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05:40Bem-vindos, amigas e amigos do Stoikcast, o podcast sobre tecnologia, sobre negócios, patrocinado pela Stoik Dev. E hoje, né, presença ilustre aqui dos meus dois amigos, Mahmud Alsaí, falei certo, né? Correto? Certo.
05:56falei certo, né? Correto? Certo. Correto.
05:56» E Alexandre Nichoca. E eles são da Goon, uma empresa também de tecnologia que tem aí mais de 10 anos eh exercitando e trabalhando e construindo. Mas eu queria que vocês se apresentassem, né, contassem um pouquinho tanto da história
06:09pessoal de vocês, como que vocês caíram na tecnologia, o que que estudaram e o surgimento da Goon, qual é o mito fundador que eu particularmente sei por convívio com Mahamud, mas eu gostaria também que os nossos ouvintes eh
06:22entendessem porque é uma história bonita e vale a pena ser compartilhada. Legal, bacana. Acho que começo aqui me apresentando então e inclusive, primeiro agradecendo aí pela oportunidade de participar. A gente já tava até por
06:33planejar isso de acabar fazendo esse podcast junto. Então, obrigado aí pela podcast junto. Então, obrigado aí pela oportunidade.
06:37» Eu que agradeço.
06:37» É, imagina de estarmos aí juntos. Eh, então, sim, a gente começou aí com com a tecnologia, mas antes disso até vim de F de Iguaçu, né? Então tava até naquela ideia onde se eu ia paraa área de TI ou não se formado em engenharia de
06:50computação. Então a minha formação acabou sendo aí de engenharia de computação e comecei atuando até numa empresa indiana chamada IPRO. Então comecei com suporte, então o suporte sempre daquele momento desafiador, né?
07:01Eh, e aí depois fui pegando o jeito ali para trabalhar com projetos e nisso acabei conhecendo até o Unichoque no segunda consultoria, onde a gente teve um contato remoto. Então, sim, eh, hoje na GO tenho feito a parte de relacionamento de sou diretor de
07:18relacionamento e da parte comercial e com isso a gente tem aí tocado a Gono do nosso lado.
07:24» Obrigado Rodolfo. Eh, um prazer táar aqui conversando com você. Um prazer tá ter sido convidado, na verdade, para sentar na mesa. Você falou que só convida com quem [risadas] você quer falar. Me sentir já especial por conta
07:35disso. Isso. E gente, é verdade aqui nessa mesa só senta com quem eu quero conversar. [risadas] Então, quem passou por aqui, com certeza eu estudei, pensei, avaliei e e é um prazer ter vocês aqui.
07:47prazer ter vocês aqui. » Legal.
07:47» Legal. Eh, bom, sou formado em administração. Eh, caí na TI por acaso, né? Eu trabalho com com TI já faz mais de 25 anos, não tinham tantos cursos assim de TI na época. Eh, como eu disse, eh, entrei por no bug do milênio,
08:02naquele boom que teve, né?
08:04» Então, já e de lá não não não saí mais da da TI, né? Eh, bom, conheço o Marmude agora já o tempo vai passando, né?
08:13Quando eu conheci o Marammud, o Marmude não tinha cabelo branco e nem usava óculos, né? [risadas] óculos, né? [risadas] » Obrigado.
08:18» Isso. Inclusive, era uma preocupação dele, né? Que ele que a gente ia conversar às vezes com um cliente, alguma coisa, ele falava: "Cara, o que que o cara vai achar? Não ten cabelo branco e tal". Falei: "Sou muito jovem,
08:27né?" [risadas] » Isso, isso mesmo. Esquece, esquece e vamos, vamos, vamos. E e a gente dá um jeito, né?
08:34» Eh, hoje na Goon a gente toca a empresa, eh, o dia a dia, a parte da tecnologia, novos produtos, relacionamento com o cliente, aquela coisa de de a gente tem 100 pessoas, mas eh a gente tem esse medo um pouco de crescer muito de demais
08:50porque acaba perdendo um pouco o coração ali, a alma ali, talvez, né?
08:54Eh, a gente gosta desse negócio de fazer um pouco de tudo também no final das contas, né? E com esses 10, 11 anos a gente acaba pegando o jeito um do outro ali. Então já fica muito mais fácil pra gente trabalhar.
09:04» E eu falava um pouquinho antes de a gente entrar, né? compartilha um pouquinho da história da Goon e como que ela surgiu, porque eu acho que uma relação, né, de 10 anos, eh, tanto de sociedade quanto de amizade, mais uma
09:17empresa que se mantém eh atuante por esse período, é muito louvável numa realidade onde as empresas nascem e morrem na grande maioria, em menos de 2 anos no Brasil. Então, compartilhe um pouquinho dessa história que eu acho que
09:29é interessante e tem o mito fundador da união de vocês, né, e do surgimento do negócio que para quem tá nos ouvindo pode ser inspirador e pode ser replicável de alguma forma.
09:39» Bom, eh, bom, vamos pelo nome, então, né? O, o show tem que continuar, né?
09:45Show must go on, né? Nunca tinha feito esse essa relação, mas foi um pouco o sentimento ali que teve quando a gente sentimento ali que teve quando a gente começou.
09:52Eh, 2015, o pessoal que trabalha com a gente mais novo ali, os desenvolvedores mais novos, talvez eles não lembrem, né? Eh, mas a gente tava numa crise danada, né? O país tava ruim, eu vi o país já pior, mas realmente foi uma queda pesada assim,
10:07né? Eh, eu era responsável de uma outra consultoria e os negócios não estavam indo bem. Eh, foi um ano duro assim, mas eh nada é tão ruim que não possa piorar, né? [risadas]
Momento-chave: Arco que segura o leigo: “descobri um câncer... me mandaram embora”10:21Eh, e aí no no começo do ano de 2015, eh, eu, eh, descobri um câncer.
10:31Eh, passou um mês, eu fiz uma cirurgia, coincidência ou não, na semana seguinte me mandaram embora. [risadas] Eh, então em 2015 tava no meio da crise, Eh, então em 2015 tava no meio da crise, eh, » com câncer » e despedido.
10:44» E despedido. E despedido. E aí eu lembro que o Marmud foi um dos caras que talvez ele tenha ficado mais puto. Pode falar puto, » pode, pode, [risadas] » pode, pode. Ah, tá bom. mais puto que eu, mais puto do que eu com a situação.
10:58E ele verbalizou isso algumas vezes e eu, cara, tão preocupado, mas » foi mandado embora junto. [risadas] » Não, o pior, o pior é que não, mas assim, na na na E eu, cara, tava preocupado com realmente outras coisas,
11:10né? Eu deixei claro lá pra turma, eu era o responsável da filial aqui, » eh, então deixei muito claro para eles o que que é que tava acontecendo, que podia realmente eh que eu teria que meentar, possivelmente, né? Não sabia se
11:21eu ia ter que fazer química, que eu ia ter que fazer de lá para cá. nesses 11 anos aí o o Mammud acompanhou bastante, mas foram seis cirurgias, uma químia.
11:29Então eu sabia que o quadro não era muito eh simples, né? Eh, aí eu saí, acabaram algumas pessoas foram mandadas embora, não foi o caso do Marramute.
11:41Eh eh e aí vem um pouquinho, então o show tinha que continuar, tinha esse essa esse sentimento no final das contas, Maramud Bravo, eh, mas continua trabalhando lá.
11:53Eh, e eu tinha algumas eh tinha uma questão de de não competição também envolvida, tinha uma questão de plano de saúde que era o local, então não tinha muitas alternativas no final das contas, né? Então, bom e velho Brasil também,
12:08então empreendedorismo por necessidade no meu caso.
12:11» Então, a Gon nasceu com esse espírito de continuidade, né, continuidade, né, » sobrevivência, » sobrevivência para mim [limpando a garganta] especificamente, né? Então tinha um pouco de com apitada de desespero e um pouco de loucura, né?
12:21» Como todo bom empreendedor, né? Exato.
12:23Exato. Desespero meu. Loucura do do [risadas] Mahamude, né? Que que aí o o na sequência ficaram algumas pessoas despedidas, pessoas boas, bons profissionais ali, acabaram ficando eh eh eh no mercado de novo, né? Não,
12:38Marmud, ele continuou empregado, ele inclusive tinha uma outra oportunidade, inclusive tinha uma outra oportunidade, uma » assumiu o seu cargo, mas [risadas] » não não. Ele arrumou, ele arrumou, ele arrumou um, ele tinha uma oportunidade
12:48para uma multinacional gigante. Então ele tava empregado, mas mesmo assim ainda tinha, ele não queria ficar mais lá. Foi uma decisão dele. Ele tinha ali uma oportunidade, uma multinacional muito grande. E aí eu fui falar com ele
13:01e tal, cara, tá aqui, né? tem um barto furado aqui. Eh, e alguns caras pularam denso, né? Alguns por necessidade, outros eh, » por loucura, » por loucura. Eu falei, cara, tem aqui o barco furado aqui, tem, tá vendo o
13:17Silver Tape ali, o Derepoc aqui e tal, como é que E ele falou: "Cara, que que você acha?" Eu falei: "Cara, é uma multinacional, cara." E aqui o que a gente tem é isso aqui que você tá vendo aqui, né? Tem um balde aqui para tirar
13:29água dentro. caso » isso. O caso o caso comece a encher meio rápido, né?
