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05:35Bem-vindos, amigas e amigos do Storkscast. Hoje o nosso 19º episódio, um episódio muito especial, né, com meu amigo Jonathan Reis Lima, eh, CEO e líder da Jevin Business Group, que é uma
05:51empresa multifuncional, 360, com atuação internacional e faz tanto a parte de organização, de consultoria, conexão com outros serviços, inclusive, né, Jonathan, eh, carinhosamente, hoje faço parte do grupo, né, como diretor de
06:07estratégia e tecnologia.
06:09e a Stoic como parceiro, fornecedor de tecnologia e levando para frente essas tecnologia e levando para frente essas soluções.
06:15soluções. Excelente, Jonathan, eh, me fale quem é o Jonathan pelo Jonathan e conta um pouquinho da sua história, por favor.
06:22Bom, primeiramente, Rodolfo, muito prazer em estar aqui. Agradeço a oportunidade. Quero também agradecer toda a audiência, a quem nos assiste aqui. E Jonathan por Jonathan, né?
06:34[risadas] É um pouco, é um pouco complexo. Exatamente. Mas bom, eu venho da área executiva com uma carreira já com mais de 20 anos na área de gestão, focado na área comercial. Na verdade, a minha formação inicial
06:50acadêmica vem da área de exatas. Então, tenho formação na área de eletrônica, mecânica, pneumática, hidráulica, também sou bacharel em sistema de informação.
06:59Acabei nunca atuando profissionalmente diretamente, né, com a área de sistemas de informação, mas atuei também já em algumas multinacionais, assim como Robert Bosch na engenharia. E foi lá inclusive que eu me descobri dentro do
07:12perfil comercial, né, voltado paraa área de liderança, governança. E aí então tenho carreira já em várias posições estratégicas como diretor comercial, como CEO, country manager, já morei em alguns países também liderando algumas
07:27multinacionais, expansão e agora à frente aí como fundador e show da 7.
07:33Jonathan, dentro dessa lógica e dentro das conexões que você faz de forma tão natural, onde tá o segredo, né, para desenvolver novos negócios, para gerar relacionamento, para consolidar parceiros e estratégias, tanto na
07:48perspectiva de clientes quanto na própria perspectiva da companhia de vocês, que eh tem vários braços e e e vários eh ramos de atuação.
07:59Perfeito. Bom, muitas coisas acontecem de forma natural e vão se magnetizando, né? A gente acredita muito nisso, mas a base para tudo isso é a confiança e a transparência naquilo que você faz, tá?
08:12Eh, [roncando] hoje a gente consegue trazer toda essa estrutura no tempo que a gente trabalhou e grandes contatos que permanecem até hoje e a gente tá falando aí de décadas. Então, se a gente não tem realmente transparência, confiança, você
08:27não consegue ter perenidade nos negócios. E talvez esse seja um ponto, né, cara, que a confiança ela é um objeto de construção, ela tá justamente ancorada nisso, assim, no tempo, no relacionamento, na convivência, na na eh
08:42nos momentos passados que transformam, né, um encontro em algo sólido, perene, que se justifica e que obviamente, né, acaba gerando frutos em todos os sentidos. Muitas pessoas falam: "Ah, é
08:57competência ou é confiança?", né?
O abandono cai na tese abstrata (competência vs confiança), com o host reformulando o que o convidado já disse; a primeira história concreta chega 39s depois.
Objeção: “Competência basta”: sem confiança não avança08:59Logicamente que as duas andam junto, mas se você não tem confiança, você pode ter a maior competência do mundo que você não vai conseguir avançar.
09:06É. E a competência, por si só, às vezes, não se sustenta, né? Não, a confiança ela é indelével nesse sentido, até porque competência se treina e eu acho que confiança ela sai de um objeto eh de estudo assim para algo que é nato.
09:26estudo assim para algo que é nato. Exatamente.
09:27Ou a pessoa é confiável ou a pessoa não é confiável.
Momento-chave: Primeira história concreta: startup abandonada em 202409:32E isso é definitivo, né? Eu eu abandonei um negócio em 2024, né? um uma startup da qual eu fazia parte simplesmente por isso, cara. Eu não tinha confiança no no cofundador. E daí, meu irmão, daí
09:49não adianta, né? Não não se surge nada, não se cria nada e um negócio nascente, sem confiança, ele é inocar. Eu também tive algumas experiências assim com outras empresas também da qual já fui cofundador e e sócio e a mesma situação.
Objeção: “Confiança quebrada se recupera”: não se retoma10:03E o detalhe, né, eu acho que não só pra área empresarial, mas pra vida num todo, todas as relações, né? Hoje quando você quebra essa confiança, você não consegue mais retomá-la.
10:15E como [risadas] que eu transformo, né, ou como que eu avalio esses contatos, essas conexões dentro de um mundo cada vez mais digital em algo real e que daí a partir da existência da da
10:30convivência eu vá encontrar ou não essa confiança que a gente tá falando hoje, inclusive com a área de tecnologia, não é? que até é um pouco aqui irônico comentar contigo, mas tudo tá muito digital e muito fácil e
Objeção: “Tecnologia substitui o presencial”: não transpõe o emocional10:46acessível, mas um dos pontos que eu acredito que a tecnologia não vai conseguir transpor emocional. E aí entra a relação humana para que a gente possa avançar com tudo isso. Eh, uma coisa que você faz, ela
11:03tem uma consequência. Cada ação tem uma reação. E quando e quando você consegue concentrar essas ações, principalmente no pró indivíduo, no sentido de ajudá-lo, de trazer resultado e muitas vezes até sem
11:17o interesse ou na maioria das vezes sem interesse, naturalmente isso volta.
11:22Então, uma relação que você consegue trazer de um contato, de um networking que você tem no meio empresarial, você muitas vezes tá fazendo uma indicação, uma parceria, uma uma estratégia. E quando você vê aquilo que você fez
Objeção: “Ajudar sem interesse é perda de tempo”: volta em negócios11:36muitas vezes sem intenção, aquilo lá na frente trouxe o resultado para quem você abriu e essa pessoa vai te indicar, ela vai te trazer negócio, ela vai validar isso para você. Então, eh, um exemplo até da minha carreira é muito disso, né?
11:49as pessoas que entraram, como que eu consegui construir hoje o que nós temos dentro da Jo? É baseado nisso, em cima do que as relações que a gente indicou ou fez trouxeram, tá?
12:01É, daí isso mostra que você é uma boa pessoa, né? Não, mas sem sem falsa elogio, porque, cara, se você é uma boa pessoa, as coisas voltam. Se você faz o certo pelo certo, as coisas voltam. Da mesma forma que se
12:16você é sujo, pilantra, por mais que você demore a ser descoberto, meu irmão, pode ter certeza que vai ter o preço, né? Vai ter essa volta, né?
12:27Aquela, aquela velha máxima, né? O que você planta, você colhe.
12:31Inclusive, se não plantar nada, não vai colher nada, né?
12:33Exatamente. Exatamente. E sabe que isso é um um ponto, né? A gente vive um distanciamento digital que gera uma milpia nessa percepção de quem é quem.
12:45E daí até nosso nossa aproximação via E daí até nosso nossa aproximação via lead, via intermédio da Logar, do Marlon, né, da das pessoas que transitam no mundo real e que conectam pessoas no mundo real, acho que isso tem muita riqueza,
Objeção: “Amigo de LinkedIn” ≠ conexão real13:00né? Porque se não fosse assim, cara, talvez a gente fosse amigo de LinkedIn.
13:04talvez a gente fosse amigo de LinkedIn. Exatamente.
13:05Nunca teria conversado, né? não teria encontrado o Adonai para eh eh credenciar essa eh eh essa esse vínculo.
