né, Rodolf? Existe um departamento de marketing, geralmente tem um CMO que é o responsável por toda a estratégia da responsável por toda a estratégia da comunicação.

07:31» Então ali ele vai fazer um cronograma das ações, das campanhas que ele terá durante o ano. Vamos fazer um exemplo de varejo. Vou anunciar agora mês das mães, né? Ele já tem que estar prevendo isso já com uma certa antecedência. Então o

07:42que eu vou anunciar, de que maneira eu vou anunciar e qual data eu vou anunciar. Definido isso, quais canais eu vou utilizar? Vou usar um off. do off.

07:51Eu vou usar rádio digital, eh, desculpa, rádio, TV, uma placa de outdoor, vou fazer uma ação na minha na minha loja, não vou usar só digital, só rede social, vou melhorar o meu e-commerce que tá meio bagunçado. Ele vai definir isso e

08:07também às vezes ele contrata uma agência de publicidade e marketing que vai trazer insumos para que ele tome a melhor decisão. Que são esses insumos?

Objeção: «Meu público é todo mundo»: quem quer tudo não tem nada08:15Pesquisa. Então, ah, você quer atender quem, Rodolfo? Que é uma pergunta clássica que a gente fala. Qual que é o seu público alvo? Todo mundo aí, meu seu público alvo? Todo mundo aí, meu amigo.

08:24» Quem quer tudo não tem nada. Quem quer tudo não tem nada, né? Então vamos classificar esse todo mundo. Ah, são homens de 30 a 45 anos da classe A a B, que são da região eh norte de Curitiba ou que são mais da região central de

08:38Curitiba. Você vai começando a mapear o teu o teu perfil de público que você precisa atingir, né? Que a gente fala na venda Opiciar. E aqui é a mesma coisa que é meu target. preciso achar um público que eu vou atender, porque

08:50quanto mais preciso eu for nisso, mais otimizado será o meu investimento e melhor retorno eu vou ter. Então, vamos falar assim que o o diretor de marketing junto com a agência vão estruturar essa campanha, vão definir o seu orçamento, o

09:04seu budget para investir nessa campanha e dentro disso vão falar: "Poxa, a TV fala muito bem nesse horário, rádio fala, o pessoal tá se se eh locomovendo pro trabalho e o digital não tem como a gente fugir disso hoje. Ah, mas eu quero

09:18fazer mais uma ação. Quero fazer uma ação nos meus pontos de vendas, que eu vou fazer levar um promotor, eu vou fazer uma panfletagem num semáforo.

Objeção: «Um canal basta»: negligência; composto 360 na jornada inteira09:25Então eu faço uma um composto de marketing para entregar para aquela campanha. Ponto importante aqui, Rodolfo, hoje com a quantidade de meios que nós temos e os canais, eh, seria uma negligência falar que você vai fazer um,

09:41uma única plataforma e você vai atingir sucesso paraa tua campanha. Esqueça, tanto digital quanto Off é a composição dos meios que a gente fala, né? Você fazer um 300, o famoso 360, eu preciso estar estar na jornada inteira. dos

09:55nossos do público para que determinados momentos eu tenho tal point com ele para que quando ele for de manhã ele escute a minha mensagem, quando passar num OH ele veja minha mensagem, na rede social ele seja impactado, no site também ele

10:10receba uma mensagem no seu WhatsApp e quando ele for ver, sei lá, o jornal, a novela dele ou mesmo o streaming dele, tá lá o seu comercial para que ele comece a tomar a decisão de olhar pra sua marca, porque a quantidade de de

10:26inputs que ele recebe durante o dia, que nós recebemos durante o dia, hoje é absurda. Todo momento você tá sendo impactado com alguma coisa. Então, além da setervidade do que é o produto e da forma que você vai comunicar. Se a sua

10:36mensagem esver errada, não vai chegar e aí você vai ter de volta um problema que você vai ficar com a percepção que você não está eh sendo percebido pelos seus clientes, né?

10:49» E no final não tá dando resultado, né?

10:51» E aí no final você vai fazer o seu o encontro de contas, né? para ver o Roy, qual foi o retorno do seu investimento, todo mundo quer saber, né?

10:58» E [roncando] aí vira de novo que a gente fala: "Poxa, mas a publicidade não funciona desde que tenha esse". E e assim, não é que seja complexo, Rodolfo, mas é um processo como tudo numa em uma empresa, desde a parte administrativa,

11:13desde a parte de produção, né? A gente acabou falando aqui, pô, você vai as as fábricas que fazem produção, ele precisa olhar insumo, ele precisa olhar hora, máquina, gente, entrega, logística.

11:24Porque raios, o cara imagina que a comunicação não tem processo e criatividade. Eu vou fazer, [risadas] eu vou fazer aqui alguma ação e vou lá, né?

11:35A gente vive na TV aberta um caso muito emblemático que funcionou por muitos anos, né? Que a gente falava que eram os famosos testemunhais merchans. Que que é testemunhar merchan? Tá rolando o programa ao vivo, vai lá o Anderson,

11:47coloca um terno e vou vender a água X, YZ. E na época ligue de A.

11:54YZ. E na época ligue de A. » Sim.

11:54» Água que custa cinco, eu vendo por três.

11:57Ligue de A que você vai comprar por um.

11:59E na então muitos anos os telefones tocavam, as centrais atendias, eram entregas. Isso não existe mais. Esse modelo ninguém mais liga para ninguém.

12:07modelo ninguém mais liga para ninguém. Uhum.

Objeção: «TV não funciona mais»: funciona adaptada com QR code, CRM, BI12:08» Ou é um WhatsApp ou é um canal muito direto ou é um robô que tá te atendendo no momento esqu. Mas se você ligar em todas as emissoras nós ainda temos » o modelo. Mas você vai falar: "Não, não funciona". Mas claro que funciona desde

12:20que você faça a adaptação correta. Você vai ter que pôr um QCode, você vai ter que pôr um atendimento específico para isso, vai ter que ter uma outros canais de captação, talvez não vá fechar naquela hora, mas você vai gerar uma

12:31onda de atenção pro seu de fluxo pro seu site, uma onda de pessoas que vão procurar sua palavra » que vai cair no seu CRM, vai alimentar o seu fluxo, vira um BI, » perfeito. E ali você vai ter uma base, né, um novo um novo uma nova base para

12:47você trabalhar e aí trabalhar com qualidade. É esse perfil de produto que eu anunciei. É claro que vai dar. Muita gente tá vendo ou às vezes você não vai vender, mas a exposição da sua marca, do seu produto naquele momento, vai chamar

12:58a atenção de muitas pessoas que naquele momento nem pensava em reformar casa ou comprar um novo colchão ou fazer um tratamento eh de estética ou fazer um tratamento dentário.

Momento-chave: Brasil tem demanda absurda, falta base para mensurar13:10O o dinheiro tá rodando, tem temos demanda. A gente falou agora, no Brasil é uma é um potencial absurdo. Tudo que você anuncia você vende, porém tem que ter um base para que você tenha esse retorno efetivo e e consiga mensurar

13:24também, né? Eh, é difícil você fazer o investimento e não conseguir medir. Isso acho que é a maior dor de todo e qualquer empresário, né?

13:33» Você colocou diversos eh funções ou diversas observações que um um CMO tem que ter, inclusive falando, né, da da de um CRM?

13:42eh, de clusterização de cliente, orientação e tudo mais. Quando entra nesse assunto, acaba caindo numa parte técnica, entre aspas, mais orientada de TI ou de tecnologia. Como que você enxerga hoje, né, ou qual o papel do CMO

13:59em confronto ou em desenvolvimento de tecnologia dentro de uma corporação?