13:35» É, acho que na vida nada acontece por acaso, né? Então acho que assim, esse instinto empreendedor, acho que eu sempre tive, eh, quando eu comecei até a trabalhar nessa, né, nessa empresa indiana que era o IPR, eu sempre tive
13:45será que um dia chega lá? Será que não chega? Será que é possível? Será que não? Então, sempre me bateu essa adrenalina, essa dúvida. E aí quando recebia convite aí para trabalhar numa numa outra empresa com Curinxoga, então
13:57sempre foi uma admiração, né? E aí quando eu vi ele saindo e da forma que saiu, falou: "Putz, cara, não, não é o que eu quero. Para mim, tem sim essa oportunidade de voltar, mas por que não tentar algo direto, né?
14:07tentar algo direto, né? » Claro » que aí foi sim essa esse instinto, né? E aí ele a gente choque sempre teve um relacionamento muito grande na Eletrolux, então desde 2002 ele tá lá e eu da mesma forma com a Cargil, né, que
14:17é um uma das melhores empresas do agro.
14:20Aí eu tinha essa mesma porta aberta também, onde eu fiz o primeiro contato e tentei. E aí foi aí que começou agora, onde a gente recebeu cada um uma oportunidade logo para começar e mostrar. Então assim, a gente sabia que
14:30tinha uma só e aí dali daria sequência para os demais. Então primeiro começou com uma loucura, tá beleza? Primeiro a gente começa, depois o que que a gente vê, o que que a gente faz? Sabe lá Deus, né? E aí depois as coisas foram se
14:40caminhando, então a gente sabia que a gente se acertasse aquela, a chance de ter uma recorrência era grande. E se não desse aí, beleza. Então talvez vamos pensar no plano que era B, talvez volte a, né? Então a » então foi dessa forma e a gente não
14:52colocou nenhum centavo. A gente tinha uma mesa, era bem uma mesa, a gente tinha dois cavaletos e uma tábua, né?
15:00tinha dois cavaletos e uma tábua, né? » [risadas] » Eh, a gente conseguia trabalhar até às » Eh, a gente conseguia trabalhar até às 6, 6, porque » na verdade a gente ia trabalhar remoto até a ideia inicial, só que antes se
15:10bater a pandemia, quem conseguia trabalhar remoto mais de uma semana, né?
15:13Não dava, era difícil. Aí a gente conseguiu um escritório onde ainda não conseguiu um escritório onde ainda não tinha » ligado energia, né? A gente puxava até a internet do » do vizinho, » do vizinho ali com permissão e tudo.
15:24Então ficou uma semana, cada um levou sua cadeira e um notebook. Esse foi o nosso investimento para começar.
15:28» Que legal. Que legal. E nesses 10 e 15 anos aí que que a gente acompanhou a virada tecnológica das empresas, virada tecnológica das empresas, surgimento mais massivo dos RPS, da documentação digital, toda a parte fiscal contábil
15:42indo paraa digitalização, eh, o que que vocês enxergam de melhor, de pior, né?
15:49Eh, o que que vocês entendem que fez a diferença na tecnologia, na goon, na vida de vocês?
15:59nesses 10 anos de transformação digital, que a gente sabe que ainda tá longe de chegar ao final, que ainda tem muitos e muitos gaps em diversas empresas, tanto de modernização quanto de implementação e agora entrando daqui a pouco na onda
16:11do IA, mas o que que vocês enxergaram, né, e como que vocês navegaram » dentro desse processo de transformação digital que foi tão grande na estrutura industrial e e de serviços do Brasil?
16:24Primeiro a gente pensou que vamos dar um jeito da gente se alocar primeiro, vamos trabalhar. [risadas] Eh, só que eu acho que a gente fundou a Gol em 2015, né? Em meado de 2017 para 18, a gente começou a se espertar num, acho que num movimento do mercado que
Objeção: “Sempre customizamos no ERP e funcionou”: custo do upgrade16:39era o eh Clean Core, né? Onde assim, pute mais no RP tanto, né? Antes todo mundo pegava o RP, principalmente quando o RP não era um SA, eh, mexe dentro do RP, custumiza ele e faz o que tem que fazer e boa, né? Eh, e a gente começou a
16:54ver que com um tempo isso começou a ficar não, putz, as o upgrade começa a ficar muito mais difícil, as se for o caso rout, se for o caso até uma migração. Então a gente começou a perceber que essa transformação digital tava começando a ficar em paralelo com
17:12RP e aí a gente começou a ter a sacada onde? Pô, a gente conhece o RP, a gente conhece processo de negócio. O que tá faltando talvez é outra perna, é começar a desenvolver coisas que são diferentes do RP pra gente conectar os dois. E aí
17:27com o tempo a gente foi enxergando que a gente tem uma vantagem, que é conhecer o processo e saber onde vai impactar o usuário. Não só um desenvolvimento, onde usuário. Não só um desenvolvimento, onde » sim, » ah, eu vou desenvolver porque o cara me
17:37pediu desse jeito, eu vou fazer desse jeito que ele pediu. Não, mas esa aí, será que isso que ele pediu faz sentido?
17:42Será que é isso que ele precisa? Será que depois na sequência ele não vai ter problema? Então, com isso, a gente começou a perceber que a gente é um diferencial muito grande nesse quesito onde a gente ajuda a definir o escopo e
O abandono coincide com o fim do arco humano (câncer, demissão, barco furado) e o início do jargão de nicho ERP; quem fica é audiência qualificada.
17:52desenvolve pensando com a cabeça de quem tem o core do RP. Então esse acho que talvez tenha sido uma das maiores sacadas da transformação digital que nós tivemos e a gente começou a diversificar o nosso portfólio, né?
Objeção: “Vocês são só a galera do ERP”: rebranding Modtec18:04» E tem algum ponto impactante assim, alguma dificuldade que vocês perceberam?
18:09alguma dificuldade que vocês perceberam? Tem » para fazer a virada?
18:10» É, ou ainda tem no dia a dia? Eu acho que primeira coisa que me veio na cabeça assim foi eh toda vez que a gente tentava ir para uma transformação digital, o mercado nos encarava como se fosse ah aquela galera do RP, [risadas]
18:26que que eles vão querer fazer eh em com qualquer outra área, sendo que talvez não faça sentido, né? Eh, e a gente chegou até criar uma identidade visual nova. Cas, vamos criar uma empresa nova, vamos se apresentar como essa nova
18:39empresa, vamos começar mostrar que tem uma logo diferente, » era uma spinoff assim, um » ex. Mas CNPJ por enquanto era o mesmo, » ex. Mas CNPJ por enquanto era o mesmo, né?
18:46» Sim, sim.
18:47» Eh, e aí enquanto assim a gente não conseguia fazer essa virada, a gente foi mantendo essa, talvez chamava ela dentro de casa, inclusive de era Modtec, né? A gente chamava indicando, ah, isso aqui é Moditec, isso aqui é Gon. E aí com um
18:59tempo depois que ela acabou sendo eh ficou tudo como go, a gente meio que não, não, acho que não é mais o caso, vamos unificar uma coisa só. Então assim, primeira coisa foi a nossa assim, primeira coisa foi a nossa identidade,
Objeção: “Trocar de fornecedor é arriscado”: mercado de indicação19:09» porque o RP é muito quem indica. Todo mundo conhece todo mundo, todo mundo, mundo conhece todo mundo, todo mundo, principalmente » relação de confiança, » relação de confiança, é pessoa, não é muito, você fala, não, quer saber? Não
19:18deu certo nesse cliente, nesse outro cliente aqui, vou lá que eu vou botar na porta, tá tudo certo. Não, todo mundo conhece todo mundo, no mínimo. Tem uma referência com alguém que não seja direta, mas indireta tem. E fora que os
19:28processos de migração são bem difíceis, né? Você você não consegue ignorar um histórico construído, um RP que já roda na na na sua eh empresa, na sua indústria, com todos os diferenciais e e
19:44particularidades que ela tem e simplesmente pegar um produto de prateleira e falar: "Ah, não vou trocar" e, né? [risadas] » Troca uma coisa por outra. É tão óbvio, né? Sim. Eu acho que é um dos desafios, acho que talvez uma das viradas mais
19:57difícis de empresa quando a gente vê, né? A gente fez até a nossa agora nem se compara com a proporção que tem, mas até hoje a gente não conseguiu talvez fazer a virada da forma que nós gostaríamos, né? Então, se pra gente assim estamos em
20:10100 colaboradores, não é tão fácil, imagina uma empresa que tá com X000 colaboradores, que tem sede em tudo que é lugar, tem particulares, regiões, tributações diferentes. Então, assim, é uma virada bem crítica até eu chamaria.
20:26E nesses 10 anos de atuação, assim, tem um um um caso que vocês se orgulhem, compartilhem, que seja emblemático, não necessariamente pela perspectiva técnica, mas pela perspectiva de fazer acontecer, de construir, de executar, de
20:41cara, isso aqui, putz, me deu uma lição que eu carrego pra vida e pode ser compartilhada com quem tá nos compartilhada com quem tá nos assistindo.
20:48» Tô pensando enquanto você tá perguntando » Tô pensando enquanto você tá perguntando aí, » me ajuda aí, choca.
20:53Eh, eu eu acho que o o ponto principal que que fica assim, que eu acho que dá pra gente compartilhar é é engraçado, a gente fala de tecnologia, eu sempre penso de gente, né? Final das contas. [limpando a garganta] É porque é
21:08o que a gente tava falando, é um relacionamento no final das contas, né?
21:11Então, assim, é aquilo, a gente trabalha com uma tecnologia específica, a gente trabalha com Oracle, eh, um RP da Oracle. que eu tenho vários RPS no final das contas, mas eh o que fica para mim é exatamente assim toda a ajuda que a
21:24gente teve das pessoas.
21:28Então na CGIL teve muita gente que ajudou. Eh, na Eletrolux teve muita gente que ajudou.