13:16E eu tava falando isso antes assim, cara, como é importante a gente ter esses momentos reais, né? E olha que eu sou da tecnologia, mas eu falo, né, cara, a tecnologia ela é uma consequência, ela é a última etapa de
13:28uma construção. Primeira coisa é pessoas, né, pessoas capazes, corretas, confiáveis no lugar certo. Segundo, são processos, né, que direcionam, orquestram essas relações. E daí sim, em
13:43algum momento, a tecnologia vem para eh facilitar essas relações. O contrário, a tecnologia não faz nada. Iá não fala com Iá ainda. E-mail não manda e-mail para ninguém se você não pediro,
13:58né? O seu celular, se você não tiver manuseando, ele é só um pedaço de plástico. Então é isso, cara. A tecnologia ela é um um ponto assim.
14:05Você acabou respondendo exatamente a própria pergunta e o resultado acaba sendo uma consequência natural disso, né? Exatamente por aí.
14:12E como que você eh forma essas conexões, né? O qual é seu dia a dia? e como que o Jonathan chegou, né, nessa habilidade quase que eh natural, dinâmica, de fazer essas conexões, porque eu acho que para
14:28quem tá nos assistindo, isso é até um educativo, né? Pode ser um um formato, é óbvio que é seu, mas tem um método, tem um uma intenção de fazer isso acontecer.
14:40Sim. e você também consegue treinar isso e melhorar essa habilidade, por mais que seja nata, né, ou não também, né, a gente consegue ampliar isso. Eh, a parte comercial em si, como eu falei, quando descobri o o e fico até muito grato de
14:54conseguir eh descobrir isso de uma forma eh mais jovem, né? a gente tem conexões e contatos com pessoas mais velhas que que já estão praticamente na senioridade da carreira e fala: "Puxa, eu trabalhei eh 60 anos da minha vida aqui nessa área
15:11e agora eu descobri que eu gosto de fazer isso, queria ter feito isso lá atrás ou até quem ainda não pôde fazer isso, né?" E muitas pessoas inclusive falam pra área comercial, então a área comercial você tem que ter esse perfil,
15:24né? essa essa desenvoltura, essa comunicação assertiva, essa interação de conexões e networking, eh o próprio trabalho, a própria demanda do grupo faz com que a gente permeie no mundo associativista, né? Então a gente hoje
15:40praticamente tá conectado às maiores entidades aqui comerciais, não só da cidade, não só do estado, não só do Brasil e até internacionais. Então [roncando] isso acaba trazendo na prospecção de poder ofertar os teus
15:57serviços, produtos, eh as nossas frentes de uma forma natural. E aí você começa sem querer praticando isso diariamente.
16:07Então minha rotina, por exemplo, você vai eh para uma reunião com Conselho X, você vai para uma reunião no cliente Y, você vai lá num outro evento, você e você tá praticando isso praticamente 24 horas, né? Daí é os 20 anos de carreira
16:20que vocês tem. [risadas] Então dá para treinar, mas demora, demora um pouquinho, você tem que investir bastante, mas isso acaba de uma forma que você não para para analisar. A gente talvez para para analisar quando
16:32tá aqui refletindo, né?
16:34Mas isso mostra que é uma frente necessária, né?
16:40Agora vou trazer aqui um um ponto até mais de se pensar. A área comercial muitas vezes ela não é valorizada, né, fazendo um paradoxo da parte de comunicação, de networking, etc. Eh, [roncando] e até falando um pouco de
16:56lobby, né, do que tange a área comercial. Se você não tem isso, você não consegue fazer com que tudo que você faz seja vendido, seja entregue. Então, a área comercial e área de vendas, ela ela muitas vezes é denegrida, né? ela é
17:12olhada de uma forma eh pejorativa, eh tem uma competição interna muito grande, né? Ah, mas isso aqui é marketing, isso aqui é é é a parte interna, né? Ah, mas o pessoal do comercial fez, não, mas o time comercial, mas se a gente não tem o
17:28comercial, você não tem venda, você não tem toda a estrutura que você tem interna acontece. Então, essa parte comercial, o networking que a gente tá falando, conhecer e ter esses contatos, fazer essa frente é primordial para
17:42qualquer empresa, né?
17:43É, eu até a semana passada, né? E até foi uma frase que eu acho que alguém já falou aqui nesse podcast, mas eu tava atendendo um grupo italiano lá de que tá em Vitória, no Espírito Santo e o CEO eh global que estava aqui no Brasil, ele
Objeção: “Comercial é custo”: todo setor trabalha pro comercial17:58falou: "A empresa tem dois setores, o comercial e o que trabalha pro comercial [risadas] e acabou, né? Porque é isso, cara, né? A gente tem uma tendência muito grande a amar o produto, o produto, né? Isso serviço, tipo, o que a
18:14gente entrega. E o que a gente entrega só tem valor se a gente entregar, se a gente vender e simplesmente botar isso no ar ou, né, disponibilizar, não vai fazer nada, por melhor que seja o teu produto. A gente
18:29vive hipercpetitividade, quase tudo é oceano vermelho, muita coisa já foi criada, tem vários concorrentes. É difícil encontrar algo verdadeiramente que se venda com base em um diferencial.
18:41que se venda com base em um diferencial. É, o segredo tá em ter esse comercial, em ter essa força de venda, de networking, de relacionamento que leve, né, o produto, seja ele brilhante, excelente, maravilhoso e tem que ser, seja ele um
18:57produto comum de prateleira, né, um produto comum de prateleira, né, um commodity.
19:01Só para retificar também a minha fala aqui para toda a frente que tá nos assistindo, não tô denegrindo as outras áreas, elas são importantes e primordiais, com certeza. né? Mas o comercial também tem essa função. O que
19:15eu quis dizer é o seguinte: se você faz um produto maravilhoso e você não consegue ter uma área que vai vendê-lo ou vendê-lo, você não consegue fazer nada. Você não vai ter receita, você não tem R, você não tem nada.
19:27Na tecnologia isso é muito comum, né?
19:29Volta e meia a gente é chamado para desenvolver uma coisa, n? Quero um aplicativo, um sistema e o cara vem com a ideia como se fosse, né? Porque às vezes até uma boa ideia e daí eu falo para ele, beleza, né? Construir a
Objeção: “Basta construir o app”: R$ 1,5M sem estratégia comercial19:44tecnologia vai te custar milhão, milhão e meio, enfim, né? Valor para botar ela de pé. E aí? E o próximo passo, de pé. E aí? E o próximo passo, exato.
19:52Como assim o próximo passo? Meu irmão, você construir uma tecnologia, você tá fazendo uma empresa. Qual é a estratégia que você tem? Comercial, marketing, eh, que você tem? Comercial, marketing, eh, mercadológica?
20:05Porque é isso, não vai ninguém bater na sua porta e fala: "Nossa, que maravilha essa tecnologia".
20:11E aí quanto mais integrada as áreas estão, como o CEO da Itália que você comentou, o seu cliente eh traz essas áreas de suporte, mais sucesso você tem, ou seja, eu consigo vender mais, eu gero mais ROY, eu tenho a estrutura e consigo
20:27ampliar e trazer o sucesso para todo mundo. Exatamente. Expandir e etc.
20:32mundo. Exatamente. Expandir e etc. [roncando] E dentro dessa parte comercial de networking, de relacionamento, que erros que você identifica, que os empresários fazem, né? Porque tem aquele aquela ideia do relacionamento
20:46vendedor chato, né?
20:48Frio. Frio.
20:49É o cara que tipo te encontra e então qual o meu produto, né? Conheça meu negócio, sabe? Tipo, o que que você identifica que é erro nessa ideia de expandir relacionamento e que você consegue apoiar, justificar, melhorar?
21:03Eu vou fazer um comentário aqui que acho que você e toda a audiência vai acabar concordando, né? Um exemplo disso que a gente tem hoje, que eu vivo diariamente, gente tem hoje, que eu vivo diariamente, LinkedIn.