14:04» É fundamental, né? Acho que o CMI hoje, além de conhecer toda a parte da comunicação, marca, desenvolvimento, né?

14:11E aí eu não vou falar nem de, acho que não ia falar nem de tecnologia, ia falar já de inteligência artificial.

14:16já de inteligência artificial. » Sim, » porque ele precisa ler, né, pesquisa, informação, dados, cruzar dados, o que é, né, o que é o que vai dar mais resultados. Mas hoje com a automatização isso tá ficando, vamos dizer assim, né?

14:28A partir do momento que você consiga, você domine o o assunto e você consiga desenvolver dentro da tua educar ela, né? os seus eh os seus promptes estejam corretos, ele vai te dar uma informação muito boa e você vai ganhar muita

Momento-chave: CMO, vendas e financeiro: as três cadeiras estratégicas14:42agilidade nisso. Mas o Cime, eu digo assim que hoje ele é uma das peças mais importantes junto com o seu diretor de vendas e junto com o seu financeiro.

14:53Acho que essas três cadeiras hoje numa empresa são muito estratégicas, né?

14:58Porque o o tá quem tá vendo a sua marca, tá vendo a sua estratégia, tá ali. A venda não tem como, porque o marketing tem que atender a venda ali, porque tem que gerar o lead, tem que gerar demanda, tem que posicionar, tem que cuidar do

15:10cliente, enfim. E o administrativo é o caixa que tá vendo se isso tá funcionando, se tá chegando ou não, né?

15:16Mas o hoje o nossa o perfil do Simion e ele tem tanta possibilidade hoje, tem todas as possibilidades de todo mundo traz, né, a sua verdade, » todo mundo que vai lá vai falar [risadas] o horário é melhor, » a minha ferramenta é a melhor, né?

15:30» E aí vai também ter esse discernimento do que é importante naquele momento, o que é estratégico naquele momento, né?

15:36Eh, eu vou atacar porque você vai olhar de um todo, né? Quem quer fazer tudo também acaba dispersando energia e não vai conseguir. Então vai ter que ser muito estratégico, » vai ter que olhar realmente dentro de um

15:48planejamento que ele fez seguir a risca o planejamento. Ah, vai ter ajuste. É claro que vai ter ajuste, mas se eu não seguir o mínimo do planejamento, se durante o mês começar a sentir muita interferência, por exemplo, » ansiedade, né,

16:00» ansiedade e o cara da venda falar, a eu preciso disso, a gente vive disso, meu, vamos acelerar isso, vamos trocar aquilo, vamos acelerar, vamos, vamos dar mais tração, mas eu não posso deixar de seguir o meu planejamento aqui, porque

16:11senão lá na frente não vai acontecer nada. E daqui a pouco o que você tinha planejado foi tudo, né? A gente fala que a que a rotina igual o nosso café, nossa estratégia no café da manhã, né? Então, se você não seguir o teu plano, você vai

16:23ter problema, né?

16:24» Você sabe que eu eu faço essa pergunta porque a gente tem observado muito isso.

16:28Ah, nós somos uma empresa, Stox faz, resolve problemas com tecnologia e hoje os nossos principais contratantes vêm ou da estratégia ou do marketing, né? O Coke tá

16:44» precisa dessa » tá sendo essa força motriz » para jogar a venda pra frente, o vendedor aí executor, né, e garantir eh caixa, receita, enfim, que sustente o todo. Mas ele dentro das observações dele, ele tem que ter essas esses

17:00mecanismos, né? E daí entra dados, inteligência artificial, sistemas, tudo para dar suporte para ele ter inteligência de decisão.

17:08» E eu, e a velocidade exigiu uma mudança também importante, né? Eh, falar um pouquinho do mat, mas eu queria entrar um pouquinho na área de vendas aqui.

17:15um pouquinho na área de vendas aqui. » Sim.

17:15» Sim. » Porque, » eh, principalmente na área da comunicação, que que a gente que que eu percebo, né, que nos últimos anos a gente insiste um modelo de venda ainda antigo, um modelo de venda que funcionou

Objeção: «Um vendedor faz tudo»: especializar SDR, closer e farmer17:26há 30, 40 anos e não dá mais. Hoje o vendedor ele não consegue fazer toda a jornada do processo de vendas. Hoje nós temos a necessidade de fazer, né, ter um apoio de um SDR, né, para fazer essa essa essa prospecção ativa sem parar

17:42buscando a todo momento. Aí eu vou ter que ter um closer, o cara que só vai fechar lá, esse caso, só vai fechar e um farmer que vai fazer a manutenção e a recorrência dessa venda. E hoje ainda a grande maioria das empresas tem um cara

17:56para fazer tudo isso » e se vira » alguma parte [roncando] do processo. Ou o cara é muito bom na prospecção, mas ele não tem fechamento. Ou o cara tem muito fechamento, mas ele tem preguiça de prospectar. Ou ele tem os dois e ele

18:09não tem a recorrência, ele vendeu e vai embora. não dá pós-venda, não faz retorno e aí você tem um turníssimo, você coloca 100 clientes e joga 200 no outro mês. Então há que se pensar e o marketing também entra nisso. O

18:24marketing também olha o grof, o grof de marketing tá aí para olhar isso, sim, » né? Conectadíssimo com a venda, » que é o que a gente falou um pouco antes, né? Que a máquina toda tava jogando le qualificada, mas chegava ali

18:36no SDR. tem ninguém para atender. Ou o cara não tem a habilidade, não tá preparado, ou ele não tá naquela posição ali, né, que fala: "Puta, mas cara, você tá quase que deixando os caras no único para operações, para crescimento

18:48escalonável". O cara precisa pensar nisso. Se você tem essa esse arranque, essa essa necessidade de ter uma tração de venda forte, se você não olhar o teu processo de venda, e isso veio, né, nas últimas nos últimos anos com essa com

19:02essa pegada, ah, mas isso funciona muito paraa tecnologia.

19:06Pra tecnologia não tem como não operar desse jeito, é uma coisa, mas os outros modelos de vendas precisam entender o que que eu posso adaptar desse modelo pras para os modelos atuais hoje para eu ganhar atração, porque senão eu não

19:18consigo, o cara não consegue hoje, o cara não consegue falar hoje, Rodolfo, o cara não consegue fazer uma reunião frente à frente porque ninguém mais atende ninguém. Então como é que eu acesso esse cara se não tiver uma boa

19:29ferramenta de CRM, se não tiver uma boa campanha de digital de tráfego, eu preciso conectar esse cara. Conectei ele. Beleza. fiz a prospecção. O o meu o farmer, o closer, vai lá e fecha agora que o cara tá prontinho. Já fiz

19:42abertura já. Tá, tá, tá, tá, tá. Reunião tá marcada. Vai lá, fez a manutenção.

19:46Beleza. Agora eu preciso revender para esse cara. Farmer lá, esse cara. Farmer lá, todo, » leva o relatório de venda, quais são os resultados, como é que vai funcionar. Eu já vou levar três, quatro campanhas futuras. Vamos assinar aqui que você tem

20:00essa vantagem, tem esse cashback.

20:02entrou de volta no nosso funil e vai e assim vai se não mandei essa máquina » e e você falou uma coisa, né, do modelo de 30 anos atrás, eh, mudou até pela possibilidade, porque pra empresa crescer, né, e daí eh algumas empresas

20:18que a gente passou, o vendedor vendia na necessidade das contas dele, né? Quando ele é responsável por todo o processo sozinho, ele abria aquilo que ele ia fechar e mantinha aquilo que era interessante. Quando ele chegava num x

20:351000 de vendas, 1000 de vendas, » chega » por esse mês, tá bom?