21:35» Eh, e pessoas que confiaram na gente e e dentro de casa também, né, como eu falei lá atrás, teve muita gente que acabou pulando no barco.
21:42pulando no barco. » Barco, » no barco que não tinha muita cara de » no barco que não tinha muita cara de barco.
21:46» Mas hoje é uma lancha, né? né? Poi » Mas hoje é uma lancha, né? né? Poi [risadas] [risadas] evaluiu.
21:50» Pois é. Pois é, pessoas até que estavam com carteira registrada, não tinha nenhuma ameaça, muito pelo contrário, venham por confiar, pela confiança, pelo relacionamento. Então, quando você começou falando, foi, acho que foi bom
22:01você ter falado disso também, que me veio na cabeça até o seguinte, né, assim, com cliente com não consigo levar lembrar de um projeto, fala: "Putza, esse projeto foi desafiador". Mas talvez eu lembrar de pessoas, putz, cara, com
22:10esse cara aqui talvez não comecei tão bem por n motivos, né? cliente, ambiente novo, aquela desconfiança, aquela falta de putz, vai me entregar, não vai, tem a cobrança de projeto, mas quando entrega, você fala: "Puto, cara, você entregou
22:21que eu precisava, salvou minha pele". Aí você fala: "Então isso é gratificante".
22:25E aí ainda mais quando tem uma mudança de empresa, né? Que às vezes a pessoa acaba saindo e vai pro outro e aí ela você vê que essa pessoa te procura você vê que essa pessoa te procura novamente, » te leva, né?
22:34» Te leva. vai se isso. Isso talvez valha mais do que algum contrato assinado às mais do que algum contrato assinado às vezes.
22:38» Exato. Então esse reconhecimento aí quando a gente volta para pessoas e não projeto, putz, confia em mim, acreditou em mim, sabe que eu não vou deixar na mão. Então, às vezes, algumas situações aconteceram do seguinte sentido, né? Eh,
22:50sei lá, a gente mandou alguém paraa entrevista para trabalhar e tal e talvez na entrevista a pessoa não tenha sido tão bem, cara, confia em mim. Essa pessoa vai te entregar o que você precisa. Não, belezaam, tô confiando em
23:00você. Então isso isso não tem preço.
23:03» Isso não tem preço. Então acho que é uma das maiores e o time sempre corresponde, das maiores e o time sempre corresponde, né?
23:07» Então assim, acho [limpando a garganta] que além de pessoas quando a gente fala para fora, a gente fala para dentro, né?
23:12» Que são dois desafios, né?
23:13» São dois desafios. Então a gente criou uma cultura ali interna muito forte, onde o time é muito unido, o time tem um potencial muito grande. Então assim, quando a gente fala que a gente não, principalmente fala em isso em reuniões
23:27mensais, né? Você pode vir o projeto que vir, que o projeto que for, a gente vai entregar, não importa como seja, a gente sabe que tem um skill para isso, tem competência e que o time vai fazer essa entrega porque não vai deixar a gente na
23:40mão, né? Então, em 11 anos, a gente nunca teve algo que a gente falou assim: "Putz, isso eu não consegui entregar".
23:46» Você falou que tão com mais de 100 colaboradores, né? Tem esse 10 anos de trajetória, 11 agora. Uhum.
23:53» Como que vocês lidam com essas variáveis internas e mais importantes de uma empresa, que são os colaboradores, principalmente no sentido de as gerações vem passando, os perfis profissionais vem mudando, eh, né, tecnologia teve
24:09altos e baixos e cada auto que vem é uma uma um mar que leva os melhores para fora do Brasil e, né, e daqui a pouco o mar retrai, eles voltam. Enfim, compartilha um pouquinho de como que vocês atuam, né, e e como que vocês
24:23lidam, qual é o segredo para conseguir, né, orquestrar e motivar e e conduzir mais de 100 pessoas dentro dessa oscilação que a tecnologia traz.
24:34» Legal. Acho que o Nichoque falou até em algum momento até [limpando a garganta] de putz, talvez a gente tenha medo de crescer, né? Foi essa expressão que você usou. E eu fiquei pensando, putz, será que é medo? Será que não é? Mas acho que
24:43talvez eu trocaria ela talvez por a gente zelar pelo que a gente tem ali, a gente manter dentro dos controles que a gente tem, né? O que eu quero dizer quanto isso é eh embora talvez não seja o barquinho, seja a lancha que a gente
24:56tá brincando, né? Eh, a gente é muito no na base da confiança, onde o fio do bigode, se eu combinei com você que vou fazer isso por você, que eu vou te entregar tal coisa ou que a sua carreira daqui x tempo vai acontecer, a gente
25:11sempre vai fazer um esforço gigantesco, embora talvez não seja a melhor alternativa pensando corporativamente, que a gente sabe que às vezes a gente deveria olhar pro número, a gente não deveria olhar para pro lado emocional. E
25:23o que a gente faz hoje é, se eu me comprometi, eu vou entregar, eu vou comprometi, eu vou entregar, eu vou fazer.
25:27Então, talvez, eh, a gente vem criando essa cultura interna onde tem essa base da confiança, essa base da união e de que o combinado não custa caro. Então, é dessa forma a gente tem conseguido manter esse time tão unido e também a
25:41gente tem um turnover muito baixo, ou seja, a gente difícil ter ah não troca o contrato porque foi embora contrato, então a gente tem uma baixa rotatividade pelo clima que nós temos dentro de casa.
25:49Então, acho que essa » é no começo que o Marmud fazia muito era churrasco. [risadas] churrasco. [risadas] » É.
25:57Exato. Quando quando era menor que aconteva todo mundo lá e você sabia da vida de todo mundo, o que que é que tava acontecendo com cada um. A gente sabia realmente eh 20, 30, em algum momento a gente chegou e falou: "Cara, agora
26:07» tá difícil fazer o churrasco para tanta pra gente [risadas] » tem que chamar os assador a mais." » tem que chamar os assador a mais." Exatamente.
26:14» Mais russo, né?
26:15» Mais russo, né? » É.
26:15» E e o que o que a gente perdia no final das contas é o que que é que tá acontecendo, mas no final das contas a gente participa da vida do pessoal.
26:21Exato. A gente sabe quando o cara, se o cara tem algum problema pessoal, é difícil você descasar as coisas, né? E e muitas vezes eh eh o que fica ali para as pessoas, a gente tava falando esses dias, né? São é aquela situação você
26:34acompanha a vida dele realmente, né?
26:35Depois de 25 anos, assim, eh teve alguns casais que eu vi se juntando, trabalhando ali junto, teve caras que eu vi saindo ali de estagiário, virando vi saindo ali de estagiário, virando gerente.
26:45» Eh, acompanhei a vida profissional do cara, né? E e você e você acompanha casamento, você acompanha nascimento, você acompanha morte.
26:53» Isso, isso é uma é uma das coisas mais bonitas assim, né? Você conseguir impactar positivamente a vida das pessoas, né? E e gerar essa conexão, fazer essa evolução, conduzir isso, poxa, é sensacional.
27:07» E a gente tem tem muito disso ainda bem dentro de casa e é um pouco isso que a gente tá falando que a gente não gostaria de perder, né? Eh, mas com 100 pessoas a coisa vai ficando um pouquinho diferente, não tem jeito, tem que ir
27:16delegando e a gente vai perdendo um pouco o contato ali, pelo menos tão próximo que a gente tinha, né?
27:22próximo que a gente tinha, né? » Direto.
27:23» Eh, mas o espírito continua ali com a equipe. Ainda bem. Eu acho que esse esse é o ponto que que ficou e que a gente até tava falando, Mar falou: "Cara, quando alguém fala, cara, eu quero trabalhar com vocês". E aí você sabe que
27:33o cara tá trabalhando ali, não porque a gente paga melhor, porque a gente não paga melhor, [risadas] eh, mas porque o cara quer trabalhar com a gente, » isso realmente é dá gosto.
27:45» E como que vocês estão lidando com essa evolução, tanto geracional quanto tecnológica, né? Já tem tem sentido isso, né? Porque eh tem um um tradeoff aí, né? A gente pode tentar buscar
28:00profissionais mais jovens que tão mais atualizados, né? E daí você ganha na técnica, mas trabalha com um perfil diferente do seu. Ou você mantém profissionais mais antigos buscando profissionais mais antigos buscando atualizá-los
28:16e mantém o perfil. Mas a gente sabe que também o profissional e mais experiente tende a ser mais requisitado pelo mercado, tende a ser mais caro. Como vocês trabalham essa evolução nesses dois vieses, né? E perfil eh etário,
28:32digamos assim, né? Geracional e a evolução tecnológica que também cada vez mais rápida e mais agressiva, né?
28:41Eh, eu acho engraçado às vezes ali, né?
28:42que eu tive que lidar já com o pessoal, com os milênios ali, que era aquela coisa já bem diferente ali do da geração anterior. E sofria ali bastante com eles, né? E agora eu vejo eles sofrendo com os alfas ali, com os alfas ali
28:54chegando. Eles estão [risadas] ali, eles, eu vejo eles os conflitos ali, mas eu vejo as diferenças ali também. Essa turminha mais nova, eh, e aí o pessoal vai ficando velho também, né? Os milênios vão ficando mais velhos, ficam
29:07falando: "Ah, esse pessoal aí é apressado". Um dia você já foi o problema geracional da sua empresa.
29:12[risadas] Exato. Exato.
29:13» E ele já foi apressado. E agora ele ele ele eu vejo eles criticando a a pressa e aí eu vejo que não é geracional, eles colocam na geração, mas é do cara novo e que que tem pressa, » energia, vontade.