21:14LinkedIn, se eu não tiver acho que umas 10 mensagens de oferta de algum serviço ou produto por dia, eu tô falando número baixo. Então assim, você não nunca falou com aquela pessoa, eh, ou você já teve uma interação e falou, né? Porque a
Objeção: “Oferta massiva a frio funciona”: aqueça o lead21:29gente acaba, e por que que eu falei do LinkedIn? Porque muita gente adiciona, mas você não conhece. Então você acaba mas você não conhece. Então você acaba aceitando, valida, porque você às vezes, poxa, foi uma indicação de alguém, talvez eu vi,
21:39não lembro, tal, e aí quando você vê, você realmente não conhece a pessoa, né, e ela vem e te oferta, te oferta isso massivamente. Eh, quando você conhece, tem essa interação, é exatamente essa situação. Eh, a base
21:54para você conseguir ter o sucesso para você conseguir ter o sucesso [limpando a garganta] e gerar venda é você ter uma confiança na abertura disso. Ou seja, quanto mais alimentada a relação que você tem com o seu contato, você aquece esse lead e aí
22:09o teu funil, teu pipeline vai funcionar de fato. Então assim, tem gente que é exatamente isso. Eu tô num evento ou ou tô num numa situação empresarial e aí poxa, você troca cartão, você se apresenta, você fala. às vezes no
22:23próprio evento, o cara já tá querendo fazer a proposta comercial para você ali, né, pegando seus dados, já colocar isso e validar e já tentar fechar negócio. Eu acho que isso pode até que seja eh funcional, porque se você tem
22:37essa necessidade, você pode às vezes fechar algo, mas é algo muito muito atípico. O que que é legal? É você gerar uma relação sem uma pressão de uma forma natural. Aqui um exemplo nosso, né? como que a Stocks lá atrás foi uma parceira,
22:51uma partner de 7, né? A gente acabou, quando a gente agendou isso nem imaginávamos, né? Pelo menos eu tinha algumas ideias.
22:58Mas eu vou te dizer, isso aconteceu porque eu gostei de você, [risadas] cara. Porque eu eu não consigo não, não adianta, eu tento, mas eu só me relaciono quando de fato eu gosto das pessoas. Óbvio, né, que historicamente e
23:11tal, desenvolvi grandes parceiros, alguns que continuam sendo clientes, outros que foram clientes, que na jornada foram criando vínculos mais profundos, mas isso parte de uma profundos, mas isso parte de uma admiração verdadeira. Eu não consigo ser,
23:26tem que ser recíproco também.
23:28Pois é, mas dentro disso aí, a política, às vezes você tá, o cara é um idiota, mas eu tô lá, né? Eu eu não consigo fazer isso, irmão.
23:35Como existe como existe, infelizmente isso, né? E e o mercado, o o mundo comercial, vamos falar do mundo empresarial mais voltado para comercial, é um mundo canibal, né?
23:47[risadas] Desculpa esse termo, mas a gente tá aqui sabendo que você olha a concorrência, todo mundo fala politicamente, mas tá todo mundo pensando em si, tá todo mundo pensando no seu resultado, é um ego
23:58assim astronômico. Então filtrar essas relações não tem preço, tem que alimentar e cuidar muito bem das relações perfeit de [risadas] E às vezes o cara só quer uma fantasia, o cara não quer variar, né? Então, esse
24:15jogo de de se apoiar, e para mim, eu acho que esse é o ponto assim, eh, eu acredito demais nessa conexão positiva onde gera ganho para todo mundo.
24:23onde gera ganho para todo mundo. Isso, cara, eu tenho que gerar ganho para você, eu tenho que gerar ganho pro meu parceiro. Eh, eu acredito muito na relação de ampliação de mercado, né? Há uns três episódios atrás, eu trouxe os
24:34amigos da Goin, né, Mahamud, né, que são uma empresa de tecnologia que em algum momento pode até competir ou fazer alguma coisa parecida com a Stoics. Mas, cara, mas isso é tão irrelevante frente ao que a gente tem que dizer pro mundo,
24:49o que a gente precisa fazer pro mercado, porque, cara, eles são uma empresa séria, eles prestam tecnologia de verdade, eles são capacitados, eles são inteligentes, a esto da mesma forma, né?
25:00Se eu subo o nível, eu qualifico por cima e tem espaço para eles venderem as coisas deles, para eu vender as minhas coisas, para divem construir. É um espiral positivo que quando a maré sobe, o bar, os barcos todos sobem. Se eu fico
25:15pensando nessa escassez e eu quero tirar mais do que eu quero colocar, meu irmão, eu vou tender a zero. E essa conta de tender a zero é uma das coisas que eu acho que nos dias de hoje tão quebrando, né? a gente vê estados assim que, cara,
25:33que essa visão de monopólio, né, cara, tenderam a zero, quebrou indústria, quebrou, quebrou rede, quebrou mercado.
25:41Então, esse processo de eu coloco para você, a gente ganha junto, a gente divide junto, a gente dá pro cliente o que ele precisa, o valor ele tá nessa construção. E óbvio, né, cara, eu quero ganhar, quero ter o meu conforto, quero
25:56pagar a escola das crianças, né? Exato.
25:58Esse é o ponto que alimenta essa relação de networking, né, no multisetorial, né, em todos os mercados, todas, todos os segmentos, todas as áreas. Se você tem essa visão de que isso traz consequência global e positiva, com certeza você vai
26:13conseguir crescer e alimentar isso, manter, reter, avaliar isso é manter, reter, avaliar isso é primordial.
26:20primordial. [roncando] E dentro do braço de consultoria, né, a Joseven, ela tem essa capacidade instalada de fazer, né, operações financeiras, estruturação de marketing, estruturação comercial, COMEX, né, tem
26:33expertizes aqui diversas, né, e que de alguma forma o mercado tem outras consultorias que também se apresentam, né? O que que diferencia na perspectiva de você uma consultoria que realmente gera impacto como a Dio vem de uma
26:48consultoria comum, que é aquele consultor que vai lá, que dá ptaco, né, que fala meia dúzia de grosélia e deixa o pautorar e a empresa se virar de qualquer maneira.
27:00Excelente pergunta. Eu acho que antes de responder eu queria comentar um pouco mais da nossa divisão de consultoria, né? Eh, a Diosev hoje tem uma tem duas divisões, né? na divisão de consultoria empresarial internacional, 360º.
27:12Quando a gente fala 360º são consultorias em todas as áreas praticamente empresariais. Então, a gente tem hoje consultoria comercial, que aí tá com olhar voltado para vendas, para administrativo, governança, essa parte realmente focada eh em resultados
27:28comerciais finais. A gente tem a nossa consultoria financeira, a gente tem a consultoria de marketing e comunicação, agora com mais estrutura ainda nossa frente de consultoria de tecnologia da informação, consultoria de COMEX,
27:43consultoria de RH jurídico, enfim, todas as áreas. Cada consultoria nós temos uma diretoria, temos um responsável que aí traz os projetos e desenvolve isso internamente com os times, tá? Quando a gente fala eh as soluções das
27:58consultorias em frente 360º, a gente muitas vezes olha para um cliente com uma uma visão híbrida também, porque esse cliente muitas vezes acha que a dor dele é só comercial e é uma dor de comex, é uma dor eh de
28:14tecnologia e muitas coisas que ele não consegue avançar. Então, a gente consegue validar o que que é tecnologia, o que que é de fato isso dentro do negócio dele de uma forma geral, os nossos diferenciais hoje, tá? Eh, nós
28:30temos atuação internacional, tá? Então, hoje com a com a visão geral de mercado, nós conseguimos ter conexões não só pela parte de consultorias de empresas fora do Brasil, mas também muito forte com COMEX. Então, a gente tem dentro da área
28:46de Comex eh, a frente de trader e broker muito forte com commodities. Então, a gente atua com todos os commodities, a gente faz cotações aí para vários países. Hoje a gente tá nos quatro continentes com clientes, nos quatro
28:58continentes em mais de 20 países. Então, a gente vai lá, recebe a LOY, né, a carta de intenções com os incotérmes, valida, vê precificação, desenvolve fornecedor, muitas vezes desenvolve compras e traz isso também de uma visão
29:12geral. Então você acaba tendo relação global, isso traz um diferencial absurdo dentro do mundo das consultorias. Outra questão é a solução adaptada. Nós somos taor made, nós somos consultivos de fato, né? Porque eu não consigo hoje ter
29:26um preço por hora, por projeto. Eu preciso, cada caso ter uma precificação diferente, porque eu sei que cada dor é uma dor específica, né? Então [roncando] a gente tem essas frentes de a gente tem essas frentes de diferenciais.