20:38» por esse mês, tá bom? » Chega, » me recolho. Mês que vem eu volto e assim eu vou mantendo aquele, né? Porque obviamente o esforço para vender é contínuo, mas se eu tenho uma venda já meio que meio que » engatilhada,

20:50» engatilhada e eu bati minha meta pessoal desse mês, » eu vou pro mês que vem, porque eu já vou » eu vou pro mês que vem, porque eu já vou entrar, » já entro dia um com alguma coisa. Eu eu não falaria que o vendedor, eu sou

20:59vendedor, eu sou a minha primeira profissão que eu falo sou [risadas] vendedor. Mas, [roncando] cara, não é fácil, eh, não é preguiça, mas você prospectar, prospectar, prospectar, prospectar, prospectar, » não é exaustivo. Exaustivo.

21:13» E eu falo que a nossa profissão é uma profissão, é a profissão do não, né? É, mexe com o teu frustração, » da frustração, mexe com o teu com a tua autoestima a todo momento.

21:22» Ah, mas eu sou preparado. OK, » mas você vai tomar muito mais, você vai tomar porrada. Você vai vai. Então assim, como é que eu até protejo um pouco? Como é que eu evolu esse cara para ele passar, meu, vamos começar aqui

21:33para você prospectar, daqui a pouco você vai para essa fase. Eu também preciso pensar num plano de carreira para esse cara para evoluir isso, para que ele se desenvolva, para que ele tenha vontade também de crescer, porque senão o cara,

21:41o cara vai, ele vai e vai, vai, vai chegar uma hora que a gasolina dele vai acabar. Por mais que eu incentive ele, por mais que meu, ele precisa haver uma possibilidade de » evolução, né?

21:50» Eu falo muito, né, Rodolfo, desenvolver o sua equipe de vendas. Eu preciso treinar. E a área de comunicação, cara, é muito difícil a gente conseguir organizar isso, porque a velocidade é

22:04muito rápida, a gente precisa, né, ter um volume. E quando você para os caras da sala de aula para treinar, claro que eu vou vender. Tem a cultura do desenvolvimento como outras áreas. O vendedor de carro, ele sabe que ele tem

22:16treinamento todos os dias de carro [tosse] porque se ele não souber dos detalhes por detalhe de um carro médio, alto padrão, ele não vai vender. Já os vendedores de mídia já tem um pouco de dificuldade. Os que se destacam ficam

22:30pouco tempo na venda e vão assumir as pouco tempo na venda e vão assumir as equipes.

22:33» Sim. Sobe de de cadeira. E daí » subindo e daí você sempre vendedor, » subindo e daí você sempre vendedor, [risadas] » você pede um bom vendedor em desenvolvimento. Vendedor que tá ficando bom que account.

22:42» Legal. E eu queria pegar um pouco também disso para te trazer que eh nem tudo é terra arrasada. A gente tem, eu falo sempre, né? Eh a comunicação passa por essas mudanças muito importante agora nos últimos anos em virtude da

22:57tecnologia, em virtude, não falo nem, né? A gente atravessou a o advento da internet, daí veio o mundo digital, daí agora veio as que a gente não tem nem noção do » que tá acontecendo.

23:10» Tem muita coisa para se fazer, tem muita oportunidade, tem muito dinheiro na mesa. E a comunicação por si só, ela ela ela tem um outro aspecto que se transformou também, né? Porque você vender uma única situação, hoje ninguém

23:23mais tem tempo, né? né? Então você tem que modificar o teu modelo mental, entender que você tem que levar um arsenal de possibilidades e a maioria dos grupos estão se preparando para isso. Isso é muito positivo, mas eu preciso, além das mídias, dos canais

Momento-chave: Projeto de experiência: vivenciar a marca, não só mídia23:37convencionais, eu preciso olhar para um produto chamado projeto, que é diferente de um plano comercial de mídia. O que que é um projeto? projeto é a é a é a experiência, é vivenciar a marca, é levar a marca lá, né, para dentro de um

23:53Rocken Ril, quando o cara tá vendo a banda preferida dele, tá vendo aquele LED pulsando e vendo puxar, olha, olha, olha como tá legal aqui. Ou vivenciar dentro de um lounge ou vivenciar dentro de uma ativação que está sendo feita ou

24:05mesmo me levar para uma experiência, né?

24:07Vou ver lá um imóvel, eu vou entrar no elevador, tem toda uma entrega distinta, né? Eu vou para um para um navio, vou para uma viagem, tem toda uma experiência acontecendo ali enquanto estou vivenciando. A marca está me proporcionando isso, né? Acabamos de ter

24:21o GP de de motos aí em Goiânia. Ali o todos os laudes são experientes. [tosse] Isso paraa marca não tem preço, porque naquele momento que o cara está totalmente aberto, » é, ele vai lembrar o resto da vida, né?

24:35Vai ficar aquilo, o memóriabil dele para sempre, né?

24:39» E aí, né? Ele deixa de ser um cliente teu para virar um » um fã, entusiasta, né? Ele é um um embaixador da sua marca, né? Puxa, estive lá em Goiânia lá, cara, fui muito bem atendido. Eu ganhei um relógio, eu

24:51ganhei um um kit no meu hotel, estava lá. Eu as pessoas que vieram me atender fizeram um tour, me mostraram tudo que estava acontecendo. O cara me chamou pelo nome, estava tudo isso é experiência, tudo isso que está acontecendo, a gente vai ter agora aí,

25:04cara. Copa do Mundo tá chegando. Então as marcas que t um pouco de receio, o que que você pensou paraa Copa do Mundo?

25:10Você não vai aproveitar, » mas não dá para entrar na TV, não. Mas você vai ter um monte de coisa de experiência que você tem que entrar.

25:19Você não pode deixar isso, esse momento passar, né? A gente precisa, né?

25:24trabalho eu e é um pouco do meu processo hoje. Falo assim, eu vou muito nessa de gente, principalmente do nosso meio que vendem as mídias, não posso deixar de vender isso, mas eu preciso começar a olhar esse outro motor aqui, porque é

25:36isso aqui » que vai fazer o nosso negócio sustentável por muito mais tempo. Mais eu vou realmente vivenciar junto com o cliente a experiência e eu vou fazer esse cara fazer parte do meu ecossistema, porque hoje ele vai

25:51consumir o meu projeto, amanhã ele vai precisar talvez de um estúdio, depois ele vai precisar de estar numa veiculação de rádio, depois ele vai ter que estar dentro de um stream meu. Então ele eu começo a operar ele dentro do meu

26:03ecossistema de uma maneira muito eh muito tranquila no aspecto de investimento, né? E aquilo ali para de ser uma dor para ele, porque ele começa a perceber resultado. Eu tô envolvido com o resultado dele também e tô posicionando a marca dele dentro do

26:19público dele com muita assertividade, com muita conexão. E fala assim: "O cara quando vivencia um projeto desse, ele faz questão de falar para todo mundo." faz questão de falar para todo mundo." » Sim.

26:27» Então é é só experiência política.

26:28» E é um diferencial, né? Porque ao invés de ele bombardear e empurrar guela baixo a o produto dele, a marca dele, não, ele ele vai ter esse conjunto completo que atrai a pessoa. E quem é que não gosta de ser bem tratado, né? tava, vi uma

26:43influência esse final de semana, tava tendo Lola Palusa. Eu, cara, eu vejo muito isso, assim, eu sou uma coisa que eu me falo, meu algoritmo só fica vendo evento e tal, eu sou apaixonado por isso. E ela fez uma uma série de de de

26:58informações do que estava acontecendo.