29:24» Exato. Exato. Exato. E eu vejo que essa turminha nova assim eh é aproveitar o que eles têm de melhor. Eh, a gente tava falando algumas diferenças ali, eh, esses dias, né? O, inclusive um, um milênium comentando, né? A gente colocou
29:37um, falaram que o cliente, o cliente pedir coisa errada também não acontece com a gente, né? Ele solicitou um tipo de desenvol desenvolvedor de uma tecnologia específica. A gente colocou a pessoa que tinha aquela habilidade lá
29:50para trabalhar. Isso um milênio me contando, né? E aí ele falou assim: "Cara, passou um tempo, eu chamei o o desenvolvedor para falar e aí falei: "Cara, você tava fazendo desenvolvimento em tal ferramenta, não vou lembrar qual
30:01ferramenta específica". Aí falou assim: "Não, cheguei lá, era outra coisa".
30:06Como outra coisa? Você não conhece outra linguagem? Outra coisa. Nossa.
30:09» Aí ele falou assim: "Mas você não conhece? Você conhece tal linguagem?" Não, não conheço. Mas cara, tô aprendendo. Tô aprendendo. E não aprendendo. Tô aprendendo. E não reclamou.
30:18» Se você pega um cara mais antigo, era aquele cara que era muito especialista.
30:22Ele ficava ofendido. Se você falasse para ele, um caraor para trabalhar como júnior, aprendendo uma outra. Não, cara, isso não se faz, né? Isso é pecado e tal. O cliente gostou inclusive do menino que ele começou correndo atrás e
30:37tudo mais, né? Então assim, a gente vê que tem muitas diferenças, mas o especialista tem muito valor, o cara antigo também eh tem muito valor no final das contas. Aí eu vejo é aproveitar realmente o que que eles têm de melhor e muitas vezes você tirar o
30:49cara um pouco da zona do de conforto.
30:51Então a gente até agora tá uma brincadeira lá eh o pessoal montou lá um grupo lá dos Go grupo lá dos Go [risadas] » um pessoal entra nesses ou Maramud para saber [risadas] o Maramund não tá
31:06nessa porque o cliente pediu exatamente uma tecnologia bem antiga.
31:09» Ah tá. É, » essa é mesmo. [risadas] » RPG, bom e velho RPG, a tela verde lá.
31:15Eh, e aí assim, essa e a turma ficou animada de volta de olhar uma tecnologia mais antiga.
31:21» Visismo, né?
31:22» Então, mas o pessoal tá trabalhando e tá feliz de de olhar aquela aquela tecnologia. E o cara novo, ele muitas vezes até se interessa também, nossa, o vezes até se interessa também, nossa, o negócio » os a raiz de tudo, né? Os primórtes
31:32» e exato. [risadas] Exato. E e realmente essa turminha nova eles têm muito isso, né? Só que assim, a a briga com essa turma nova é exatamente assim. você tem que apresentar uma novidade para ele por que apresentar uma novidade para ele por semana.
31:40» Curiosidade, né?
31:41» Curiosidade, né? » É, » tem que ter novidade ali, » dopaminérgico, né? Tem que ter um um » dopaminérgico, né? Tem que ter um um estímulo » e às vezes não é e não é dinheiro, né? E
31:48não é dinheiro. Então é um desafio novo, é a oportunidade há um foco muito grande ali na questão de se desenvolver desafio, de buscar tecnologia nova. Putz, como é que eu resolvo isso aqui? O que é? Ah, velho,
32:02talvez eu faça, sei lá, por um mês ou 15 dias só para falar que, ah, beleza, fiz, revivi, mas já deu.
32:08revivi, mas já deu. » Exato.
32:08» Então, dá pra gente olhar pelos dois lados, né? Se você olhar pelo lado ruim, eh, o que que acontece? Passa uma semana, o cara, eu sou snior, [risadas] tô pleno ali, tô pleno para sior ali, né? Eh, se você olha pelo lado ruim, tem
32:21né? Eh, se você olha pelo lado ruim, tem isso.
32:22» Já atualizou até o LinkedIn » já. Ah, não. O cara, o cara passou, passou, trabalhou três meses seguidos ali com a Fô Cleno, pleno para Siênnior ali. Eh, e a gente pode olhar por esse lado ou pode olhar pelo lado bom,
32:34exatamente, da adaptabilidade.
32:36Exato. E o cara quer isso e ele ele gosta disso e é isso que incentiva o gosta disso e é isso que incentiva o cara.
32:41» É. e estando num ambiente fértil, né, que propicia esses desafios, essa evolução, de fato, ele consegue evoluir, evolução, de fato, ele consegue evoluir, né, » do jeito dele.
32:50» É, mas ele mas ele sai de júnior para Sior, de júnior para pleno em um tempo menor do que o nosso tempo quando a gente estava trabalhando, porque os estímulos acho que são maiores, a a velocidade da demanda é maior e ele
33:03velocidade da demanda é maior e ele surfa nessa energia dessa adrenalina.
33:08Eh, essa turminha mais nova, né, falando da geração mais nova que tá sempre a discussão ali, né? Tem uns negócios assim que para mim ainda é mais maluco ainda. Você vai chegar no escritório falando turminha mais nova, a galera vai
33:18te pegar, fala assim: "Ô, você me explica aqui quem que é a turminha mais nova." [risadas] Eles eles eles sabem quem são. Porque assim, chegou um dia lá e a gente falou eh eles falaram assim: "Ah, a gente pegou no final de semana e fez um
33:30pegou no final de semana e fez um racatom » que legal » para resolver sei lá o qu". Você falou: » "Que legal".
33:34» Você falou: "Cara, como é que vocês?" Não, fomos na casa do fulano e » sentamos e fizemos, » pegaram e codificaram e saíram com negócio. F, mas quem pediu? Por que vocês fizeram? Não, » pela adrenalina de fazer, pelo pelo
33:48desafio de fazer, de fazer » prazer fazer.
33:50» prazer fazer. » Eh, » isso é muito genuíno, né, cara? Você você você manter isso ativo dentro da sua companhia de um valor » e essa é a turminha mais nova. Mas os milênios também, cara, minha minha minha
34:00noção de diversão é » é um pouco diferente dessa daí, né? Eh, então aproveitar que eu vejo que cada um desses caras tem para de melhor assim, né? E né? E » legal, » a gente pode olhar pelos dois lados, né?
34:12E olhar pelo lado bom. Voltando um pouquinho pra parte técnica, né? Pô, a gente fala que os dados são novo petróleo, né? Não é uma frase nova, mas ela ainda é devida, porque a gente sabe que eh muito falado e nem sempre tão bem
34:28aproveitado, né? como agentes da tecnologia, da transformação e vivendo essa evolução, que que vocês têm, né, para compartilhar, para dizer, para ensinar sobre a importância da gestão, da qualificação, da utilização de dados
34:44para uma indústria, para uma financeira, para uma prestadora de serviços e obviamente, né, conectando um pouco com o grande gerenciador desses dados que é o RP.
34:56Talvez o maior desafio de dados, eu acho que talvez quando a gente é chamado às vezes para para dar uma mão, né, a gente vê uma série talvez de plataformas diferentes que talvez não estão bem integrados ou talvez não tá num num
35:10ambiente específico, né? Eh, e aí então a gente vê que às vezes talvez a parte aí falando de ambiente, né, ou da forma que tá estruturada, não tá bem resolvida ainda a par de dados. E em paralelo a gente vê que putz, mas a IA tá chegando
35:25aí. Como é que eu faço para colocar IA no meio?
35:27» O cara ainda tem problema de legado, né?
35:29Tá usando lá versão 2012 e e tá querendo utilizar IA.
35:36» Então assim, sim, acontece, né? Ainda.
35:38Mas putz, mas se eu não usar o IA, eu vou ficar para trás, né? Mas pera aí, antes de usar IA, como é que tá essa questão de governança? Como é que tá essa questão do ambiente? Como é que tá? Então, talvez dá um passo para trás. Não, mas
35:49se for dar um passo para trás, eu eu vou ficar para trás. [risadas] Mas eu acho que talvez é o nosso maior desafio hoje aí juntando dados com a parte a é eh entendo hoje talvez a euforia do mercado, chamar assim, né, com essa questão de ados agente de
36:05criar, putz, tá fácil criar, né? Mas como é que vai ser para sustentar depois? Como é que vai ser para manter?
36:10como é que vai ser para eh você criar algo e você falar assim, não dá uma continuidade, uma sequência, não só a sustentação de manter o que tem, mas sim as devidas melhorias na sequência, né? E a gente vê que antes disso, a gente
36:23precisava se preocupar assim com essa parte de dados. E aí falando de governancia, de até mesmo de processo, né? Então eu vejo que o mercado tá um pouco mais sensível ainda. Acho que talvez sim pela Faria. Acho que tem muita coisa nova, tá surgindo. A gente
36:35às vezes diz que tem dificuldade até de acompanhar quantas tecnologias novas têm surgido semanalmente. Então a gente fala assim, vai para uma reunião, às vezes um cliente pergunta, conhece tal coisa? Hum, falar que não é difícil, né? Mas vou ter que falar que
36:45difícil, né? Mas vou ter que falar que não.
36:46» E a gente vê, não saiu ontem, antes de ontem, falou sei lá onde, publicou is fala: "Caraca, onde é que apareceu esse negócio que a gente nem viu, né?" E aí conversando até com a galera mais técnica do escritório, mas eu também não
36:57vi. Fala: "Ufa, beleza, né? Menos mal".
37:01Mas acho que a gente vê que tem sim essa questão ali que é de dados. Acho que talvez é o pedaço mais importante que tem para essa nova reestruturação ou essa nova fase, né?