29:39As outras questões é que o nosso time, né, principalmente as diretorias, são profissionais de longo tempo de mercado que tem vivência em na sua área, obviamente específica, mas dentro da sua área experiência em vários setores.
29:53área experiência em vários setores. Uhum.
29:54Eu mesmo sou comercial, meu core é comercial, área de gestão e governança, liderança, mas eu já atuei em várias áreas, atuei na na indústria automotiva, varejo, energia, fací, enfim, tem uma passagem por vários mercados. assim
30:07também os nossos diretores. E a gente consegue daí com essa visão global trazer as soluções entendendo os detalhes de cada operação, de cada dor dos clientes. Até aproveitando um pouco para continuar uma forma mais diretiva
30:20aqui com consultorias, trazendo números.
30:23Rodolfo, você sabe hoje quantas consultorias empresariais existem no consultorias empresariais existem no Brasil?
30:29Nem ideia. Acho gente Nem ideia. Acho gente 2.000.
30:32[risadas] longe, muito longe disso. Se a gente pegar o o eocial, né, o antigo gente pegar o o eocial, né, o antigo Cajed, Cajed, Aham.
Momento-chave: 162 mil consultorias; poucas entregam 360º30:38Validando pelo Kai de consultorias empresariais, hoje a gente tem torno de empresariais, hoje a gente tem torno de 162.000 consultorias empresariais.
30:48Meu Deus.
30:49É, é bastante coisa. Só que aí é o seguinte, destas, você sabe o percentual aproximado de quantas são realmente que entregam um portfólio de 360º ou soluções assim nesse nesse portfólio? de soluções assim nesse nesse portfólio? de 5%,
31:03em torno de 15%, tá? E aí por isso que a gente fala das famosas Big Force, né?
31:09Que aí sim tá dentro desse 5%, tá? Então quando a gente pega essas 162.000 consultorias, a gente tá falando muito de MEI do consultor, do consultor. Então é o cara que teve um um um tempo gigantesco de carreira e ele
31:24tá sozinho. Obviamente que ele deve estar nichado na área que ele atua, né?
31:29Ah, ele é só tributarista, ele é só jurídico, ele é só, enfim, não grupo, não estrutura. Então, ele tá sozinho. E aí no mercado tem muita gente boa que muitas vezes não tem eh abertura, o networking, toda essa capacidade para
31:43trazer negócio pra mesa para ele e muitas vezes fica sofrendo com isso.
31:47Então isso é um grande diferencial também nosso. A gente tem muito case, então muita abertura e aí só falando da divisão de consultoria a gente consegue entregar um diferencial. E aí a gente não tá falando só de boutique, a gente
31:58tá falando aqui de resultado com entregáveis, qualidade.
32:02É, e você sabe que eu o [roncando] a questão do consultor, né, eu vejo que ela meio que como um coach, ela veio se perdendo ao longo do tempo, né, quando a gente fala eh o coach original de, né, de de te ensinar, de te direcionar, de
32:18te levar, de conduzir, o consultor também sofreu essa degradação do termo, né? E daí a gente vê o cara que é pitaqueiro um cara que de fato entra dentro do negócio, se compromete com resultado, participa e gerencia, entrega. E essa e
32:35essa diferenciação para mim é uma das coisas que é chave na nossa atuação, né?
32:41Eu não posso ser o consultor da piada da ovelha. Você conhece a piada da ovelha?
32:46Acho que sim, [risadas] cara. O cara, o consultor foi no interior numa fazenda lá e tava um criador de ovelhas, né? Ele chegou pro criador: "Pô, se eu acertar o número das ovelhas que você tem no pasto, você me
32:58dá uma?" O: "Cara, Claro, claro que sim, né?" Deu, pô, o consultor puxou o computador, abriu o satélite, blá blá, não sei o que e tal. Tem 152 ovelhas e um cachorro. Daí, ó, você acertou. O costor já passou a mão num bicho, botou
33:12embaixo do braço aqui, tava virando as costas, deu: "Não, não, calma, calma.
33:17Se eu acertar sua profissão, você me devolve meu bicho? O cara falou: "Claro que sim, você é consultor, o cara por e né, dá para cá". Daí pegou o bicho de volta e falou: "Tá, mas como é que você sabia?" "Cara, você veio aqui sem eu
33:30pedir, me deu uma informação que eu já sabia, não me ajudou em nenhuma e ainda não entende nada do meu negócio.
33:36Você pegou um cachorro, devolve meu cachorro e some daqui." E e cara, e a gente ri.
33:42A gente ri. Mas é isso que acontece.
33:43triste porque é muito fácil dar pitaco no projeto alhei, né?
33:48E e esse ponto que você traz, eh, não denegrindo, mas sendo muito real, né?
33:53Hoje praticamente todo mundo é consultor, todo mundo é conselheiro, todo mundo é CEO, todo mundo é coach e quem não é alguma coisa é influencer.
34:04e quem não é alguma coisa é influencer. [risadas] Nada contra. É, mas [limpando a garganta] eu tô falando como que aumenta esse número e de fato isso tem um fator negativo para quem quer trabalhar de verdade sério e criar algo
Objeção: “Já tentei consultoria e não funcionou”: cliente chega frustrado34:15estrutural, algo maior, né? Porque você pega um cliente e já aconteceu e acontece com a gente que já tá acontece com a gente que já tá frustrado, já chega destruído, ele já ele já chega e você quando apresenta a proposta, não, porque eu já
34:28fiz isso, fiz assado, tal. Então assim, você conseguir mostrar valor para ele, né? Porque quando você traz uma consultoria, é aquilo, você tem que trazer ROI, tem que ter o retorno do investimento. Se a conta fecha e se paga
Objeção: “Consultoria é pitaco caro”: ROI fecha a discussão34:42e traz retorno, não tem mais discussão, o resultado vai acontecer.
34:46Um mais um é ponto. Aí agora ele já tá frustrado, muitas vezes já não quer nem acontece demais com a gente. O cliente ele quer desistir do negócio dele. Ele já tá numa numa numa frente que ele quer fazer MNE, ele quer fazer fusão,
34:59fazer MNE, ele quer fazer fusão, aquisição.
35:00Mas isso também a gente faz.
35:01A gente faz.
35:01Tem nosso parceiro que falei hoje lá.
35:03né? Mas a gente faz internamente aqui da Dio Seven também, mas a gente quer mostrar para ele que muitas vezes ele pode eh continuar e ajustar. Exato. É isso.
35:13É. E e levar essa e acreditar no negócio, cara, eu acho que é uma das coisas que a gente precisa pregar diuturnamente, né? A gente só vai sair dessa situação, eh, que se encontra a partir de industrialização, né? Quando
35:29as pessoas entenderem que investir, investir em produzir, em criar, em investir em produzir, em criar, em construir, é importante e dá mais retorno do que investir em tesouro. Exato. [risadas] E e eu acho que essa esse papel de gente
35:46eh apostar junto com os clientes e levar junto com os clientes essa visão de, cara, vamos fazer isso acontecer, vamos resolver a situa eh colocando dentro do que você falou, né, cara, eu vejo que as áreas que a
36:01gente conversa, todas elas sofreram isso de alguma forma, né? Tecnologia é um exemplo, cara. O pessoal tá cansado, né?