Momento-chave: Case Lollapalooza: 90% das ativações foram experiências ruins27:00Vamos ver o que que funciona, que não funciona no Palusa. 90% dos stands de ativação das marcas foram experiências ruins. O sol de rachar o coco, uma fila absurda, 2 horas para esperar, que experiência você tá causando pro teu

27:16cliente ou pro teu futuro cliente ou pro seu, né, observador? O único projeto que tava muito funcional e aí a gente precisa, né, não dá para para querer se comparar. E para variar foi a Coca-Cola que fez um espaço [roncando] gigantesco

27:31que as pessoas não precisavam entrar, tinham acesso, tinha uma experiência imersiva instagramável, tinha uma experiência de estúdio, tinha uma possibilidade de fazer n ativações e funcionou muito bem. Todas as outras foram tiveram que OK, quando entrava

27:48funcionava, mas você acontecer isso, » você quer ficar esperando no [roncando] num tanto tempo.

27:55E quanto foi? E aí eu te pergunto, né?

27:57Olha o investimento que é para você estar lá. Olha no investimento que é para você construir um stand, um investimento para você colocar a gente lá para ter uma experiência ruim, para não ter uma experiência auau, aquela experiência fala: "Meu, fui lá, meu,

28:09aquilo é demais, eu preciso ir lá, eu preciso consumir essa marca, eu preciso ter esse serviço". Que aí essa a função de um projeto de experiência. Se não for isso, não aconteceu.

28:19» E é os detalhes, né? Eu lembro que » E é os detalhes, né? Eu lembro que [limpando a garganta] há muitos anos atrás eu comprei uma Harley e em São Paulo e eu fui chamado para ver a Harley nascer.

28:30Por quê? Porque eles abriam o motor comigo, bavam a primeira gasolina comigo, ligavam ela, tiravam lacre e tal, não sei o quê, e ela nascia e eu ganhava uma certidão.

28:44ganhava uma certidão. » Caraca, » Caraca, » cara, » quando que você vai?

28:46» O que que acontece com isso? No final eu vendi a moto, né? Mas assim, mas a relação com a moto, a relação com a marca é uma relação eterna, né? Tipo, é um é um é um produto que deixa de ser um produto, porque aquilo aliou tudo, deixa de ser um

29:02produto serviço é uma coisa que entra, que extrapola todo o seu sentimento, né?

29:07» É isso. E daí você falava: "Cara, imagina, tipo, e eles faziam isso para todo mundo que comprava moto lá, né? E naquele momento você tinha isso. E e na venda o cara falava: "Não, vamos marcar já para você vir aqui, a gente vai abrir

29:19sua moto, ela ela vai ver ela nascendo: "Como assim vai nascendo?" Não, a gente liga ela a primeira vez, tira os lacos na sua frente, você recebe uma certidão.

29:26» Cara, como é que não vai, né?

29:28» Cara, como é que não vai, né? » Né?

29:29» Como é que não vai?

29:30» É memorável, né? E às vezes isso é claro, né? É uma marca premium, mas às vezes a simplicidade também funciona. Eu fui jantar no no no restaurante do Jacan em Natal e o pato dele lá, o pato com tupi dele lá, você ganha um um

Momento-chave: Certificado do pato do Jacan: personalização barata e memorável29:45certificado do Jacan que você comeu o pato de número não sei o quê. é besta, trivial, simples. Mas cara, mas eu tô lendo, eu eu tenho o certificado lendo, eu eu tenho o certificado [risadas] do Pato do Jacan e tô falando do Pato do

30:00Jacan, do restaurante Natal 10 anos Jacan, do restaurante Natal 10 anos depois.

30:04personificação com a personalização junto com, né, com a exclusividade junto com, olha o cuidado que tá tendo, né, » isso e a comida maravilhosa, mas é mais que a comida maravilhosa. Talvez a comida seria só um pato que eu comi

30:16maravilhoso, mas não, mas como teve esse momento que custou R$ 1, talvez, » nada, né? Nada, né? É, é » considerando toda, toda a lembrança positiva que você vai ter da marca, né, positiva que você vai ter da marca, né, cara?

30:28» Pro resto da vida. Pro resto da vida.

30:30» E me fale uma coisa, como que você começou nisso? né, que você mais de 20 anos nesse processo de TV, de vendas, de anos nesse processo de TV, de vendas, de mídia.

30:39» Pô, a gente chegou na metade do episódio, você já compartilhou n lições aqui, quase um curso.

30:46Como que começou, como que você entrou nisso? e conta um pouquinho da sua trajetória que eu acho que é importante isso para quem tá nos assistindo.

30:52» Eu falo assim, né, não é uma não é um dom, né, mas as caras tem pessoas que são mais comunicativas, [roncando] mais extrovertidas e são pessoas que são menos e eu sempre fui mais extrovertido, sempre fui mais falante desde moleque.

31:05Então sempre tive isso para mim me marca muito. Mas a minha carreira começou cara com um jornal, né? Eu eu trabalhei na Gazeta do Povo nos ídolos de 2000 na virada, né? quando o digital entrou forte e o e o papel impresso tava

31:19acabando. Eh, e ali eu já tava [tosse] já já era de mercado, tinha trabalhado experiência com TV por assinatura, TV digital naquela época que já tinha alguma conexão com a publicidade, mas eu não vendia a publicidade, eu vendia a TV

31:34por assinatura, assinatura mesmo, né?

31:36» Que aí era aquela vida de porta a porta, venda mesmo.

31:39» Mas eu falei: "Cara, eu preciso entender essa publicidade". Eu tinha me formado e fui pra Gazeta. Foi bem na transição.

31:44Falei logo na minha na minha vez o negócio começou a definhar, [risadas] a gente conseguia vender, cara. Era difícil, né? Porque poxa, entre investir em TV e os e os e os já tinha lá os os classificados na época indo pro pra

31:58internet, aquilo começou a minguar. E na época uma das TVs, dos grupos de comunicação aqui, estavam montando uma equipe de vendas e um amigo meu participando falou: "Ó, tem um cara lá que ele quer trabalhar com TV, eu conheço ele, é muito bom, fez faculdade

32:12comigo e os caras me chamaram que era no grupo Rick". Então aí eu fui lá lá, conheço o Alan, a gente trabalhou lá » e nós entramos, eu entrei para gerenciar uma equipe de vendas. Eu nunca tinha trabalhado com TV, detalhe importante. E

32:26a minha equipe ninguém era oriundo de comunicação, porque eles queriam fazer uma reformulação da equipe, que foi maravilhoso, porque eles, a gente fez uma pesquisa de mercado, analisamos um pouco o que tinha de possibilidade,

32:36falamos assim: "Gente, quem não tem nada tem tudo, então a gente vai para cima de todos, independente". A gente tem um pouquinho disso de observar muito quem faz isso, faz aquilo ou faz uma outra emissora. A gente ia muito direcionado

32:49nessa vez, na minha primeira experiência na I, a gente foi, como a gente fala, fez um abito, fomos » tudo que é porta a gente foi. Isso deu uma bagagem muito boa, tão boa, Rodolfo, que da minha equipe praticamente todos

33:02se tornaram líderes de equipes, ou foram ou estão diretores ou são diretores ou montaram seus negócios. Todo aquela leva lá ainda que está no mercado se consolidou. Fiquei quase 10 anos no grupo Rique. Depois eu eu fui para para

33:16uma área ali que era já um um um incipiente de trabalhar off com digital, que era uma plataforma chamada Wits, que era uma plataforma de Inger, que a gente atendia ali as escolas e vendia uma revista, tinha um programa e já tinha um

33:30pouquinho de rede social. E ali eu fiquei mais um tempo, mas eu falei: "Puxa, minha já tinha 10 anos, né? Eu falei, eu tenho um ciclo de 10 anos. E eu pedi para sair quando o grupo Massa tinha feito a transição, comprou, né?