37:12» E na perspectiva de negócio, vocês eh enxergam que hoje as empresas dão o devido valor, sabem o que pedir, como usar, se tem, se não tem, o que que vocês têm nessa perspectiva? Porque particularmente eu enxergo que muitas
37:28empresas têm potencial absurdo para construir, ferramentas para construir e as preditivas e tudo mais, mas de certa forma uma eles não sabem o que perguntar, né? Qual o problema que eu quero resolver às vezes não é claro e
37:43outra eles não sabem nem aonde olhar ou qual é eh o o campo que eles vão trabalhar para chegar nessa resposta que eles querem.
37:52» Volta nos dados, né? Eh, [limpando a garganta] a gente vê que tem esse distanciamento ali entre o querer, todo mundo quer ir a eh, todo mundo fala: "Cara, eu quero esse negócio aí, tá todo mundo usando né? Eu brinquei com
38:03a turma esses dias, é aquilo, sua avó tá usando e » e tá não tá fazendo figurinha do » e tá não tá fazendo figurinha do WhatsApp." » Exato. Exato, exato, exato.
38:12» Então assim, tá todo mundo, todo mundo viu o potencial que a IA pode entregar, só que assim, o valor das empresas no final das contas para falar do negócio específico do cara, tá nos dados do específico do cara, tá nos dados do cara.
38:22» [limpando a garganta] » Se aquilo não tiver bem arrumado, ele não vai conseguir tirar o que ele precisa lá de dentro. O GPT responde de tudo, mas não vai dar a resposta que o cara precisa pro negócio dele.
38:33» É, não vai conseguir » porque a resposta Exato, porque a resposta tá nos dados daquele cara. E aí a gente vê que tem esse gap ali, exatamente nesse ponto. Eu quero ir a ah tá bom. Mas então me dá seus dados para
Objeção: “Quem vai olhar meus dados?”: shadow AI nas planilhas38:44eu conseguir te devolver o que você precisa. Ah, mas quem vai olhar meus dados? [risadas] Mas, mas é seguro mesmo entregar os dados? Não, a gente assina o Nga, a gente tem um contrato com Eor falando que eles não vão consumir, mas ninguém
38:59vai consumir mesmo meus dados.
39:00» E enquanto isso o o o colaborador dele tá pegando as planilhas financeiras e jogando no GPT.
39:08» Certeza. Com [risadas] certeza. E cuspin um um relatório que ele é maravilhoso.
39:12Nossa, como que tá como esse cara tá rendendo realmente no dia a dia. Ele já tá lá.
39:17» Eh, e a gente vê exatamente essa briga, né? E a gente vê essa discussão também nas empresas grandes, essa coisa da governança, porque por mais que você coloque barreira, é aquilo, você tir, eu esses dias eu tava vendo o meu meu
39:26filho, né? Ele veio da prova e ele tirava a foto da da da prova e jogava no GPT direto » durante a prova. Não, » não, não, não, depois para pegar as respostas que ele queria saber se tava certo, se não tava certo.
39:39» E assim, hoje um celular, tá todo mundo com celular, não tem como você, por mais que você coloque barreiras dentro da que você coloque barreiras dentro da empresa, » não tem. É, vai ter buraco, vai ter buraco. É difícil ali.
39:49» Eu trabalhei numa empresa alemã há muitos e muitos anos atrás que eles bloqueavam todos os acessos. Você tinha acesso ao site da empresa, ao e-mail e só, né, talvez um portal de notícia pago assim. Cara, na época era um tédio, né?
40:05Imagina, tipo, eu terminava tudo que tinha para fazer, não conseguia ver mais nada. Hoje em dia o celular tá lá, né?
40:11Não ser que você crie uma metodologia de trancar o celular, enfim, mas daí também você vai.
40:16» E e não tem jeito, né? Eh, trabalhei numa outra empresa onde, cara, o Wi-Fi eles eles limitavam porque o cara tinha medo que o cara chegasse no outro lado da rua e entrasse na rede. É como é que hoje hoje impensável, né?
40:28hoje hoje impensável, né? » Sim.
40:29» Eh, e a mesma coisa eu vejo que daí há.
40:31Então, assim, vai ter que ter governança ali também, vai ter que eh mais do que governança, vai ter que ter uma cultura no no final das contas. E o que eu vejo que se o cara quiser bloquear vai ser pior. É isso que você falou, eles vão
40:42utilizar sem controle.
40:43» É. E daí você volta pro que você falou, né? Volta para pessoas, né? Volta né? Volta para pessoas, né? Volta pessoa.
40:48» A gente tá falando de tecnologia na da mais avançada que é a aplicação de a, mas a gente tá falando, não, cara, você vai ter que conversar com as pessoas, você vai ter que ensinar as pessoas, vai ter que » O que pode, o que não pode, o que é
40:59seguro, o que não é seguro.
41:00» Exatamente. Exatamente.
41:01» E o cara tá preocupado se algum chinês vai ler os dados ali, se ele utilizar algum motor, algum, né?
41:08Não vejo muita saída ali não.
41:10» E dentro dessa perspectiva, né, entrando agora um pouquinho mais na Iá, » eh, o que que vocês enxergam que é hype, né? Eh, e o que que é factível para um negócio, para uma indústria, para uma empresa que quer começar a
Objeção: “IA é hype”: tem ROI ou é conforto?41:23utilizar, né? Eu tenho uma frase que é conforto não paga conta, né? Então, eh, quando chega uma demanda para nós, eu avalio ela, tá? OK. Tem ROI ou é conforto? Porque conforto, lamento te dizer, mas você vai continuar fazendo.
41:40Então vocês têm um critério para fazer assim, cara, isso aqui é hype, faz sentido, não faz sentido, desculpa. Ou isso aqui não, isso aqui realmente tem um uma avaliação crítica, uma avaliação técnica que se justifica além das
41:54questões de governões que vocês já questões de governões que vocês já falaram.
41:57falaram. » [tosse] » O que a gente vê ali nos clientes ali, principalmente a gente que trabalha com clientes grandes, né, no final das contas ali, eh, o [roncando] que eles estão tentando fazer é trazer para
42:05dentro de casa. Eles sabem que eles não podem ficar para trás, eh, eles não sabem direito o que que eles querem.
42:10Voltando na na pergunta anterior, » eles sabem que eles precisam de a todo mundo precisa de olha o que que isso aí tá fazendo, eu não posso ficar para trás, eu tenho que ter dentro de casa.
42:18Então tem essa discussão muito grande e o que tem acontecido bastante com a gente no final das contas é ele querendo contratar o profissional que conhece e aí ele trazendo para dentro de casa para experimentar o que que pode ajudar ou
42:30não o negócio dele. Então na verdade eles não sabem o que que eles querem.
42:35Agora o que que é i » poder chegar no churrasco de final de semana falar: "Não, » eu tô com I colocamos iamos, eu tenho Iá que tá trabalhando com IT, tá trabalhando com Iá. Mas que que você tá fazendo? que ROY você tá tendo? Esse
42:48essa pergunta ainda e passa exatamente pelas mesmas questões, projetos grandes que a gente tá vendo, onde você vê que realmente faz muito sentido. Onde é que você vê o cara gastando muito esforço? A gente tem dentro dos nossos clientes
42:59dados. Você vê que o cara, cara, o cara tá mastigando o dado porque ele precisa do dado eh o dado certo na hora certa, eh, para ser consumido do jeito certo e preservado ali, porque fica aquela tentação também de usar o dado para
43:12fazer outras, meter um transacional, por exemplo, em cima do dado, né? Eh, então assim, a gente vê o pessoal apanhando demais. Quem tá fazendo, quem você vê que vai realmente tirar valor daquilo, ele hoje tá colocando muito esforço
43:25exatamente nesse pedaço de dados, » nessa etapa que o Rammund falou que é o passo atrás, na verdade, né, cara, organizar as informações.
43:32» E o que eu quer comentar também é hoje você vê todo o tamanho de empresa querendo ir a também, né, » até a padaria da esquina.
43:39» E aí assim, qual que vai ser o público almo que realmente isso vai funcionar?
43:42Então, acho que isso que eu também chamo de uma euforia ainda para entender como que o mercado vai funcionar. Acho que essa estabilização vem com tempo, né?
43:48Não vai ser » agora, talvez, sei lá, um ano, dois anos, não sei te responder também, né?
43:53Mas eu acho que assim, com essa série de tantas tecnologias novas e essa euforia de mercado, acho que o mercado ainda tá tentando se achar como é que vai ser, para quem que vai ser. Talvez alguma dessas tecnologias vão ser hype para
44:05pequenas empresas, até mesmo desde do tamanho que ela for, ou para as maiores vai ser X, Y, Z, talvez, né? Então, é o que a gente tá, então, o que a gente tem feito, né?
44:15» E é possível eh definir uma pergunta que o empresário deva fazer eh para ele ter essa percepção de devo adotar, não devo adotar, faz sentido, não faz sentido?
44:26Vocês conseguem eh categorizar isso ou fechar uma pergunta que eu empresário antes de fazer uma contratação de a antes de eu procurar IA, tem uma pergunta que eu deva fazer?
44:39» É bem essa que você falou. Tem tem ROY, » É bem essa que você falou. Tem tem ROY, [risadas] » tem ROY » e Roy e como é que tá essa questão dos dados, né? Talvez se as duas que a gente tem tem rodado. Eu acho que talvez sejam
44:50as maiores preocupações mesmo que a gente vê.
44:51» Você quer trabalhar com I, começa com os » Você quer trabalhar com I, começa com os dados.