36:07Tá cansado. Tem várias empresas grandes, médias, que prometem um monte de coisa.
Objeção: “TI é caixa preta”: break-even e antes/depois36:12O cara gasta uma baba de dinheiro fazendo setup, contratação, assume um SAS caro às vezes e o retorno não aparece.
36:21Retorno não aparece, é uma caixa preta, né? Daí do outro lado não, não é contratar um SAS, não, é botar desenvolvedor. Daí ele vai lá, contrata um outsourcing, bota 5, 6, 10 posições internamente e mais uma vez ele não vê
36:35acontecer, né? Então, eh, levar pro mercado essa, esse compromisso com resultado, né? Apresentar para eles, ó, a gente vai rodar aqui, aqui tem teu break even, aqui começa a ter retorno, aqui as coisas empatam, você tá
36:51caminhando, sabe? Tipo, ter essa caminhando, sabe? Tipo, ter essa transparência de uma consultoria ativa, de uma consultoria que faça, né, de realmente fornecer para ele dados e medição desses dados é importantíssimo mostrar o cenário antes
37:05e o depois. acompanhar isso sempre, né, e botar a mão na massa junto, né?
37:09Isso que isso é um outro dos diferenciais que eu acabei não comentando que a gente faz, né? Eh, eu faço muita analogia com o mundo da saúde, a área médica, por exemplo, né?
37:20Eh, o paciente chega com uma dor, por exemplo, no peito e ele tá ali achando que é o coração e às vezes é uma outra coisa, né? Então ele chega, a gente vai lá fazer uma du diligência, a gente vai fazer um assessment, um diagnóstico para
37:34entender essa dor, tá? comparando aí no mundo da saúde, ele chega no hospital e vai falar com o clínico geral. Então a gente entende que pode ser um coração, mas pode ser outras áreas, pode ser eh um cardiologista, pode ser, enfim, outro
37:48médico que vai puxar e descobrir o diagnóstico dele. E aí a gente vai e encaminha, encaminha pro financeiro, encaminha paraa COMEX, enfim, as dores que eles têm, que os clientes têm.
37:58Quando a gente consegue validar isso com diagnóstico assertivo, o paciente se diagnóstico assertivo, o paciente se cura, cura, vive, ele vive, ele sobrevive. Agora, tem muitos casos que o paciente já tá em
38:09estado terminal.
38:09estado terminal. Sim.
38:10E aí a gente tem que também ser transparente e claro.
38:15Mas daí entra também, cara, vai ter alguma coisa que a gente possa fazer pro cuidado paliativo?
38:19Com certeza. Para ajudar ele totalmente se organizar, se, né? Tem, tem.
38:24Mas não adianta eu também querer vender um paliativo falando que ele vai sobreviver mais 10 anos, né?
38:28É isso. E daí a gente falou a transparência daquilo que é possível e do que não é possível. E deixa eu fazer uma pergunta, já que a gente entrou nisso dos pacientes e das dores, né? Eh, existe eh sinais que mostram que uma
38:41empresa, que um departamento, que uma área precisa de apoio externo? Eh, isso tem como o dono do negócio um CEO, um CEO, eh, que tá lá na dúvida, pô, busco o apoio, não busco o apoio, tem como ele
38:56saber ou como ele fazer uma identificação disso? Tem muito indicador que traz isso de forma escancarada, né?
39:05Fora os kipiais que ele vai poder ver.
39:09Eh, tem várias frentes. O que normalmente aparece é a área financeira, né? Já tá no sinal vermelho, né? Não tô conseguindo cobrir os custos, meu capital de giro desapareceu, o meu ebídita já não tá legal mais. Isso é um
39:25ponto muito importante. A área financeira já reverbera nesse sentido, né? Eh, outros pontos que a gente vê, que a gente só fala no sentido financeiro, mas tem muita coisa que tá também a relacionada a pessoas, tá?
39:38Clima organizacional é um é um é um motivo muito muito escancarado que muitas vezes o empresário não valoriza, né? Então você vê a performance de toda a estrutura decaindo e aí ninguém se posiciona, né? você vê que o time
39:55poderia tá produzindo mais, tá agregando mais, tá engajado mais e você não traz eh posições para melhorar isso, corrigir isso. Às vezes pode ser uma pessoa chave que tá atrapalhando esse entorno, às vezes pode ser várias, enfim, você tem
40:10que identificar isso, tá? Eh, outra situação que a gente vê também é o cenário de feedback de mercado, né?
40:17Então, eh, você vê muita reclamação, você tem no sentido empresarial global hoje aqui no Brasil, a gente tá falando do reclame aqui, né? Então, você, por exemplo, você vai por, é um exemplo clássico, quando você vai para algum
40:28local, você vai fazer uma viagem e vai para um hotel, primeira coisa que você vai ver, a as recomendações disso, eh, você vai para um restaurante, você vai adquirir um serviço, um produto, você vai ver as referências. Então as
40:39referências elas já são indicadores de aquilo realmente tá funcionando ou tá de uma forma negativa.
40:44É, e até no próprio meio, né, cara, a gente e fora a parte interna que existe.
40:51Exatamente. Exatamente. E entrando agora, né, a gente acaba caindo obviamente na figura da liderança, né?
40:57Um líder diligente, um líder e orientado a dados, um líder que saiba identificar o que que é uma ovelha e um cachorro, [risadas] né?
41:06eh, o que que você enxerga, né, como eh, o que que você enxerga, né, como fundamental no papel da liderança de uma empresa de sucesso, né? tem eh eh skills, habilidades que você sabe assim,
41:23cara, pô, isso aqui é necessário para ser um um líder diligente, um líder executor que vai garantir que esse negócio tenha continuidade e perenidade.
41:32Perfeito. Bom, depende de cada nicho, cada mercado. Eh, primeiramente, o líder, ele tem que saber os processos que a empresa possui. Ele precisa saber onde que ele está, on para onde que ele
41:48vai e onde que ele quer chegar.
41:51Ele precisa ter um olhar muito, mas muito aguçado. Isso aqui não é só para fazer um comentário bonito, mas é um fato e é um um motor para tudo isso que são as pessoas. Ele tem que saber lidar
42:09e liderar pessoas, tá? Eh, o poder de liderar pessoas e delegar e ter a visão das habilidades destas pessoas vai fazer com que o resultado seja até maior do
42:24que ele esteja dentro de uma operação.
42:27Então, assim, resumindo, soft skills e hard skills tem que ter eh tem que ter a parte emocional, o coeficiente emocional, como eu falei. Então, saber lidar com várias pressões e situações, isso já é intrínseco que ele deveria já
42:41ter para est numa posição de liderança.
42:43Liderar is viver sobrada e saber resistir e aguentar. É o quanto viver com tranquilidade em meio ao caos.
42:52Porque da se você internaliza o caos ou os problemas que fazem parte do negócio, o negócio só existe para resolver problema. Se eu não tiver resolvendo problema, seja do meu negócio, você não precisa lá lidando, não preciso
43:04tá lá, né?
43:05e e saber lidar com esses problemas de forma tranquila, né? Se você, né? Se você não lida, cara, você tem dois problemas. você tem o problema e a forma como você tá reagindo a ele.
43:16Exato. A forma com que você reage. Muito importante. Então, eh, de uma forma resumida, ele tem que ser, obviamente, resumida, ele tem que ser, obviamente, tecnicamente uma pessoa que tá no perfil para estar na liderança daquele processo, daquela
43:27empresa, daquele negócio. E ele tem que ter habilidades para conseguir construir times e trabalhar com essas pessoas para que traga resultado.
43:34E eu te pergunto, isso é nato ou é E eu te pergunto, isso é nato ou é treinável?
43:36As duas coisas. As duas coisas. a gente já vivenciou e vivencia situações que são naturais. Obviamente que a segunda, né, treináveis, é é um pouco mais né, treináveis, é é um pouco mais difícil.