33:43Comprou da do grupo Paulo Pimentel e eu fui convidado para trabalhar no mercado nacional. Era um executivo de mercado nacional, fui atender Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Nordeste, que para mim foi muito bom também. Falei dou uma

33:56oxigenada porque eu tava muito no mercado aqui, todo mundo me conhecia como o Anderson da Rick.

34:01» E aí na massa eu fiquei mais de 10 anos.

34:03Na massa eu fui do executivo até diretorgal de vendas e ali a gente conseguiu implementar o modelo já nessa linha de fazer toda onde as nossas equipes de vendas vendiam todas as plataformas e tinha muita conexão porque a Massa FM com a rede massa tinha uma

34:20particularidade muito muito muito fit de público. Mesmo os públicos falaram era muito interessante essa venda. Depois disso, eu tive uma um um momento ali de transição. Eu acabei eh sendo convidado de volta para trabalhar na RIG para

34:35fazer uma operação lá dentro da área dele de comercial também para organizar também essa parte de vendas. Eu voltei lá, mas eu já voltei Rodolfo, num modelo assim que falei: "Cara, não sei eh, como é que vai ficar isso". Porque era um

34:49modelo permanente, » sim. E em paralelo a isso, eu montei uma plataforma junto com um sócio chamado Sponsors Foral, que a ideia era patrocínios de todo que é tipo de eventos esportivos, culturais e entretenimento. Qual que é a concepção

35:04do projeto? a gente disponibilizar um marketplace de oportunidades de patrocínios, camisa de time de futebol, name rights de clubes, eh patrocínios de eventos, tudo que pudesse colocar alguma marca, nossa intenção era deixar esse

35:20marketplace funcionando e para que o mercado quando tivesse interesse, acessasse, desse um search lá, bom, quero comprar o patrocínio eh do Paraná Clube. tá lá, o Paran Clube tem a camisa, custa tanto, a plataforma estava preparada para transacionar tudo

35:35por ali, porque tínhamos assim eh verificado na pesquisa que entre clubes comprar e passar dinheiro era complicado, não tinha confiança » e a gente também tinha um lance de de para patrocínio de atletas. Então a a plataforma ficou pronta, isso na nossa

35:51concepção, assim, muito perfeito, mas na vida real a gente tava precisando fazer ainda muito a venda presencial, levar o PPT para fazer apresentação e por aí PPT para fazer apresentação e por aí foi.

36:01» E eu fiquei nesse desenvolvimento desse projeto por mais um ano e meio. E no último no final do ano, eu peguei a minha plataforma e falei: "Cara, eu preciso agora crescer essa plataforma e eu vou precisar de investimento. Então

36:13vamos captar investimento." E eu fiz algumas reuniões com o grupo Massa de volta, porque eram, fui mostrar para eles a ideia e a concepção. E nessa conversa falha, a gente não quer entrar no projeto, mas a gente quer uma área de

36:24projetos. Então a gente quer que você volte para o grupo » e e veja a parte comercial, né? Já tínhamos, estava começando a desenvolver uma área que já tinha, já tem um gestor fazendo toda essa parte muito bem. F, precisa de alguém que venha eh buscar a

36:40parte comercial, que olhe da porta para fora. Falei: "Puxa, e o meu momento foi oportuno também. Eu acabei deixando, né, me desfazendo da plataforma. meu sócio tá seguindo com a plataforma e eu acabei ficando agora nessa nesse novo momento

36:54agora também e num olhar diferente. Eu até falo assim, né, eu não eu não fico muito até dentro da operação porque eu não posso ser contaminado com o que contaminado no bom sentido. A operação continua, mas eu preciso oxigenar a

37:09operação. Então, a minha ida para lá é para levar projetos, para levar o conceito de live marketing, é levar o conceito de experiência para que a gente agregue isso aos nossos projetos que fujam do convencional para que a gente

37:21atenda esse mercado que tem essa carência grandiosa, tem muito dinheiro na mesa pra gente fazer isso.

37:27» Olha, tem muito que ser feito, né?

37:29» É, além disso, eu cuido da parte institucional das prefeituras de toda a região, né? As prefeituras da região metropolitana, as prefeituras, as menores prefeituras do estado, mais um trabalho institucional. Eu tenho um

37:40grupo de business que é o homens e mulheres de negócios, que é um um projeto paralelo que eu toco, que é um grupo de business de network. Esse grupo tá sendo agora remodelado. Então nós estamos lá com 80 participantes associados, onde a intenção do grupo é

37:57fazer network, eh eh fazer desenvolvimento, falar de mercado, falar de mídia, roda muita coisa bacana lá, tem muita gente boa. E esse ano aí a gente abriu, era só homens de negócio, a gente abriu pras mulheres, tá? Tá muito

38:09legal, porque » eu falo assim, a gente se, eu trabalhei muito, né, com mulher, eu tenho a minha filha que ela, eu fui sócio dela na agência dela, é uma baita de uma empreendedora e eu falar, a mulher tem um um zelo, tem um um apego, ela tem um,

38:22né, você já falou da sua esposa também, né, mulher tem um comprometimento diferente do homem, né? Eu gosto disso.

38:29Tem que ter, a gente tem que pegar isso Tem que ter, a gente tem que pegar isso também, » uma capacidade analítica, organizacional » absurda, né, que ajuda a gente de uma maneira. Então agora a gente tá estruturando isso. A gente vai fazer

38:38esse ano quatro eventos. Esses eventos, né? O próximo primeiro evento você vai ser convidado nosso lá. A gente vai falar aí das ferramentas de A, porque eu tenho muita gente de A no nosso grupo que eles trazem muitas soluções. Então a

38:50gente vai trazer um modelo de aplicação das IAS para pequenas, médias e grandes empresas, que eu sinto isso no dia a dia, como a gente pode ajudar as pessoas nesse aspecto. As pessoas, os empresários, né? é um empreendedor que

39:02às vezes ele não tem o tempo de ir atrás de um curso de IA, que ele não tem esse entendimento ainda, né? E a gente tem tanta gente boa lá assim, cara, que você fica abismado o que tem hoje de ferramenta disponível para automatizar

39:14tudo da empresa.

39:15» E hoje eu acho que esse ponto que vocês estão fazendo é crucial, porque a gente vê muito que há uma uma necessidade de vê muito que há uma uma necessidade de curadoria, » né? Tem tem muita informação, mas tá,

39:25mas o que que eu pego, né? que n passa por uma empresa varejo, o cara tem mid journey ass de fazer imagem, tipo, por que tá ligado? Sabe não? Então entender o que é aplicável e e conectar ao objetivo do negócio passa por isso, por

39:42essa curadoria, esse entendimento que acaba dentro do da estrat é marketing, né? [risadas] E eu falo assim, né? Eh, eu tenho tenho alguns associados que estão há 20 anos que os caras a gente fez uma reunião fica, lido com isso há 20 anos e há para

39:55mim é algo que imagina você ter um cara no teu grupo que fala: "Meu, eu lido com isso há 20 anos e ele poder nos dar essa esse suporte". Então é n é muito rico isso, né? e a gente poder contribuir com o nosso grupo lá nesse crescimento,

40:09nesse aspecto assim de ajuda mútua, mas assim, a gente preserva eh network dentro do grupo, então se alguém precisa de um serviço, gente, quem é presta esse de um serviço, gente, quem é presta esse serviço?