44:55Não, não vai, não vai ser agora. Você não vai ver ela, ela o o valor realmente aparecendo, mas se você tiver bem os seus dados bem organizados, né, eles chamam, né, no no mercado também de EI first, no final das contas, » ele começa pelos dados,
45:09» é uma uma empresa voltada para dados no final das contas, né? E agora indo pro outro lado da aplicação da IA, né, da daí do lado da empresa de vocês, como que vocês têm enxergado, né, eh, essa onda do vibe coding, do
45:27qualquer coisa coding aí que o pessoal acha que consegue criar um sistema eh sem ter conhecimento de desenvolvimento, sem ter conhecimento de infraestrutura, sem ter conhecimento de cyburity, que que vocês estão vendo, né, eh, e
45:42como que vocês estão eh se posicionando em relação a isso?
Objeção: “Vibe coding barateia software”: corporativo exige sênior45:46» É, qualquer um pode criar realmente com a IA, qualquer um pode criar realmente um sistema. Se esse sistema vai ser bom, [risadas] aí é uma outra questão. O que a gente viu ali no final das contas é quando a gente olhou, primeiramente a TI
46:00é a mais impactada talvez no nesse mercado, né? A gente viu que realmente a parte de criação de código realmente tá sem muito impactado pela por essa questão de eh da AI. E a gente tem olhado muitos dessas muitas dessas ferramentas, realmente vai ter um ganho
46:14de produtividade. Não tem não tem dúvida quanto a isso. Quando a gente olhou no começo, a gente achou que, cara, a Iá com um júnior vai virar um pleno, um snior, quem sabe.
46:24Eh, conforme as coisas foram evoluindo, a gente percebeu o seguinte. Agora minha preocupação é como é que a gente vai formar os júiors? Perfeito.
46:31» Porque o que a gente vê é hoje, para que saia realmente um sistema pensando no corporativo pesado, um sistema que vai ser realmente muito utilizado, você precisa de um de um de um de um cara muito sénior, muito sénior,
46:44» que conheça de banco de dados, tem que [limpando a garganta] ser um arquiteto, tem que ter um cara que tem uma visão completa, aquilo que você falou da questão de segurança, performance, eh, esse cara consegue gerar um código bom
46:54com o EA, esse cara faz um serviço. Aí a gente vê, cara, eu preciso colocar o meu senior. E é o que a gente fez alguns testes ali, a gente coloca alguns sniors ali juntos ali para que realmente saia aí sim o sistema do jeito que uma
47:06empresa grande ou um aplicativo pesado empresa grande ou um aplicativo pesado necessita.
47:10necessita. » Perfeito.
47:11» Agora, como é que eu vou formar o júnior para que esse júnior tenha o conhecimento desse para operar esse conhecimento desse para operar esse negócio?
47:16» Porque acaba que o sênior surgiu de horas e mais horas maretos o código, » o código, né? errando, voltando, tendo » quilômetros rodados ali, né, na estrada tem mais estrada. Mas acho que talvez um um ponto importante também, acho que aí
47:31trazendo até para pr essa perspectiva que a gente tem visto ali pro mercado, quem vai ser um diferencial, né? Como é que a coisa acaba se comportando. Eu acho que ainda muita comunicação aí pessoas, entendimento do requerimento, o
47:42cara entendeu realmente o requisito, se é daquela forma que tem que ser feita ou não, o que que aquilo impacta, onde não chega. Então a gente vê que eh esse perfil passa a ser um perfil diferenciado a partir do momento que tem
47:54a utilização dos dos agentes de Ali também, né?
47:57» É o que a gente tava falando é saber fazer as perguntas.
47:59fazer as perguntas. » Exato.
48:00» O senior sabe fazer as perguntas certas.
48:01» O senior sabe fazer as perguntas certas. » Perfeito.
48:02» O senior sabe o que procurar, né? Se você deixar um júnior com uma IA ali, » sai, alguma coisa, sai, né? Agora, se aquilo vai poder ser utilizado da maneira como necessita ser utilizado, se vai ter a segurança necessária, aí são
48:17outras questões. O pessoal olha ali a TI e acha que é só fazer código, né? E a hora que a gente olha as várias camadas que são envolvidas, realmente você nosa preocupação de como é que forma o juniors ali, né? como é que forma essa
48:29leva nova ali? A gente tá sempre tem treinis, estagiários novos entrando, então a gente acompanha a carreira, a gente faz toda a passagem de conhecimento, porém é um pouco mais desafiador agora que a gente tem essa questão ali da tecnologia. Já
48:42» vocês fazem essa condução e com treinamento, com sombra, com bloqueio de a pro cara ser obrigado a acordar de verdade? [risadas] Como que vocês têm conduzido isso? Assim, » talvez a gente passa por todas as fases
48:55a cada tempo, né? Então assim, normalmente no começo tem um treinamento que é feito sim e aí depois do treinamento a gente faz isso aqui acho que dá para passar, vamos ver como é que ele se comporta nisso. Ah, o nível de evolução de entrega tá bom, dá para
49:05passar, começar um pouco mais complicado. Então, normalmente a gente tem alguém que é um pouco mais senior, que faz o acompanhamento depois de um treinamento, né, para ver se a gente já consegue ir soltando demanda ali e aí e
49:16no nos testes acabam aparecendo, né, putou redondo, falou: "Opa, já evolu já evoluiu bem", né? Sim, teve um estudo recente que ele fez um comparativo dessa evolução, principalmente de dois anos para cá, que eh ele propôs que até 2
49:32anos atrás os gaps na tecnologia eram técnicos, né? Eh, horas de programação, código e tudo mais. E essa evolução, ela caminhou para hoje, onde o gap é capacidade cognitiva, né? Justamente o que vocês falaram, cara, um senior tem
49:49essa capacidade cognitiva para extrair do Iá. tudo que precisa ser com segurança, com performance, tudo mais.
49:56Dentro da empresa é fácil a gente orquestrar, organizar e vocês trouxeram processos. Mas e o mercado, né? Como que vocês enxergam essa quantidade cada vez vocês enxergam essa quantidade cada vez mais, né, volumosa de supostos
50:12desenvolvedores, de supostos aplicadores de tecnologia, onde o cara às vezes nem não tem conhecimento, não é nem um júnior, né? sequer é um júnior e tá entrando na parte de desenvolvimento e tá entrando nessa parte de de criação de
50:25produtos de tecnologia ou de aplicações de que para mim é o mais temeroso assim, né? Eu vejo cada vez mais e mais o cara, pô, o cara era corretor e agora o cara tá fazendo a gente de, né?
50:40E e tá lá e e daí ele se apresenta que ele vai solucionar o problema da empresa por 40 pila, né? 40.000. Eh, e isso para mim é legal, tá democratizando de alguma forma, mas tem uma série de riscos, né?
50:54E eu não tô colocando nem o Júnior, eu tô colocando alguém que é ignóbio no sentido mais pleno da palavra em relação ao conhecimento necessário de em relação ao conhecimento necessário de programação.
Objeção: “Concorrente faz por 40 mil”: não tem monstro de graça51:05» É o que a gente vê tem mercado para tudo, né? Eh, e aquela coisa que a gente já sabe, se o negócio tá muito mais barato do que você tá acostumado, é o famoso, não tem monstro de graça. Eh, tudo tem seu preço. Às vezes você não
51:17enxerga o preço, mas o preço tá ali, ele vai cobrar o o valor necessário. Algum momento ele vai aparecer. O que a gente percebe dentro dos nossos clientes de novo, né? Aí vem a governança que a gente estava comentando. Já teve caso da
51:28gente querer usar, por exemplo, algumas ferramentas de de mercado, eh, dentro de um ambiente corporativo desses pesados e o corporativo, olha, tem fragilidades dentro da ferramenta, não é nem dentro do seu código. Eh, você vê as
51:43corporações no final das contas também evoluindo para tentar evitar exatamente esse tipo de coisa. Então, assim, e aí vem aquelas brigas que a gente às vezes o pessoal da TI não gosta muito, né? eh, que é a parte de governança mesmo, que é
51:56aquela coisa que, pô, que chato, mas eu tenho que passar por uma verificação, mas eu tenho que fazer [limpando a garganta] esse cheque, mas eu tenho que o cara não acredito que o meu código tá bom, eu tenho que passar por essa ferramenta e tudo mais. E sim,
52:07tem. E aí a gente vê que as empresas também estão se blindando, exatamente para evitar esse tipo de de aventureiro no final das contas. Mas tem gente que acha que » vale o preço, vale o risco, » vale o preço, vale o risco, ou não sabe
52:20o tamanho do do preço que ele vai pagar, » ele só enxerga o cheque que ele tá assinando, ele não enxerga o quanto aquilo realmente vai custar para ele no final das contas, » seja em operação, seja em exposição
52:30LGPD, multas homéricas, né?
52:33» Aqui e o pessoal não divulga muito, mas eh sequestro de dados todo mundo sabe que acontece bastante e tem gente bastante gente que ganha dinheiro fazendo só isso, né? Então, uma vulnerabilidade dentro de um código,
52:45certeza que um que um projetinho de 40 pila, mas que me de repente vão me roubar todos os meus dados.
52:51roubar todos os meus dados. » Nossa, » quanto é que isso quanto é que isso vale, né?
52:54» Ou atacar os clientes, né? Que » ou atacar os clientes. Exatamente.
52:58» ou atacar os clientes. Exatamente. Exato.
52:59» A gente a gente passou por uma empresa eh muito cliente muito grande nosso, que ele sofreu uma série de ataques internos, né? Com atacando clientes, vazando dados extremamente sensíveis.