43:48Eu treino os hard skills, né, cara. Eu treino conhecimento técnico. Ah, saber ler um DRE, entender processo que eu tô trabalhando, isso eu treino, né?
43:57Mas mas de alguma forma assim, eh, lidar com a pressão, saber fazer o que precisa com a pressão, saber fazer o que precisa fazer.
44:05E por que que eu falo que é intrínseco?
44:06Eh, eh, é, é nato. Porque se você coloca uma pessoa que, que não tem essa capacidade de suportar, de liderar pressão, você esquece. Não adianta pegar alguém da parte operacional e colocar numa posição de liderança, ela não vai
44:20performar igual, tá?
44:21E você sabe que, né, eu tenho muitos anos de Big F e a dor da Big F ou um dos problemas da Big F exatamente esse.
44:30Três Big F, né? Só para deixar claro aqui, [risadas] né? KPMG, meus queridos amigos que me aceitaram como traini, Price Shutter House Coopers, né, onde desenvolvi algumas centenas de projeto e depois na
44:41Ernest. Mas a dor deles é o seguinte, cara. Quem cresce na cadeia é o melhor técnico, o melhor trein vira o primeiro assistente, o melhor assistente vira o primeiro pleno e assim vai. E daí quando eu saio de um sior e viro gerente, meu
44:58irmão, eu saio do técnico e vou paraa liderança. E daí muitas vezes eu tenho duas perdas. Eu perdi o meu melhor consultor sior e ganhei o pior líder gestor que eu poderia ter. Então
45:15esse esse acompanhamento e essa evolução do de cara com é tem condições de ser um bom líder ou não, para mim ainda é uma incógnita. Porque eu enxergo assim, cara, pessoas extremamente capazes que quando vão para um papel de liderança,
45:31elas sucumbem, né? Elas deixam desejar, elas não entregam, elas não conseguem transitar em meio a esse caos ou simplesmente às vezes não sabem lidar com pessoas, né? É isso. Então, assim, tem coisas que são natas, que aquele é
45:44um líder nato, é natural. Eh, tem pessoas que estão numa posição que não é liderança, mas quer quer tá na posição de liderança, mas não vão conseguir nunca performar. Não vai conseguir nunca performar. Não vai, não vai. Você pode
45:57fazer, treinar, não vai. E tem a pessoa fazer, treinar, não vai. E tem a pessoa que e dei te cortando, o que que eu faço com essa pessoa? Mando embora.
46:04Não, você tem que aproveitar o melhor dela. Você tem que passar. Ela tá ficando cara, ela ela ela cresceu na na empresa, ela é a vaca no poste, [risadas] tá lá, né? Chegou lá, que que eu faço? Vou betar a mão, vou tirar ela
46:16de lá?
46:17Geralmente essa pessoa vira especialista da área, né? Geralmente ela acaba se tornando a pessoa, ela já veio, até foi um ponto legal que você trouxe que hoje em dia as empresas praticamente não trazem essa cultura mais. Você pega
46:30hoje, por exemplo, grandes CEOs, presidente de companhias, os caras passaram por todas as etapas, já começou num processo traini, passou por todas as etapas da empresa, né? E geralmente em cada uma dessas etapas ele tem uma
46:43posição júnior, pleno e sênior, júnior, pleno e sênor. E vai, vai, vai, vai. 30 anos de casa conseguiu virar VP. Você você falou uma coisa aqui que eh a gente em algumas áreas da Ernest a gente tinha adotado que a carreira em Y.
46:55adotado que a carreira em Y. Isso.
46:56Eu tinha um backoffice técnico diretor, alguém extremamente especialista profundo, com 20 anos de atuação, que ele fazia só construção de projeto, estruturação e tudo mais e
47:10tinha daí sim esse sócio líder.
47:13São pares, né?
47:15Então essa pessoa que você falou que é ovelha, né? aqui que não tem esse perfil, o que que eu faço com ela?
47:19perfil, o que que eu faço com ela? Degola.
47:20Não, [risadas] como eu falei reiterando, às vezes você traz uma pessoa de mercado e ela vira o par dessa pessoa como especialista daquela área. Isso é muito natural.
47:29Então, uma coisa que eu não vejo com tanta frequência como há 20 anos atrás é exatamente essas carreiras escaláveis, né? Até porque hoje o cenário tá muito mais eh rápido, né? Hoje em dia você tem, você não para em seis meses numa
47:42posição, você já tá isso absurdo outra posição, você já tá isso absurdo outra frente.
47:44Deixa eu fazer uma pergunta então, já que você tocou na questão do tempo, né?
47:48Quando eu vejo a liderança, hoje você começou a trabalhar que nem eu quase no século passado, [risadas] né? O que que mudou, né? O que que você né? O que que mudou, né? O que que você identifica que era a liderança anos 2000
48:04e o que que é a liderança hoje, 2026?
48:07Assim, o que que Perfeito, você respondeu isso anteriormente, já não sei.
48:11Eh, respondeu o que que a gente tinha primeiro, né? A transformação geracional é o primeiro ponto, né? Eh, com tudo isso, você vem com a cadeia tecnológica, acesso a informações, validações.
48:25Você tem hoje acesso muito mais rápido do que você podia imaginar lá atrás, mas a visão que você tem muito lá atrás é da situação do gestor que é líder e o gestor que é chefe.
48:39Então você tem uma situação que ou você inspira o teu time ou você traz uma frente de pressão e e meio que uma situação mais num setor mais sombrio para poder validar. Então, se você de
48:55fato, por isso que eu falei, é difícil conseguir ter habilidade de liderança eh conseguir ter habilidade de liderança eh treinável.
49:01Mas será que a gente não tá ficando meio soft demais?
49:05Eu eu, pô, eu vou falar, eu penso nisso também, refito sobre isso também. Eu tive formação no colégio militar, né? Fui trabalhar nas empresas Big For, tem modelo americano que é tipo, você é um lixo, eu tô te dando
49:16sorte de tá aqui e você tem que se evoluir. E eu evoluí, né? E eh quando eu fui eh primeiro projeto que eu fui, eu não era um expert em Excel e falaram: "Meu irmão, você precisa fazer aqui esse essa macro em Excel e quebrar esses
49:32arquivos. E ninguém me pegou pela mão e falou: "Rodolfinho se virar." É, sabe, eu eu virei duas noites e desenvolvi, né? Quando eu fui fazer as primeiras auditorias e me envolver no mundo contábil, eu peguei o manual da
49:47FPCAF, que é um talagaço assim de 1500 páginas de das definições contábeis que envolvem a empresa. Eu li o manual de de ponta a ponta e postitei ele e anotei ponta a ponta e postitei ele e anotei ele.
50:00Ninguém veio para mim falar assim, sabe? Daí eu vejo hoje, cara, eu falo, você acho que entendeu a minha resposta mais inversa. Exatamente.
50:09Ah, você defende a velha guarda.
50:10Claro, [risadas] pelo amor de Deus, Claro, [risadas] pelo amor de Deus, óbvio.
50:14É, não acho que exatamente, mas eu falei que as duas as perguntou as diferenças tem que se complementar são essas.
50:20São tem que se complementar. Você tem que Mas você ainda tem essa velha guarda aqui, né? Inclusive, uma das frentes que nós da Jeven defendemos é validar quem quer realmente trabalhar e fazer a coisa acontecer, que quer trazer resultado.
50:32Hoje em dia, aí a gente vai sair um pouco do contexto, mas hoje em dia tá todo mundo querendo facilidade, moleza, todo mundo querendo facilidade, moleza, que é tudo à mão, né? Aí você traz um caso de trazer um projeto, ah, mas, né? Qual
50:47que é o valor que eu vou receber? Qual que é o fi que eu vou ter? meu amigo, a gente vai trabalhar aqui para tentar trazer isso. Eh, ah, não, mas me contrata, então vou vou subcontratar você para fazer o que eu tô pedindo pra
51:00gente poder desenvolver junto. Ninguém quer de fato ter risco. Então isso tá muito, Por isso que eu falei da velha guarda lá atrás, lá atrás você tinha aquela visão que se você não entregava, meu amigo, você sabe que amanhã você
51:12pode não estar aqui.