40:19» Fulano Berton. Já aconteceu muito negócio lá e não ninguém pega a comissão de ninguém, cara, vai lá, resolve tua vida, só seja grato e retorne depois pro grupo, porque essa é a, né, fala, é a conta da é multiplicação, cara. Todo

40:33mundo se ajuda, todo mundo cresce. Eh, e cara, nos últimos tempos eu me propus a fazer um pouco de conteúdo, né? Eu fazer um pouco de conteúdo, né? Eu entendi, eh, quando eu mergulhei no mundo digital um pouco mais, que nós precisamos também

40:47ser referência no que a gente faz. Se a gente, se eu lido com comunicação, marketing, publicidade, eu preciso também mostrar um pouco disso de uma maneira muito tranquila, de uma maneira também a me desenvolver, porque eu tô me

41:00desenvolvendo muito mais, né? Já fiz um propósito, não sei se você sabe a história do Mr. Beast, mas eu vou contar rapidinho aqui. Mr. Beast é o melhor, rapidinho aqui. Mr. Beast é o melhor, maior » por favor. Conheço, conheço através do

41:09meu filho, assisto muitos vídeos, » uma coisa, meu filho que me apresentou, Mr. Beast, é o maior influencer do mundo, youtuber do mundo, né?

Momento-chave: Desafio Mr. Beast: 100 vídeos em 100 dias41:16» E ele falou assim pro pro cara da reserva lá, né, pro Ron falou: "Cara, como é que você teve sucesso? Simples, eh, receita é fácil, faça 100 vídeos em 100 dias." Ele falou: "O que acontece?" falou: "Cara, aconteceu que ninguém veio

41:29falar comigo ainda até hoje". Eu falei: "Por quê?" Falou: "Porque 99,9% dos caras não fazem, porque é uma disciplina absurda você fazer 100 vídeos por 100 dias, todos os dias. E os caras que chegam noagésimo, noagéso, os caras

41:47performaram e ganharam grana, não voltaram mais. [risadas] Eu vou fazer isso." Mas e não é só fazer, sabe? Eu peguei assim, não é só gravar. Eu, eu, a minha filha, né, me ajudou nos aplicativos. Minha filha faz isso muito

41:59bem, mas ela falou, falei, eu quero fazer. Então, eu demorava 40 minutos para editar um vídeo, eu demoro dois, » né? Eu demorava uma hora para fazer. Eu faço vídeo no carro, » cara. Então, se eu pego do primeiro

42:10vídeo fiz, eu tô no 67º.

42:14vídeo fiz, eu tô no 67º. » Sim.

42:14» Todos os dias. Então, o que eu ganhei nesse período, né? Eu falo assim pra galera: "Pô, mas como é que é?" Eu falei: "Cara, vai e faz".

42:24E muita gente que tá na minha na minha rede social, às vezes passa, dá um like, às vezes não passa. Não se preocupa, cara. faz o seu, vai ver como você melhora, como você aprofunda, você obriga a se estud, você obriga a estudar

42:37o assunto, você obriga, » você aprende todo [roncando] dia. Então eu falo assim, foi uma forma para mim de eu todo dia aprender um pouquinho comigo mesmo, seja do tema, seja de uma até eu pego um ponto às vezes muito de família,

42:52relaciono até um pouco com com a minha fé, eu pego um pouquinho para falar do cotidiano, um pouquinho de novidade que tá chegando. Então eu faço vários temas, não é uma coisa tão engessada, mas tendo seguinte, obviamente eu tenho o roteiro

43:03para 100, mas eu vou às vezes tá muito chato, falando: "Não, meu, isso aqui tá mesmo, coloca o meu filho para gravar comigo, falo com meu filho grava, explode". Fala: "Meu vem cá, o meu explode". Fala: "Meu vem cá, o meu [risadas]

43:12meu engajador tem anos, é o cara".

43:14» Ah, é o meu, o meu tem sete. São os melhores, né? Cara, » perfil. Mesmo perfil. melhores, » ele vai lá e funciona. E eu falei, eu falo para ele, tenho teus os teus eh seguidores precisam me dar uma moral

43:26aqui. [risadas] É muito bom, é muito rico. E então, cara, eu tenho falado, tirado para mim isso um pouco no último assim, fal, cara, eu me tornei um grande camaleão. Eu sou um cara muito adaptável. Aprendi a me adaptar muito.

43:40Eu tive que abrir mão de algumas coisas nos últimos tempos porque eu precisei focar nisso, né? E às vezes eu falo assim, eu aprendi também que falar ou não é importante, né? Olha, não consigo lidar com tudo. Se vulnerabilizar é

43:53importante também, porque com tanto de informação que a gente tem, com tanta coisa, a gente lida, daqui a pouco você não presta atenção, você não tá cuidando de nada e é uma jornada maravilhosa, cara. Acho assim, tem que se cuidar, tem que cuidar

44:06da, né, da da parte profissional. Eh, nessa transição minha, eu eu tive um tempo meu também, eu consegui ficar quase se meses eh não não em casa, mas trabalhando muito em casa, muito perto da minha família. Isso me, cara, me deu

44:18um gás assim de vida diferente, me fez entender um pouco diferente. E » e hoje eu vejo assim, meu, tem um trabalho para ser feito lá com o grupo massa que tá maravilhoso, que tá uma equipe cara 10, uma gurizada jovem

44:31querendo fazer isso, me dá um gás também. Tô falando essa semana assim, tá muito legal que a gente tá produzindo e aí troca ideia de meu, você sabe isso?

44:37Vamos fazer aquilo, isso também dá. Daí as coisas engatam baita de um projeto e o ano tá só começando.

44:43» Maravilhoso. Maravilhoso.

44:44» Muita coisa para fazer, né, cara?

44:45» Sabe que essa essa questão da disciplina da execução, eu vou começar esse desafio de você aí sem vídeos em 100 dias, » cara. Eu provoco assim porque eu falo, meu, vai te dar um um clique diferente.

44:59Faça, se se proponha. Eh, no começo é ruim, é incômodo, você fica com compromisso às vezes, puxa, mas eu vou gravar, não vou, cara. Vai, vai, porque ele vem junto com, cara, vem assim um bônus de tantas outras coisas do que,

45:14cara, o vídeo é só um detalhezinho, cara, o vídeo é só um detalhezinho, entendeu?

45:16» É. E o processo te dá, » né? A disciplina de execução te faz chegar nesse nível de excelência assim, chegar nesse nível de excelência assim, né?

45:24» E é engraçado, né? Porque às vezes pesso Ah, muitos amigos fal e agora vai virar influência. Vou, vou, cara, deixa eu influência. Vou, vou, cara, deixa eu brincar.

45:32» Não. E, eí, e você falou um ponto, né? O julgamento vem de gente próxima, » né? Porque o o estranho ele tá te apoiando, né? Quem chega no seu perfil chega, gosta e segue, curte, admira. E o teu amigo que em tese era para te apoiar

45:50e te julga. Eu eu li uma frase hoje assim, né, que é que é mais fácil um cliente virar um amigo do que um amigo virar um cliente. E isso é dolorido, né?

46:02Eh, porque » as pessoas não prestigiam, né, cara, próximas. Mas isso tem o que do do humano ali, né, que ele » que ele você pode estar bem, mas não pode estar melhor do que eu, [risadas] né? Aquela velha máxima.

46:13» Ah, como tem, né? Como tem.

46:15» É, é um pouco do ego, um pouco do desapego que a gente precisa ir trabalhando isso no dia a dia, porque senão você acaba passando, né?

46:22E mas faz parte, eu acho que isso fortalece, faz você crescer, né? Eu falo, você tem que, uma coisa que eu penso muito, sabe, a vida é assim, é você contra você todos os dias.

46:34» Exato. E só isso.