53:12Cara, foram 4 meses que a gente praticamente não dormiu, né? Nós fazendo praticamente não dormiu, né? Nós fazendo contra-ataque e buscando defesas e e cada vez a gente dava um passo e dava um passo seguinte, dava um passo, dava um passo seguinte. E
53:26do outro lado a empresa, né? Eh, fazendo toda a parte de tentando entender e defender reputação e e organizando e conversando, cara. E foi isso, assim, no final, graças a Deus, a gente conseguiu resolver. Mas é isso, assim, acho que
53:40quem tá buscando exposição barata e tá trabalhando com agentes de LLMO, né, tenha muito cuidado e muita, né, esteja ciente que sua segurança está em esteja ciente que sua segurança está em risco
53:54» e todo mundo discute a questão da segurança e a gente já sabe, né? Esses caras eles estão na vanguarda.
53:58caras eles estão na vanguarda. » Claro, » quem que vem primeiro, né? O bandido ou o cadeado, né? [risadas] Brilotar essa frase aí. É brilhante. É brilhante. Não, é isso aí mesmo, né?
54:08a gente acaba caindo tudo em liderança, pessoas e culturas, né? Vocês eh em vários momentos defenderam, né? E e levanto a bandeira de uma empresa humana, de uma empresa sensível, de uma empresa e focada verdadeiramente em
54:22pessoas, né? Para quem tá crescendo, né?
54:26para quem tá ampliando e tá saindo de 10 para 100, de 50 para 100, eh, nesse processo que vocês evoluíram nesses 10 anos, eh, tem alguma mensagem que vocês gostariam de reforçar, de trazer? Eh, você falou do churrasco, né, Marramundo,
54:42né, mas não sei se todo mundo consegue fazer o churrasco, né? Tu falou da proximidade do processo, » tem um uma métrica, uma técnica para manter as pessoas no primeiro lugar?
54:53» Eu eu acho que eu pensaria primeiro em resiliência. Acho que assim, independente do tamanho, né, com 10, 15, 20, 50, 100, acho que imagino com 500.000. Acho que dificuldade sempre vai ter, né, independente dos do tamanho da
55:06empresa, talvez acho que eu assim o o nunca desisti, né, acho, acho que desafios vai ter, então não sei se talvez técnica, né? Acho que naturalmente a gente vai ficando calejado, vai ficando mais casca dura aí com com o o carro ou como acabar eh
55:23acontecendo tudo, né? Porque você acaba adquirindo uma bagagem que só o tempo e só passando por aquilo. Então assim, quantas coisas na teoria às vezes a gente escuta e fala assim: "Não, mas uma vez me falaram isso, mas se precis
55:34aplicar, você não vai aplicar. Você vai aplicar a partir, » você vai ter que viver".
55:38» Eh, então acho que até ainda mais que você é do Gil Gitso, né? Eu tô chegando agora, acho que ouvi uma frase, um tempo que eu » que eu que me ficou na frase que tem tudo a ver com com a empresa, né? a diferença do faixa preta para faixa
55:52branca. O cara nunca desistiu, » só não parou, né? Então a dificuldade é mesma, sempre tem desafios, sempre tem » eh coisas novas ali para est aprendendo e conforme você vai crescendo também a dificuldade aumenta, né? Então o parar
56:06naturalmente é algo que você fala assim: "Não, vou desistir, cara, vou talvez aqui a brincadeira fica muito séria, aqui a brincadeira fica muito séria, né?" Então acho que » quem é empresário e não chorou pelo menos uma vez no banho, não empreendeu
56:16correto. [risadas] Em algum momento você fala: "Cara, » é exato, » pô. Aquela vaguinha da multinacional, será que [risadas] será que não era?
56:24» Será que ainda tem volta?
56:25» Será que ainda tem volta, né?
56:28» Mas a gente fala de de características e tudo mais, né? Eu tava pensando aqui no no no no no Marhamud, né? Aproveitar aqui, né? Eh, ele falou de resiliência e tudo mais, mas eh se eu fosse destacar eh talvez uma característica que eu
56:42admiro ali no no Marmund seria admiro ali no no Marmund seria humildade.
56:45» Olha lá, » que é uma coisa que às vezes as pessoas não falam. E empatia, não falam. E empatia, eh, » que é uma verdade muito difícil, né? Não é assim para se desenvolver. Às vezes eu acredito que a empatia ela seja meio
56:57nata assim.
56:58São duas ali que eu que eu que me vem assim na cabeça. E você tem que ter humildade para aprender, » você tem que ter empatia para para olhar o lado do outro, né?
57:08o lado do outro, né? » Sensacional.
57:08» Eh, e aí assim, uma coisa que às vezes me passa pela cabeça falou de chorar no banho, né? Mas às vezes eu penso, cara, cara, se eu faço alguma merda, eh, cara, o filho de alguém fica sem ovo de Páscoa, cara.
57:20» São 100 famílias, né?
57:21» São 100 famílias. Acho que talvez » duas coisas assim que marcaram bastante, né? Teve um dia das crianças lá que tinham a o que que que nós fazemos, né, às vezes no dia das crianças, ah, um dia das crianças que as crianças ficam lá à
57:34tarde ou de manhã, né? E tava num período que tava mais difícil, né?
57:38Mercado não era só a gente, né? O mercado em geral, né? E a gente via lá mercado em geral, né? E a gente via lá Microsoftindo, seos force, um monte de gente p corta daqui, corta dali, 10, 15, 20% do tamanho da empresa e fala: "Caraca, e
Objeção: “Corta gente para fechar a conta”: seguraram o time57:50agora como é que a gente corta?" Porque querendo ou não? O nosso tamanho é muito » Sim. emocional, é muito contato com cada um, é muita confiança que eu tava te falando, como é que a gente seleciona?
58:00Ah, vamos olhar pro número. Putz, mas essa não é a nossa essência, a nossa raiz, né? O que que também, o que que a gente acabou optando? Então isso talvez foi um pontos, um dos pontos que mexeu com a gente, né? Essa questão de de de
58:11resiliência. Não, não, cara. Acho que tem um propósito maior por isso. Não é agora a hora de falar: "Não, não quero mais brincar" ou não é mais não. Muito pelo contrário, é o que te dá força.
58:21Exato. Exato. Se eu me comprometi, eu vou entregar até o final.
58:24» Com certeza. Com certeza.
58:25» Eh, e em dois anos atrás a gente passou por uma dificuldade onde a gente tinha um um um bom tamanho de time desalocado até com falta de demanda, né? E aí a gente ficava, putz, e agora? Corta ou não corta? Corta ou não corta? Putz, mas
58:37se cortar a gente talvez ah a gente tudo que a gente construiu até agora, a gente começa a deixar para trás e aí » e depois recontratar, buscar time, não é? conhecimento, a confiança e a gente e aí a gente não queria isso de certa
58:53forma, né? E aí com os clientes o que a gente tinha para outros cara, a gente vê uma visibilidade, isso deve acontecer, então quer saber? Muita gente fala do mercado, não, cara, vocês estão pirando aí, vocês vão, não funciona a estratégia que vocês
59:05estão pensando, né? E a gente tava com uma visibilidade, então realmente as coisas voltaram. Então tem muito dessa questão do realmente acreditar também no projeto, né, na estratégia. Então, às vezes você vai ter uma dor de barriga,
59:15» mas acho que o teu olhar tem que ser pra frente, né? Tudo que você passou até aquele momento, cara. cheguei até aqui e e até mesmo a gente, né, em algum momento até falando do meu caso especificamente, cara, talvez eu tô
59:27parando no lugar errado, será que eu não caí por aqui por acaso? Será que tudo que aconteceu não foi por acaso mesmo?
59:32» Será que cara, eu tô pronto para estar parado onde eu tô parado?
59:36» E depois que passa e fala: "É, » era para, era para ser, » era para ser." Isso te traz também uma autoridade muito grande. Traz um uma bagagem que você só tem vivendo. E aí cai na teoria, né? e pro futuro, né? Eu
59:50sei que vocês têm vários projetos em andamento, sei que tem várias coisas acontecendo, né? Não sei o que que pode ser publicizado ou o que que não pode ser publicizado. Eh, mas eu queria que vocês compartilhassem um pouquinho da
60:01visão de vocês, né, da Goon, pessoal, da tecnologia, dos serviços e produtos que estão sendo feitos, o que que vocês enxergam, né, pros próximos anos ou o que que tá em em vias de ser lançado, publicado, que vocês gostariam de
60:15compartilhar com quem tá nos escutando ou com quem vier a escutar o nosso ou com quem vier a escutar o nosso podcast.
60:21» Legal. Eu acho que falando de paraa frente de estratégia, o que que a gente tem pensado? Assim, a gente nasceu uma empresa 100% voltada a RP, né, serviços, projetos. E aí o que a gente já também definiu é acho que essa essa
60:38essa estratégia de ficar buscando projeto o tempo todo tem uma limitação e também às vezes pode nos causar essa essa dor de barriga que eu acabei chamando um tempo atrás, né? Eh, e a gente tem direcionado ali para outros caras, como é que a gente diversifica o
60:52nosso portfólio, como é que a gente também minimiza nossos riscos com o que a gente tem, né? Pô, espaço tem no mercado, a gente tá começando a ficar com um nome legal, a gente consegue diversificar dentro dos nossos próprios
61:03clientes, como é que a gente faz para gerar uma receita recorrente aí pensando em produto. Então, pensando em médio longo um prazo, a gente tem pensado sim na empresa onde a gente quer ter produtos além de venda de serviços e aí
61:14dessa forma a gente também manter uma estabilidade que aí quando tiver alguma situação parecida que crise a gente sabe que vem, né? Logo vem é questão de tempo. Então, normalmente o mercado fala que a cada 10 anos tem uma, né? Então,
61:25se for isso, talvez daqui uns cinco, seis deve ter uma próxima aí, né?