51:13E isso precisa, cara, né? Uma das coisas que eu tenho falado muito é skin in the game, sabe? pele em jogo, meu irmão. Você tem que colocar sua pele em jogo.
51:23Seja você o dono do negócio que tá colocando capital, tempo, dinheiro ali na para aquilo ali acontecer, seja [risadas] você funcionário. Cara, você tá com a pele em jogo, você tem o seu emprego, seu salário, a sua carreira. Se
51:36você não se importa com isso, você tá no lugar errado.
51:39Exato. E muitas vezes você tem que colocar a sua pessoa também a risco.
51:44colocar a sua pessoa também a risco. Claro.
51:44Você tem que se provocar, você tem que trazer eh querer primeiro é quer, né?
51:49Mas também se colocar a risco. Eh, eu com 25, 26 anos, sempre fui muito precoce, né? Comecei a trabalhar muito cedo, mas eu com 25, 26 anos, eu tava indo para outro país, assumir a direção comercial de uma multinacional. Quando
52:02eu aceitei aquilo que a ficha caiu, eu falei: "Caramba, eu tô indo para um outro país, não entendo nada da cultura, não entendo nada da e e vou só, cara, é você acreditar e investir o teu máximo que vai fazer te forjar a entregar o que
52:17você tem hoje.
52:18Tive, eu tive o a honra de formar, né, dentro desse mundo de consultoria de desenvolvimento várias pessoas, né? Eh, mas um específico é o Leonardo. Leonardo Alves. Ele foi inclusive um dos gerentes de inovação da Claro, né? Saiu para
52:33coordenar a expansão de um grupo financeiro mexicano e agora ele tá criando o próximo desafio dele. E cara, e uma das coisas que eu mais gostava de trabalhar com ele era assim, ó, Leonardo, a gente tem construir um foguete para a lua. Ele fala: "Beleza,
52:48me dá até amanhã". Eu nunca vi ele falar: "Não, não sei fazer". Ele fala, ele só fala assim: "Cara, beleza, me dá até amanhã que eu volto com alguma coisa". E velho, e é isso, sabe? E daí você pega, né, o o a conexão com o
53:03Leonardo, a gente começou que eu investi na startup dele, daí ele era tão bom que a startup morreu, eu chamei ele para trabalhar comigo. Daí ele trabalhou comigo, depois virou nosso sócio, né? E e as construções foram acontecendo. E ele se
53:17formou engenharia mecânica. Nada a ver com tecnologia, mas nem com inovação, mas enfim, tudo a ver. Porque se o cara passa por, né, eh, cálculos diversos, físicas diversas, o cara tá preparado para qualquer coisa da vida.
53:29para qualquer coisa da vida. Geral.
53:30E eu acho que [roncando] isso falta, né?
53:32Eh, quando a gente fala de profissionais e que a gente quer conectado, é assim, e que a gente quer conectado, é assim, cara, cara, é, me manda um problema e vamos resolver juntos, né?
53:39A a visão empresarial é resolver o problema, né? O nosso o nosso trabalho, pelo menos, é resolver as dores e os problemas dos clientes. Eu queria trazer aqui uma velha máxima do Walt Disney, né? Eu prefiro investir no impossível
53:51porque lá a concorrência é menor. Então é ir para isso, né? Trazer solução.
53:57Indo um pouquinho, né? Você falou das facilidades e dessa coisa que todo mundo quer a moleza, não com essas palavras, mas, né, que as pessoas querem coisas mais fáceis, né? Eh, a gente tá vendo uma revolução tecnológica, né? A gente
54:12fala muito hoje de inteligência artificial, de melhoria de processo, de eh evolução do negócio com essas automações, com as IA, todo mundo quer, né? Como que você vê de fato a
54:29inteligência artificial gerando resultado nos negócios e não gerando conforto? Porque conforto não paga conta, né?
54:37Exatamente. Inclusive, esse é o ponto que traz a maior, talvez falha dos empresários e das empresas, né, quando a gente traz aqui, de não tá com esse olhar paraa tecnologia, né? Inclusive, por isso que eu quis trazer mais
54:51robustez dentro do grupo para mostrar, por isso que a gente tá junto [risadas] agora com mais força. Não tava me sentindo confortável dentro da frente de TI com as nossas estruturas que já tínhamos, agora muito mais. Eh, a IA ela
55:05tem que trazer os resultados com escala, tá? E aí tem muitas discussões que estão aí hoje dentro do que a gente vê no dia a dia, notícias, etc., né? Eh, o próprio Elan Musk trouxe agora há poucos dias aí
55:21eh informações que até 2031 e mais talvez até 2036 vai ser uma quebra de vai ser um um um romper de paradigmas, né? uma quebra geral disso. Eh, mas trazendo pro nosso momento hoje, né, 2026, a gente tem que olhar a Iá como
Objeção: “IA é modismo”: escalar o que já funciona, com ROI55:39uma forma de escalar o que a gente tá fazendo, tá?
55:43Que a gente já tá fazendo, trazer celeridade pros processos, tá? Então, mapear aquilo e conseguir trazer maior mapear aquilo e conseguir trazer maior produtividade, maior eh resultados quando a gente fala de ROY. Então assim, tudo que a gente tá
55:58fazendo hoje, a gente demoraria eh um tempo X. Hoje com a aplicação de tecnologia IA, a gente vai ter um tempo X - Y - Z - W, por aí vai, tá?
56:11É mais ou menos comparando a o que eu quero trazer aqui, a resposta, o que a gente teve na Revolução o que a gente teve na Revolução Industrial.
56:17É isso, tá? Eh, trazendo um paradigma de transacional de geração aqui, é o que a gente teve na área exato. O pessoal lá, né, olhava aquilo como percas de emprego, dificuldade, mas se você traz isso pro lado positivo,
56:34aquilo vai trabalhar a favor para você.
56:36E é por isso que a gente investe muito e busca trazer isso pros nossos clientes.
56:39Claro, a gente tá chegando no final, passou rápido, né?
56:42Achei que tava na metade, não é? Eu vou fazer algumas perguntas e eu quero que você mais bate bola, mais direto assim, mas justifique, obviamente, né?
56:54Networking hoje é uma habilidade ou uma Networking hoje é uma habilidade ou uma estratégia?
56:57As duas coisas. Porém, eh, porém sem a a habilidade você não consegue ter estratégia, tá? [roncando] Existe sorte nos negócios?
57:10Existe. Ela encontra você trabalhando, né, [risadas] como todo mundo fala.
57:15Tem que tem que trazer resultado na mesa, né? Mas pode ser que sim, exista sorte, né?
57:20Qual foi o não que mais contribuiu para o seu sucesso?
57:23Poxa, foram vários nãos, Rodolfo. Foram vários nãos, mas eh eu acho que um que falando agora mais recente trouxe é a visão do mercado, tá? Quando eu consolidei o grupo e quis montar essa estrutura da Dio 7, eh, tendo em vista,
57:41na verdade não foi nenhum não, tá? foi uma visão geral para que eu transformasse aquilo num e e modificasse. Então, olhando um pouco o cenário do que a gente tem hoje mercadológico pra área de consultorias, tá muito engessado. Você tem que
57:55investir muito, você tem que entregar muito, você tem que fazer muito e você ficar com o menor resultado. Então, até um modelo que talvez eu possa comentar depois, trazer um pouco a independência para quem tá dentro dos negócios dos
58:07consultores e tirar o monopólio disso para trazer mais facilidade e qualidade pro mundo empresarial.
58:16Qual foi o relacionamento que mudou sua trajetória profissional? Existe essa pessoa ou algumas pessoas?
58:22Ah, existem várias pessoas, né?