46:36» Você se conhece, quando você bota fé em você, quando você entende que aquilo ali não é para para ganhar aplauso, que é um negócio que você tá desenvolvendo, meu, a vida fica fácil de resolver, fica a vida fica fácil de resolver, fica tranquila

46:47» e e é só o que importa, né? é de dentro para fora, né? Eu tô num projeto aí escrevendo um livro e e dentro da pirâmide de Maslow invertida que eu falo que a pirâmide da alta performance, eu falo isso assim, na Maslow, a o

47:00reconhecimento vem como um resultado, né? Ele tá na na evolução das necessidades. Na alta performance, o reconhecimento não é importante porque não depende do exterior, é de dentro para fora. Eu sei do que eu quero, eu sei o que eu sou capaz, eu sei o que eu

47:15tô buscando e isso me basta. Eu não preciso ter aplauso dos meus amigos para continuar gravando o nono, 10o, milésimo e fazer o centésimo vídeo em 100 dias.

47:27e fazer o centésimo vídeo em 100 dias. [risadas] » Mas é muito bom, cara. Tem que a gente, eu falo assim, quem tem essa, não é uma capacidade, mas tem esse desprendimento de poder falar, de se vulnerabilizar, de contar, pô, meu, dá, vai lá, faz, dá

47:40para fazer, faça, né, por você com podcast aqui. Coisa maravilhosa isso aqui, cara. Isso aqui é, eu falo assim, né? Poxa, olha a oportunidade que a gente tem aqui de tá falando com muitas pessoas e tá batendo um papo gostoso de

47:51de falar coisas que às vezes é chato, né? Você falar, sentar num banco para você falar e aqui fica uma coisa prazerosa. Não.

47:58» E é um projeto pessoal que eu quero conversar com as pessoas, eu fico aqui aprendendo. Então, eh, toda quinzena vem alguém que eu quero conversar e eu fico como um aluno, né? Eh, só o que você compartilhou conosco aqui é um curso,

48:12né? tem um curso, os cortes depois vão mostrar isso, mas quem assistir inteiro vai ter eh uma hora de lições, que para mim é isso, não é a lição do influencer que não é o cara que fez. Você tem 20

48:26anos de mercado, você sabe as dores, é é real cultura, como eu falo, sabe?

48:33» Entendi na na lida.

48:34» É isso, né? Eu eu tive uma experiência no carnaval no ano passado, fui com o meu sozinho depois pro carnaval no Rio de Janeiro, cara. E eu falo assim para você, quer ter uma aula de marketing, melhor aula, melhor MBA que você possa

48:46ter, vá pra praia de Copacabana na areia e fique conversando com os ambulantes.

48:50Fique um dia lá. Cara, é um absurdo a força de vontade que esses caras têm, o desprendimento deles, as técnicas de vendas que você vê o cara aplicando ali na hora. E às vezes um menino [roncando]

49:05humilde que é do morro, que tem pouco conhecimento, pouco cultura, mas é o desprendimento dele e até a cultura que ele vive proporciona ele entender a maneira que ele te abordar, entender o que você está consumindo, de que maneira

49:19que você vai, ele te envolve de uma maneira que eu fala: "Cara, eu não vou comprar por dó, você vai ter que me convencer". E o cara me convenceu.

Momento-chave: Case do milho de R$ 40: valor supera preço49:29Rapidamente passou um cara vendendo lá um milho. A média dos valores de milho lá, cara, era R$ 15 e o cara era R$ 40 o milho. Eu falei, falei: "Não, né, milho. Eu falei, falei: "Não, né, [risadas] não, eu sou bonzinho, mas não sou

49:42otário, sou curitibano, mas » eu falei, meu amigo, por que 40?" Ele falou: "Olha, boa tarde, tal, meu nome é tal, tal".

49:52Falou: "Meu amigo, eu vou fazer um milho para você.

49:56Se você não gostar do milho, você não me paga. Se você gostar do milho, você nunca mais vai deixar de comer o meu milho quando vi pro Rio e você vai fazer isso o resto da sua vida. Tá aceito o desafio? Falei: "Claro." E quando ele

50:11foi construindo a produzindo o milho dele, começou a falar » a experiência. Quando esses quando esses que vem de 15 estão conectando, eu estou desde esse horário, eu fui buscar esse milho lá, que ele não fica na geladeira

50:21e foi começando a criar valor e foi começando a criar valor. Ele falou: "Ó, minha espiga de milho é isso, você não vai pegar porque eu tenho, ele já tinha uma embalagenzinha num prato, ele foi descascando o milho e conversando comigo

50:32e eu tenho um preparei, começou a colocar uns temperos. Esses temperos aqui eu faço comigo com essa especiarias. Tarará tarará tarará. O meu parmesão eu ralo na hora. Já viu que o parmesão comprado uma porcaria? Assim vai. Eu já tava encantado, já falei, eu

50:45[risadas] queria contratar o cara para trabalhar comigo, né?

50:47» Veio vender comigo, né?

50:48» No final o cara provou, falei: "Cara, eu falei: "Olha, você, toda a tua venda começou lá, né, no teu, você veio trazendo o valor até agora, que o preço para mim ficou barato, » pequeno, pequeno." E não, e o preço no

51:01final das contas é isso. Não, não final das contas é isso. Não, não importa » desde que me entregue valor e que eu tenho essa percepção.

51:07» Total. Então, » e o inverso também é verdadeiro, né?

51:09Quando é uma cilada gastronômica que Quando é uma cilada gastronômica que » perfeito, » o cara vai, não é por não. Daí não daí a gente é chato que a gente tava falando antes de entrar. Essa carne [risadas] não tá boa, essa,

51:20não tá boa, essa, » né?

51:20» Mas é cara, eu eu falo assim, a vida de vendas e aí você falou: "Ah, mas eu não vendo, cara. Você vende, você tá vendendo aqui pra gente? Você tá, né?

51:28Você tá comunicando. Quando você tá comunicando, você tá trazendo a informação, você tá tá deixando alguma coisa comigo, né? Não pode ser só uma fala venda, não é só o escambo só troca na tem que levar alguma coisa aqui. Você

51:37tem que levar uma coisa lá, né? Todo mundo, né?

51:39» Então, se todo mundo se enriqueceu, você pegou algum algum, né, informação, pegou o valor, cara, que legal. Eu já aprendi mais coisas hoje, já tá legal, eu vou adaptar ao meu, ao meu estilo, né? Não preciso imitar você, mas eu vou adaptar

51:52o meu estilo de vida, o meu estilo de o meu estilo de vida, o meu estilo de venda.

51:54» E assim as relações vão se construindo e a gente vai se desenvolvendo junto. Isso que mais vale.

51:59» E todo mundo cresce, né? Quando quando a maré sobe, todo barco sobe, tem espaço para todo mundo. Eu eu falo isso, cara.

52:07A a ideia da competição, ela é soma zero, né? A gente tá aqui para colaborar e colaborar eu ganho, você ganha, meu cliente ganha, meu fornecedor ganha, a cadeia ganha. E se a gente olhasse isso, né, o tempo tá próximo, né, mas se a

52:24gente olhasse isso em todos os viéses, político, eh, social, econômico, cara, se a gente colaborar, todo mundo vai pra se a gente colaborar, todo mundo vai pra frente.

52:31frente. » É, » né? é um processo de construção, de de compartilhamento, de evolução. É isso. E daí o valor supera o preço e a gente vai paraa frente. Perfeito. É gente vai paraa frente. Perfeito. É isso, » Anderson. Temos aí 5 minutos finais, né?

52:47Eu passou rápido, passou voando, né? A Eu passou rápido, passou voando, né? A gente » conversa boa, não vê o tempo, nem li o o meu script. [risadas] meu script. [risadas] Que » bom. esqueci o roteiro. A gente foi

52:57realmente dentro dessa conexão.