61:29seis deve ter uma próxima aí, né? [risadas] Eh, como é que a gente fica preparado para isso? Então, assim, como é que a gente também, então, se a gente, o nosso maior BO era a venda de serviço, tá?
61:38Como é que eu faço para diminuir a dependência de venda de serviço e como é que eu tenho uma receita recorrente que vai est relacionada a outros produtos que aí eu tenho uma estabilidade, uma previsão melhor? Então, dessa forma que
61:50a gente tem posicionado e pensado pra a gente tem posicionado e pensado pra frente.
61:52» Que legal. A nossa briga tá aí, né? a gente tá crescendo esse ano 30%, já estamos na metade do ano ali, o orçamento tá de acordo e aí como é que a gente diversifica essa oferta crescendo 30%. Essa é a é o desafio, né? E agora
62:08olhando eh a oportunidade e e a corrida que tá aí, não tem como ignorar a IA. E a gente vê que o mundo corporativo ainda não tá conseguindo utilizar pelos motivos todos que a gente discutiu aqui.
62:20Então assim, a gente tá olhando muito e todo mundo começou olhar exatamente, ó.
62:23Preditivo já existe há muito tempo, » não é? Desde antes de chamaiar, não é?
62:27» Exato. Exato. Ele já tava lá sugerindo música para você, sugerindo coisa no Netflix para você e a gente nem enxergava aquilo ali. Só que o que que acontece com eh os grandes eh os LLMs da vida, todo mundo viu a possibilidade do
62:42que que aquilo é capaz.
62:44E aí todo mundo começou a olhar de volta o preditivo. Pô, será que se eu colocar um preditivo aqui em cima do meu dos meus dados eu gero valor? Tem certeza, né? Então a gente vê que tem uma evolução que nem é tão nova assim, que é
62:56exatamente os preditivos ali. A gente também tem trabalhado com ele no final das contas. Se você chama chamar de preditivo, não vende, mas se chamar de a » vai aparecer [risadas] gente que não vicamente da briga, » né? Eu tecnicamente da briga. Então você
63:09esse modelo de a cara, você sabe que não é um modelo de a [risadas] exatamente, [risadas] exatamente. E a gente a gente tá chegando no final, pô.
63:22Passou extremamente rápido, né? Conversa Passou extremamente rápido, né? Conversa boa, » voa. Eh, gostaria que vocês deixassem eh pessoalmente, né, e institucionalmente eh cada um uma mensagem, né? Primeiro, eh, o que que vocês estão construindo de
63:37legado dentro da Goon e como que vocês enxergam, né, essa visão de, cara, eu quero deixar pro futuro, eh, essa perspectiva, né? E a última mensagem, pessoal, pros empresários que estão nos assistindo, pros eh aventureiros,
63:53loucos, malucos e necessitados, loucos, malucos e necessitados, [risadas] né, que tão com o seu negócio ou que estão começando o seu negócio.
64:00» Legal. Acho que a gente primeiro eh fica novamente um agradecimento para quem acompanha. Às vezes eu a gente fica muito feliz se alguém às vezes vier uma reflexão e falar assim: "Nossa, isso serviu para mim em algum momento da
64:10minha vida. Eu tava até duvidando se eu era capaz ou se não era." Então acho que, né, agradecer até pela pela oportunidade para quem nos acompanha, às vezes com feedback desse, né? Eh, acho que por legado, eh, a gente faz e pensa
64:26no seguinte, né? Acho que pela frente ainda tem muito a se pensar, tem muito a a se construir, mas a primeira coisa que a gente para para pensar é nas famílias que nós temos de casa, né? Então, talvez eu não sei se eu pensaria no legado, mas
64:37eu pensaria nessa questão de putz, é uma gratificação muito grande, né? Eu acho que é uma relação eh uma mão lava outra, né? onde eh a gente tem do nosso lado né? onde eh a gente tem do nosso lado essa essa essa esse reconhecimento e essa confiança e
64:54da mesma forma retribuir para ver que dentro de casa cada um tem o seu lar ali. Putz, cara, tô satisfeito com o que eu faço, eu chego para casa, » chego feliz, » chego feliz, eu no final das contas, quer saber consigo desligar do trabalho,
65:04eu não fico pensando nisso, eu curto meu momento em família. Então a gente até tem um um projeto que a gente acaba viro e mexe fazendo até pensando na na no momento pessoal de cada um, que a gente chama de gove dentro do escritório, né?
65:14Que é a pessoa acabar se exercitando e cada um que exercitar acaba publicando lá, coloca a a sua e gera até uma competição saudável para manter todo mundo ativo pensando no lado do pessoal de cada um, né?
65:26» Então acho que o legado que a gente acaba deixando e e mais a gente acaba presando é do bem-estar. Acho que assim o nosso relacionamento não é só de trabalho, muito pelo contrário, né? A gente tá com pessoas, com seres humanos.
65:37O choque comentou ali no passado ali que a gente tinha essas 20, 30 pessoas. O churrasco era quem tá bem, quem que não tá? Quem que chegou no escritório caminhando um pouco mais cabis baixo e quem chegou pô, não tô bem e tal. Você
65:48falou: "Opá, beleza, né?" Então no olhar ali tava mais fácil conduzir, né? Então a gente também preza muito por essa questão de replicar isso comos nossos gerentes, com os líderes. Então eh acho que isso é o o que a gente tem prezado
66:00aí. Então fica novamente o o agradecimento pela oportunidade também para quem nos acompanhou e que sirva para para alguém de como reflexão.
66:07» Com certeza. Obrigado. Eu » agradecer também. Eh, e a gente é egoísta, né? [risadas] » Lá vem lá vem.
66:15» A a gente tava comentando que assim eh talvez ali o o eh a gente falou esses dias também, eu tava falando com Maramud aqui, ele falou e o o legal da Goon é você falar assim: "É aqui que eu queria trabalhar, eu também queria trabalhar
66:27aqui". E se você quer trabalhar ali, vai ser bom pro outro também trabalhar lá.
66:31Eh, então acho que o legado que fica é exatamente esse, um lugar que as pessoas queiram trabalhar. Eh, a gente sabe que trabalhar não é simples, né?
66:38trabalhar não é simples, né? » Sim.
66:39» Eh, mas se tiver esse ambiente vai ser bom para todo mundo. E e é estranho, né?
66:45Porque o Mammud falou desse momento ali, eu lembro de um consultor que passou lá, ele falou assim: "No final da da coisa, ele ficou discutindo com a gente: "Cara, mas o número não tá fechando e tal, vocês sabem o que que vocês têm que
66:55fazer? Vocês sabem o que que vocês têm que fazer?" E aí a gente, cara, mas será que é isso mesmo, né? Aí depois no cara saindo da sala, então tchau. Ó, manda cinco embora. Manda cinco embora. [risadas] Eu
67:07» eu vou ficar feliz se você me ligar e falar que você mandou seguir embora.
67:10Não, acho que e a gente a gente ficou, será que a gente tinha que fazer isso aqui mesmo, né, cara?
67:16» Eh, e tem uma, e tem uma lógica no final da [risadas] Exatça, né? Ça raça eh, e a gente não mandou e e na verdade assim, tem uma lógica de negócio no
67:30final das contas ali dentro. Eh, e tem e faz sentido para as pessoas trabalharem nesse lugar.
67:37» E a lógica tá ali. Às vezes a lógica não » E a lógica tá ali. Às vezes a lógica não é » não é o número não é aquilo que a gente falou, às vezes o cara tá pagando aquele tanto e aquilo e aquilo não vai custar
67:46aquilo para ele. Não é o número que tá ali escrito. É a mesma coisa quando você mantém gente dentro de casa. É a mesma coisa quando você cria um clima bom para trabalhar dentro de casa. Ele tem um valor, não é só o valor que você paga,
67:56não é só o corte ali na folha. A gente engoliu ali nesses dois anos um bom tanto de prejuízo. E não é que a gente tava bem, né, na verdade nos anos anteriores. Eh, não é que deu para juntar muita coisa assim no final das contas. Eh, mas a gente vê que hoje,
68:11agora que passou, né, fica mais fácil, né? Eh, a gente teve corte, a gente teve que fazer os os sacrifícios, não tem como, né?
68:19Eh, e aí é o pedaço duro do do do empresário. Talvez para alguns é mais fácil fazer esse tipo de coisa, para outros é um pouco mais um pouco mais difícil, né? Eh, e no nosso caso ali tem a nossa lógica que a gente acaba seguindo. Eu acho que esse é o recado
68:31também, tem a questão da resiliência, mas você fazer do seu jeito, né? Você fazer do jeito que faz sentido para você, o que é a verdade para você. E se for verdade, as pessoas vão ver.
68:41» Pessoas, é, e encontrar pessoas que compartilhem essa verdade, né?
68:44compartilhem essa verdade, né? » Justo.
68:45gente, muito obrigado, né, mais uma vez. Um prazer. Nosso, nossa técnica já tá ali corta, corta, corta, mas não tinha como encerrar de forma diferente.
68:55Muito obrigado mesmo, né? Para quem assistiu até aqui ou tá assistindo em qualquer momento, muito obrigado, né?
69:01Maratone nossos episódios, nos siga nas redes sociais, clique no sininho para acompanhar o canal do YouTube e até a próxima. Daqui a 15 dias de novo ao vivo e todos os episódios que estão no ar.
69:12Muito obrigado. Até mais.