58:25Ah, existem várias pessoas, né? principalmente acho que as últimas empresas que eu passei, com quem eu entrava direto, presidências, pessoas do conselho que me apoiaram muito, me direcionaram muito, algumas são até mentoras da minha
58:39carreira e da minha pessoa. Isso com carreira e da minha pessoa. Isso com certeza.
58:40Posso nome para ficar registrado?
58:42Posso, posso. O próprio Adonai, que a gente segue junto, né, trabalhando com parcerias, agora à frente da própria estrutura do corpo consular, que a gente também faz parte, né? Tô junto com ele nessa estrutura aqui. E outros
58:55presidentes de outras companhias aí que a gente também trabalhou forte aí, Rus Dia, que talvez tá nos assistindo também do grupo Colizê. [roncando] O que separa empresas que crescem das que ficam estagnadas?
59:06Mentalidade. Resumindo uma palavra, mentalidade. A mentalidade do dos do conselho, do proprietário, do empresário em si, que consegue enxergar o que vai realmente agregar, por exemplo, contratando uma consultoria, né? Muita
Objeção: “Consultoria é custo à parte”: preço citado nominalmente59:20gente olha e fala isso. Ah, não, isso aqui é um dinheiro à parte, não tenho garantia de que isso vai trazer garantia de que isso vai trazer resultado.
59:25É olhar para cima, olhar para baixo, mas você não vê que aquilo, falando até em situações financeiras, para ser mais tangível aqui, o cliente às vezes ele olha a taxa, olha os valores numa linha de tempo, então ele precisa olhar isso
59:39na linha de tempo completa, porque às vezes ele olha só o agora, mas ele não vê o que ele consegue, por exemplo, escalar numa operação financeira. Então isso é importante [roncando] isso é importante [roncando] mentalidade.
59:49O que que os empresários deveriam estar observando agora e ainda não estão?
59:52A gente falou bastante tecnologia e a e trazer isso pra mesa como suporte.
59:58E agora, né, já caminhando pros nossos E agora, né, já caminhando pros nossos finalmentes, que legado você deseja construir através da Jeven? Perfeito. Ah, como eu comentei antes, quero trazer uma uma estrutura
60:12principalmente das frentes de consultoria, tirando eh esse monopólio, essa estrutura, trazendo independência, porque hoje em dia você tem muito consultor bom, muitos bons profissionais que estão ainda talvez em empresas pelo
60:30medo, pela segurança, por vários fatores e às vezes até porque não tem um apoio, uma estrutura. E quando você vai para uma boutique, vamos falar assim, você tem que investir muito, às vezes não tem a condição de investir. E aí quando tem,
60:42você tem que também deixar o resultado daquele projeto que esse consultor prospectou naquela mesa. Então a intenção é conseguir trazer essas pessoas que querem trabalhar de fato e conseguir escalar isso. Então o objetivo hoje é trazer escritórios da Dio 7 no
60:58Brasil todo, nas capitais, e poder escalar isso também a nível global em outros países. E aí com esse eh hub de consultores e empresas também, que a gente vai representando dentro dos locais, né, na parte regional de cada cada cidade ou cada estrutura, a
61:15gente vai conectando tudo isso e aí você consegue alimentar. O que que é o propósito por cima disso? A gente tá falando aqui de business, tá falando de empresas, mas a gente esquece de quando você fecha um contrato, quando você
61:29fecha um contrato, por exemplo, de consultoria, você tá ajudando o empresário, certo? trazer ali a escala dele. Você tá ajudando a a própria empresa de consultoria, que também tem uma estrutura com várias pessoas queão estão envolvidas, ou seja, várias
61:43famílias que dependem dessa estrutura, assim como o próprio empresário que tem várias cadeias que estão trabalhando e aquilo funcionando, aquela engrenagem é mais uma que vai trazer mais retroalimento para outras cadeias.
61:59Então, quando você vê, quando a gente fecha um contrato, muitas vezes você fala: "Ah, é bilateral, é duas pessoas".
62:04Não é, você não tem noção o quanto você impacta no mundo todo isso, né? Então, o meu propósito é conseguir impactar pessoas, trazendo resultados para quem de fato quer fazer isso de verdade e de fato quer fazer isso de verdade e trabalhar.
62:15Muito bom. Compartilhamos desse propósito, né?
62:18Legal. [roncando] Se pudesse deixar apenas uma mensagem pros empresários que estão nos assistindo, o que que você gostaria de dizer para eles de forma reta e direta?
62:28Legal. Entre em contato com a Josev.com.
62:30Legal. Entre em contato com a Josev.com. [risadas] Não, brincadeira. Eu eu uso uma frase que eu adaptei, é um lema de vida, né?
62:38Compartilhando isso. Eu vou ser um pouco mais prolixo. Quem luta pelo que quer merece o que deseja, tá? Eh, empresário hoje em dia é um guerreiro, né?
62:49Empreender é realmente desafiador.
62:52Então, você tem e principalmente no Brasil, tá? Então você tem que se reinventar todo dia. Você tem problema 24 horas todos os minutos e ter essa resiliência eh eh é o ponto chave que vai fazer você chegar onde você quer.
63:07Eh, o ponto é não desistir, ser resistente. E se algo colocou aquilo dentro de você, dentro do seu coração, por algo você tá sendo provocado. Então você tem que ter fé nisso também. Você tem que acreditar. É aquela velha máxima, dá o passo que o chão você vai
63:21ter. Então é acreditar e ser resistente, ser resiliente e resistente.
63:27Por fim, né? O que que significa sucesso para você?
63:32Eu dei um exemplo agora, né, de sucesso, do impacto da das famílias, mas o sucesso para mim é eu saber que de alguma forma eu contribuí para aquilo que eu tô envolvido. Eu tô falando agora das empresas, mas são várias ações que a
63:45gente acaba fazendo, né? Se eu de fato conseguir contribuir, ajudar, eh, eu sei que eu tô tendo sucesso, tá? Isso faz com que eu consiga deitar minha cabeça no travesseiro e saber com que aquilo vai reverberar de uma forma fantástica
64:01lá na frente, né? Eh, ajudar o que você pode de fato a a fazer isso acontecer, né? Às vezes o ajudar é uma indicação, é abrir uma porta, né? ajudar alguém voltar pro mercado de trabalho. É, é você colaborar de fato com a necessidade
64:18do próximo sem ter intenção direta, né?
64:21Acho que isso é fantástico. Ajudar de fato a a colaborar com isso, Jonathan. Pô, excelente, [risadas] né? Poderíamos conversar muito mais. Eu nem entrei aqui nas palestras internacionais, no associativismo, na questão eh dos eh dos consulados, né?
64:39Eh, enfim, né? Nosso tempo foi curto, a conversa fluiu como era prevista.
64:43Ser natural, né? Bate-papo sem roteiro.
64:45Eu agradeço, né, a todo mundo que tá nos assistindo, agradeço a você, né? Espero que a gente continue impactando positivamente o mundo, fazendo a roda girar pros nossos clientes, pros nossos parceiros, nas nossas empresas, através
64:56dos nossos negócios, dos nossos conhecimentos, né? E vamos para cima.
65:00Vamos. Amém.
65:01Amém. Que a gente tenha perenidade e que a gente consiga fazer com que o mundo seja diferente, né? agregando isso. E aí assim, eh, eu espero que em vida eu posso possa ver isso de uma forma eh posso possa ver isso de uma forma eh global.
65:15Isso que eu quero, impactar isso de uma forma global.
65:17Isso, meu irmão. Muito obrigado.
65:18Obrigado você, Rodolfo. Excelente noite.
65:20Obrigado por você que tá nos assistindo a hora que for. Lembrando, né, Joã tá em algum lugar que o pessoal da técnica vai colocar os links e stoics.dev, essa parceria aí que vai gerar resultados em todas as pontas.
65:34Fiquem com Deus e até a próxima. Valeu,