53:00Compartilhe com a gente as lições para quem tá chegando aqui no final. O que que você gostaria de deixar de mensagem em relação à vida, a marketing, a a fé que você falou que tem, a gente nem entrou. A família, quantos anos tem

53:14sua filha?

53:15» A Carol tá com 32.

53:17» 32? Só tem os dois? Ela e dois, » ela e o Caio. Caio com oito.

53:21» Caio. Que legal. Eu eu tenho Max de sete e a Mavi de 1,5, né?

53:25» Ai, que maravilha, né? Então é momentos » Ai, que maravilha, né? Então é momentos assim, » é, eu falo o nosso tripé, né? É a fé, a família, né, cara? E o teu trabalho, né?

53:34Que se tudo isso tiver » na linha, amparado, e aí filho é a maior bênção que a gente pode ter, né? Então quem tem essa graça, hoje um amigo meu acabou de ter um filho, né? Eu falei: "Cara, você não sabe a jornada maravilhosa que Deus te abençoou com

53:48isso?" Porque cara, filho, a minha filha é uma bção para mim, porque ela se tornou uma empresária de sucesso, uma minha minha maior minha melhor amiga, minha maior amiga.

53:58» Fica o convite para ela vir falar com a gente. É importantíssimo ter figuras femininas nessa bancada.

54:03» Adorar, manda muito bem.

54:04» Vai ser um prazer recebê-la, com » Vai ser um prazer recebê-la, com certeza.

54:07» O filho, né? Eu eu fui entender muito da paternidade com o Caio. Eu pude conviver isso com ele muito. E agora um menino de 8 anos que joga bola todo dia. É o meu a minha gasolina azul.

54:18minha gasolina azul. » [risadas] » [risadas] » Entendi.

54:20» E e requer uma energia, a gente se renova junto deles, né?

54:23» Examente. Fal, hoje eu treino muito, faço todas minhas coisas porque eu falei, eu preciso tá bem, porque eu tenho um menino de 8 anos que é um tenho um menino de 8 anos que é um furacão, » que é um meu [roncando] foguete que eu

54:32preciso tá bem, » cara. A fé, cada um na concepção que se fala, mas eu não consigo, eh, graças a Deus, eu não consigo, eh, não dormir agradecendo e não acordar agradecendo hoje, né? por tudo que eu que eu recebo, por tudo que eu vivo, por tudo que eh o

54:48o nosso criador consegue disponibilizar para mim e paraa minha família, pros meus amigos, que eu torço muito, né, cara? E o trabalho, cara, verdadeiramente dignifica o homem, né?

54:56Se você tem essa, se você tem esses problemas para resolver, porque você tem capacidade, né? Fala: "Puta, eu tenho um livro que eu li, né? O problema oba você tá chegando para você porque você tem capacidade". Então, levanta, vai, isso,

55:07» abraça, cara, resolve. Entenda entenda que às vezes não é um problema, é uma oportunidade, né? Eu gosto muito disso, né? era aquilo. Aí você olha para trás, aquilo que era insolúvel, virou uma coisa, uma oportunidade, né? E e a vida

55:21é feito disso, né?

55:22» E a forma como você lida com os problemas que aparecem, né? Se você evolui a cada problema, cara, isso você vai cada vez mais, né? E e e resolver problema dos outros é maravilhoso, né?

55:33» Maravilhoso. Problema é um, né, cara? O problema é saúde. Se você não tiver saúde, você tem problema. O resto é tudo passageiro, cara. É um obstáculo, é um passageiro, cara. É um obstáculo, é um desafio.

Momento-chave: Lição final: network, time e fazer o certo sempre55:41desafio. » Fazer » e uma coisa que eu levo comigo assim, cara, né? Se você quiser eh rápido, vá sozinho. Se você quiser ir longe, tenha pessoas ao seu lado. Eh, construa equipes, construam times, desenvolva seu

55:54time, desenvolva relação com as pessoas, network. Eu sou um privilegiado. Eu tenho muitos amigos, clientes que até hoje, né, compram onde eu estou, porque eu estou lá, não é por causa às vezes de um serviço, uma coisa, mas cara, eu

56:07confio em você. Isso é é o que você deixa, né? É o teu network, é o teu legado que você constrói. Pô, se eu soube que o Rodolfo me indicou porque fecha o olho e vai porque a coisa vai acontecer. E cara, f certo, faço o reto,

56:23né? Faço o certo mesmo quando ninguém estiver olhando, porque importante é você, como nós falamos no começo, é você contra você. Quando você faz coisa errada, botou a cabecinha no terceiro, meu irmão, » você vai saber disso. Só você

56:35» eu falo, né? Quando você olha no espelho, no branco do olho, no branco do olho, né, no espelho, o que que você vê?

56:41Você se orgulha ou você tem vergonha, tem temor?

56:45» Você não olha direto, né?

56:46» É. Então, e essa tranquilidade, graças a Deus, nos faz seguir em frente e continuar passo a passo evoluindo.

56:55Anderson, pô, muito obrigado, né?

56:58Prazerzaço mesmo. Espelho receber sua filha. Qual o nome dela?

57:01filha. Qual o nome dela? » Caroline.

57:02» Caroline, venha conversar com a gente também. apresentar seu negócio. E, pô, sem palavras. Último abraço pro nosso público, por favor.

57:11» Obrigado aí, galera. Obrigado pela oportunidade do Obrigado aí que tá na operação aí. Eh, para quem pôde acompanhar com a gente aqui, é sempre uma honra, né, poder estar falando aqui.

57:20Tem um galera que eu tenho certeza que acompanhou, que já conhece um pouco dessa história, mas eh fica aqui também o convite lá dos homens de negócios que a gente vai poder também aí tá falando um pouquinho do que está acontecendo

57:32aqui. Quem tiver oportunidade paraa gente trazer também aqui para falar dos seus negócios, » portas abertas, » galera lá do grupo Massa que hoje estou fazendo parte desse time maravilhoso, um abraço também e enfim, todo a minha

57:45família, meus filhos, mãe, eh, irmãos, todo mundo. É legal mandar um beijo aí pra galera, né?

57:51» Muito bom.

57:53» Obrigado, pessoal. Excelente noite para todo mundo, para quem tá vendo, um bom dia, uma boa tarde e até a próxima.

57:59Daqui a 15 dias, nosso 10º episódio do Storiescast tá no Spotify, tá no YouTube. Sigam nas redes que é um prazerzaço comunicar com vocês. Muito obrigado. Valeu,

Descrição publicada no YouTube
No episódio 9 do Stoix Cast, Rodolfo Waterloo recebe Anderson Souza para uma conversa aprofundada sobre como transformar atenção em receita de forma estruturada e consistente. Com mais de 20 anos de experiência em TV, rádio, digital e eventos, Anderson apresenta uma visão prática sobre construção de valor em projetos de mídia, mostrando como audiência, posicionamento e estratégia comercial se conectam para gerar resultado financeiro real. O episódio explora um framework completo de monetização, passando por aquisição de atenção qualificada, identificação de público com potencial de compra, construção de ofertas eficientes, aumento de conversão e estratégias de retenção que elevam o ticket e a recorrência. A conversa também traz insights sobre percepção de valor, posicionamento de alto ticket, tomada de decisão em cenários complexos e os bastidores de projetos que evoluíram de audiência para operações lucrativas. Além disso, são apresentadas leituras claras sobre o cenário atual da economia da atenção, novos modelos de monetização e as oportunidades que estão se consolidando para empresas, criadores e líderes que desejam transformar mídia em negócio. Este episódio entrega um direcionamento direto para quem busca estruturar crescimento com consistência, construir receita previsível e transformar atenção em resultado financeiro sustentável.